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03/03/2021
07 de fevereiro de 2021 às 10h35 | MS

Governo planeja criar mais serviços digitais para eliminar uso de papel e gerar economia aos cofres públicos

Licitação será aberta até maio, para que sistema comece a funcionar já no segundo semestre. Intenção é melhorar serviços disponíveis aos cidadãos

Por: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul
O governo estadual planeja criar uma plataforma de serviços digitais para eliminar a médio prazo o uso de papel e assim gerar economia aos cofres públicos. Esta mudança ainda dará mais agilidades aos serviços disponíveis ao cidadão e ao mesmo tempo ser uma ação sustentável, que vai contribuir com o meio ambiente. A previsão é que a licitação para contratar a empresa que vai conduzir o processo seja aberta até maio, para que logo no começo do segundo semestre, a plataforma já comece a ser implantada. A expectativa é que em dois anos todos os trabalhos estejam no formato digital. “Começamos a discussão deste projeto ainda em 2019 e no ano passado ganhou corpo, com a vinda da pandemia tivemos que esperar um pouco, agora o processo vai sair. Nosso objetivo é além de reduzir os custos do poder público, oferecer um serviço mais ágil e rápido para população”, explicou o superintendente de Gestão Estratégica da Secretaria de Governo, Thaner Nogueira. Ele explicou que os “processos antigos” que foram iniciados no modelo físico, vão continuar neste formato, no entanto os novos já vão se adequar ao processo digital. Para viabilizar este projeto serão usados recursos do Projeto de Modernização da Gestão Fiscal do Estado de Mato Grosso do Sul (Profisco II-MS), que é uma parceria do governo estadual com o BID (Banco Internacional de Desenvolvimento). De acordo com Nogueira, após o processo licitatório, a empresa escolhida firmará um contrato por um período de 24 meses. Depois desta fase, caberá a Superintendência de Gestão Estratégica (SGE) dar suporte e conduzir as plataformas. “O objetivo é já começar este processo digital em etapas a partir do segundo semestre”. Com esta mudança para o processo virtual, haverá redução de custos aos cofres públicos em diversas frentes. “A economia será em vários aspectos, desde a não utilização de papel, como outros custos, mas principalmente, dará celeridade em todo processo. É uma série de ganhos”, descreveu. O superintendente explicou que ainda será definido quais serão as etapas do processo (digitalização) e está sendo estudado a previsão de custo do projeto. “Todo processo será divulgado de forma transparente, assim como o processo licitatório”.
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