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22/06/2018
22 de fevereiro de 2018 às 12h03 | Geral

Em um ano, intenção de consumo das famílias de Campo Grande cresce 8,4 pontos

Aumento da confiança reflete no crescimento da intenção de consumo

Por: G1

Em um ano, entre fevereiro de 2017 e o mesmo mês deste ano, a Intenção de Consumo das Famílias de Campo Grande (ICF) subiu 8,4 pontos, passando de 79,2 para 87,6. É que aponta pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgada nesta quinta-feira (22), pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio-MS.

Dos sete indicadores apurados para mensurar o ICF, quatro apresentaram índices positivos. Um dos principais foi o da situação atual do emprego. Dos 500 entrevistados na cidade, nos últimos dez dias de janeiro, 34,7% revelaram que se sentem mais seguros em relação ao seu posto de trabalho na comparação com o mesmo período do ano passado.

Reforça essa avaliação, a análise dos entrevistados sobre a perspectiva profissional. Para 51,3% deles haverá alguma melhoria neste aspecto de sua vida nos próximos seis meses.

Outro quesito com indicador positivo na composição do ICF foi o da avaliação da renda atual. Mais da metade das pessoas ouvidas no levantamento, 50,2%, acreditam que a receita familiar deste ano está no mesmo patamar da obtida no ano passado.

A maioria dos entrevistados, 42,4%, comentou também que a perspectiva de consumo das suas famílias para os próximos meses está igual frente a do segundo semestre de 2017.

Em contrapartida, 36,4% acreditam estar mais difícil conseguir empréstimo e crédito para comprar prazo; 52,2% relataram que sua família está comprando menos que no ano passado e 60,5% destacaram que não é o momento para aquisição de bens duráveis, como eletrodomésticos, TV, aparelho de som.

Para o presidente do IPF-MS, Edison Araújo, o consumidor de Campo Grande demonstra, com os dados da pesquisa, que está acreditando cada vez mais na retomada da economia. “Apesar de ser um crescimento pequeno e na cautela do consumidor na hora de ir às compras, os dados mostram um aspecto positivo da confiança, principalmente relacionada ao emprego e renda”, afirmou.

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