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24/11/2017
11 de agosto de 2017 às 09h27 | Geral

Em 7 meses, seguro-desemprego pagou mais de R$ 18 milhões em MS

O montante é 43,83% menor do que os valores registrados durante o mesmo período de 2016

Por: Da Redação

O Governo Federal estima ter pago aproximadamente R$ 18.247.220 de seguros-desemprego em Mato Grosso do Sul entre os meses de janeiro e julho deste ano. O montante é 43,83% menor do que os valores registrados durante o mesmo período de 2016, quando os benefícios somaram R$ 32.488.770.

A queda se deve à quantidade menor de requerimentos feitos à Superintendência do Trabalho e Emprego, que em comparação entre os sete primeiros meses de 2017 e do ano passado despencaram 17,87%.

Dados fornecidos pelo órgão mostram que 6.196 pessoas pediram o benefício nesse período até o mês passado, enquanto em 2016, no mesmo intervalo de tempo, 7.545 haviam dado entrada nos procedimentos para receber o dinheiro.

Julho foi o mês com menor quantidade de pedidos, apenas 395. Março, em contrapartida, foi o campeão na procura pelo seguro-desemprego, com 1.265 requerimentos.

A maior parte dos trabalhadores têm procurado a Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) para solicitar o benefício. No mês passado, a unidade do órgão em Campo Grande foi a que mais registrou requerimentos: 1.327. Em segundo lugar ficou o posto da fundação em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, que recebeu 494 requerimentos.

Já a Funsat (Fundação Social do Trabalho de Campo Grande) deu entrada em 441 seguros-desemprego e a Superintendência do Trabalho na Capital fez 395 procedimentos desse tipo.

Os números contrastam com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) referentes ao mês de julho divulgados ontem. O estado apresentou o terceiro pior desempenho do Brasil na geração de empregos durante julho, fechando o mês com 1.827 vagas a menos - foram 18.591 empregos formais criados, contra 20.418 desligamentos.

O setor com a maior baixa foi o de Serviços em Mato Grosso do Sul. Ao todo, o balanço foi de 2.038 vagas perdidas (2.358 delas no subsetor de Alojamento, Alimentação, Manutenção, Redação, entre outros).

Já a Indústria somou 231 fechamentos de postos de trabalho no balanço, enquanto a Construção Civil teve saldo negativo de 277. O destaque positivo ficou com o Comércio, com 506 vagas criadas.

 

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