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08/08/2020
13 de julho de 2020 às 09h45 | Esporte

Com restrições, pesca esportiva opera nos principais polos turísticos do Estado

Devido a pandemia do coronavírus, a pesca esportiva, um dos principais componentes do turismo em Mato Grosso do Sul, começa a retomar as atividades nos principais polos, garantindo empregos e girando a economia dos municípios.

Por: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul
Destino mais procurado, Corumbá voltou a operar em julho com os barcos-hotéis que cumpriram as exigências sanitárias do Governo do Estado, prefeitura e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Apesar das dificuldades de acesso – os voos comerciais estão suspensos, devendo retornar em dezembro, e a rodoviária municipal continua fechada -, a Capital do Pantanal retoma o serviço com otimismo. Os empresários estão apostando no retorno do turista sul-mato-grossenses e de outros estados com todo o aparato de biossegurança montado desde a chegada do visitante, de carro, até seu embarque no porto-geral. Em Miranda, os pesqueiros e os barcos-hotéis também estão operando normalmente desde junho, o mesmo ocorrendo na região do 21, em Bonito. Em Aquidauana, a atividade pesqueira não sofreu interrupção: o setor se adequou aos protocolos sanitários e o turista é rastreado pela fiscalização. A modalidade está suspensa em Coxim, por decreto municipal. O mesmo ocorre em Porto Murtinho, onde operou até 1º de julho, com 40% da demanda. “Estamos aguardando uma reunião para discutir com a prefeitura a reabertura da pesca, que estava suspensa até o dia 10”, informou Marco Antônio dos Santos, dono de pousada em Porto Murtinho. “Queremos no adequar às medidas de segurança para atender nossos clientes, que estão com reservas confirmadas para os próximos meses”, acrescentou o empresário. Monitoramento diário A pesca esportiva embarcada foi reabertura em 10 de junho em Corumbá, mas os empresários do setor optaram por retomar a atividade somente em julho, após um período de adaptação às normas rígidas da prefeitura e Anvisa, que estabeleceram um protocolo de 41 páginas. Joice Santana, uma das operadoras de turismo fluvial, disse que focou no treinamento dos seus funcionários para garantir um serviço seguro aos pescadores.
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