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06/12/2019
13 de novembro de 2019 às 12h50 | Geral

Com apoio Governo, termelétrica volta a operar em 2020 na Capital

Depois de ficar dois anos sem operações, a Usina Termelétrica William Arjona, instalada no Distrito Imbirussu, em Campo Grande, teve os ativos adquiridos pelo Grupo Delta Energia para voltar a funcionar em meados de 2020.

Por: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul

Nesta quarta-feira (13), com apoio do Governo do Estado, a empresa anunciou a reativação da unidade que soma 190 megawatts de capacidade de produção com uso de gás natural.

O governador Reinaldo Azambuja acompanhou o ato de transferência dos ativos e destacou o cenário mais competitivo para Mato Grosso do Sul.

“Temos expectativas de maior geração de energia e de ampliação do número de empregos.

A ativação da termelétrica também é importante do ponto de vista da estabilidade do setor elétrico, uma vez que ela não depende da sazonalidade climática, como as usinas hidrelétricas ”, afirmou ele.

Sócio da Delta, Ricardo Lisboa contou que o novo marco regulatório do mercado de gás natural no Brasil, que deve se concretizar nos próximos meses, motivou a aquisição da termelétrica na Capital – a primeira do País a utilizar gás natural do Gasoduto Brasil-Bolívia (Gasbol).

“Selecionamos essa usina porque já investimos no Estado, com uma planta de biodiesel em Rio Brilhante, e porque acreditamos muito no MS”, destacou. Enquanto as turbinas e equipamentos da termelétrica passam por revisão, para poder operar a partir do no ano que vem, a Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul (MSGás) e o Grupo Delta começam as negociações para fornecimento do combustível para a operação.

“O Governo do Estado tem se articulado para conseguir suprimento de gás para o empreendimento”, explicou o diretor-presidente da MSGás, Rudel Trindade. Quando estiver em operação, a unidade vai consumir até 1,3 milhão de m³ de gás natural por dia. O volume vai beneficiar o Estado tanto do ponto de vista da arrecadação do ICMS quanto da estabilidade da produção de energia. “Não gerará só energia, mas empregos, arrecadação de impostos e riquezas para Mato Grosso do Sul”, pontuou o secretário-adjunto de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME), Domingos Andreatta.

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