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06/12/2019
12 de novembro de 2019 às 16h04 | Saúde

Em Brasília, secretário articula recursos para Hospital da Mulher e da Criança de Dourados

Bancada federal deverá viabilizar, por meio de emenda, R$ 6,8 milhões que ainda faltam para custeio da primeira etapa, orçada em R$ 36,4 milhões; R$ 29,5 milhões já estão garantidos

Por: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul

Com 60% das obras executadas, a primeira etapa da construção do Hospital da Mulher e da Criança em Dourados deverá ser entregue em maio de 2020. Para tanto, já foram empenhados recursos federais da ordem de R$ 24,5 milhões, de um total de R$ 36,4 milhões orçados para custear o projeto nesta primeira fase.

A Ebserh assumiu o compromisso de empenhar mais R$ 5 milhões, totalizando R$ 29,5 milhões garantidos. Com isso ficam faltando R$ 6,8 milhões para completar o valor necessário.

Para viabilizar os recursos que faltam à primeira etapa do projeto, o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, esteve no último dia 29 em Brasília, em reunião na Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), que administra o Hospital Universitário (HU) da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Foi nesse encontro que a Ebserh assumiu o compromisso de empenhar mais R$ 5 milhões e Geraldo Resende se comprometeu em articular para conseguir o restante (R$ 6,8 milhões) junto à bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso.

Estamos empenhados, junto com a Ebserh, na viabilização dos recursos para que as obras de construção da primeira etapa do Hospital da Mulher e da Criança não sofram nenhum processo de paralisação.

Já estivemos por três vezes na Ebserh manifestando essa preocupação”, explica o secretário. Além de Geraldo Resende, participaram do encontro o presidente da Ebserh, General Oswaldo de Jesus Ferreira; o vice-presidente Eduardo Chaves Vieira; o procurador de Mato Grosso do Sul Leonardo Campos Soares da Fonseca, a auditora de Mato Grosso do Sul, Denise Lucena, e a chefe de gabinete da Ebserh, Iara Guerra.

Na primeira etapa, que poderá entrar em funcionamento logo após a conclusão dos trabalhos, o Hospital da Mulher e da Criança vai ofertar 55 leitos e serviços de pronto-atendimento pediátrico, pronto-atendimento obstétrico, alojamento conjunto da maternidade, Centro de Parto Normal com cinco quartos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), Centro Obstétrico com quatro salas cirúrgicas, Ambulatório Pré-Natal de Alto Risco, além de estruturas de apoio, como sala de plantão, área de apoio a Ensino e Pesquisa, brinquedoteca e área de convivência, com café e recepção geral. Segundo Geraldo Resende, a Ebserh deverá, até a conclusão, trabalhar na viabilização dos equipamentos necessários. Segunda etapa A segunda etapa do Hospital da Mulher e da Criança está orçada em R$ 21 milhões. Para tanto, a partir de articulações de Geraldo Resende, a bancada federal apresentou uma emenda impositiva (de pagamento obrigatório) no valor de R$ 10 milhões, inserida no Orçamento Geral da União/2019 sob a rubrica RP-7.

Quando esses recursos forem empenhados, a Ebserh já poderá iniciar o processo licitatório da nova fase da construção. A mesma emenda de bancada, sob a rubrica RP-2 (de pagamento discricionário) prevê outros R$ 20 milhões, oriundos de recursos de programação da Ebert, os quais requerem gestões políticas para liberação. “Esses valores, caso realmente sejam efetivados, possibilitarão o término da segunda etapa e a compra de alguns equipamentos”, prevê o secretário de Saúde. Na segunda etapa, serão construídos 3.304,42 metros quadrados, consistindo em uma estrutura que vai abrigar mais 80 leitos distribuídos entre as Unidades de Terapia Intensiva (Úteis) Pediátrica e Neonatal, Unidades de Cuidados Intermediários (Lis), além de estruturas de apoio, como Banco de Leite Humano, Ambulatório Segmento Recém-nascido, plantão e apoio ao Ensino e à Pesquisa. “O Hospital da Mulher e da Criança de Dourados, que está sendo construída em área anexa ao HU/UFGD, será a maior unidade materno-infantil de Mato Grosso do Sul. O objetivo, desde o início desta luta, é ofertar mais qualidade no acolhimento às gestantes, evitar superlotações e oportunizar residências médicas e para os demais profissionais de saúde materno-infantil, além de enfermagem obstétrica”, conclui Geraldo Resende.

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