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12/12/2017
27 de junho de 2017 às 13h31 | Rural

Índice de imunização contra aftosa em MS contribui para metas de retirada da vacina até 2023 no País

O fim do prazo para registro de vacinação segue até 30 de junho

Por: GOVMS
Divulgação/GOVMS

O fim do prazo para registro de vacinação em diversos municípios das três regiões sanitárias de Mato Grosso do Sul segue até 30 de junho e o relatório parcial emitido pela Agência Estadual de Defesas Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) já indica que os números vão atingir o mesmo nível de excelência apresentado nos últimos anos.

Dos 20.849.268 animais envolvidos nesta campanha, 98,53% da região do Planalto; 76,97% da região do Pantanal; e 86,24% dos animais da Zona de Fronteira, já foram vacinados e tiveram a vacinação registrada no sistema da Agência Estadual.

Considerando que 1.199.066 doses da vacina constam no sistema como já adquiridas junto às empresas, o diretor-presidente da Iagro, Luciano Chiochetta, acredita que até o encerramento do prazo de registro, na sexta-feira (30.6), os pecuaristas devem cumprir com o cronograma, ajudando Mato Grosso do Sul a figurar mais uma vez entre os três Estados com maior eficiência na prevenção contra febre aftosa, com números superiores a 99% de alcance.

Para Chiochetta, a parceria entre o Estado e os pecuaristas tem influenciado positivamente nas discussões para evolução do status do Estado e, em consequência, na retirada da obrigatoriedade da vacinação, que essa semana ganhou ainda mais força com uma medida adotada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para redução da dose atual da vacina de 5 ml (considerada reforçada) para 2 ml.

De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, a medida faz parte das ações que preveem a retirada da vacinação do País entre 2019 e 2023, quando o Brasil deverá ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da doença sem vacinação. “A excelência do trabalho da Iagro, aliada à conscientização do pecuarista, que já assimilou a importância do cumprimento do calendário de vacinação para manter a saúde do rebanho, fazem a diferença e nos mantém entre os Estados com maior eficiência vacinal no País, ajudando na evolução do status no País todo”, finalizou.

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