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27/02/2021
15 de dezembro de 2020 às 07h43 | MS

Concluído, contorno rodoviário de Porto Murtinho valoriza a cidade e elimina gargalos da logística

A implantação do contorno rodoviário de Porto Murtinho, construído pelo Governo do Estado, mudou completamente o perfil urbano da cidade fronteiriça, além de ser uma obra vital para dar suporte aos empreendimentos de transporte rodoviário e hidroviário qu

Por: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul
A pavimentação de 7,19 km paralelamente ao dique de prevenção às cheias interliga a BR-267 aos portos, tirando o tráfego pesado da área central. Construído com recursos (R$ 25,2 milhões) do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento Rodoviário de MS), a implantação do contorno rodoviário foi concluída esta semana após dez meses de serviço executado pela empresa Bandeirantes. A pandemia do novo coronavírus e o período chuvoso não atrasaram o cronograma. A obra será entregue ainda este mês após a finalização da sinalização viária e plantio de gramíneas nas laterais das pistas. “Diversificar a nossa economia e tornar o Estado mais competitivo têm sido metas do nosso governo, e hoje Porto Murtinho, pela sua posição estratégica, se torna o centro do Corredor Bioceânico que levará nossa produção ao mercado asiático”, afirma o governador Reinaldo Azambuja. “Temos realizado investimentos importantes na região e estimulado as exportações pelo Rio Paraguai, cuja hidrovia garante um ganho adicional ao produtor”, realça. Dentro do prazo Quem chega a Porto Murtinho pela BR-267, distante 460 km da Capital, se surpreende com a movimentação de máquinas e operários na implantação de duas rotatórias. Uma em frente ao Centro de Triagem Mecari, megaestrutura privada que disciplinará o fluxo de veículos aos portos, com um estacionamento para 400 caminhões; e a outra, na entrada da cidade, disciplinando o trânsito e conectando-se às duas extremidades do anel viário. A obra foi iniciada em março deste ano, em duas frentes, mobilizando dezenas de operários e máquinas. A empreiteira Bandeirantes encontrou dificuldades durante os serviços de terraplenagem, devido ao solo argiloso, e aguardou processo de desapropriação para acelerar a execução. “O projeto foi bem elaborado e chegamos a trabalhar com 100 operários para concluir no prazo de dez meses”, informa Sidney Jose Carvalho, engenheiro da obra.
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