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11/12/2017
27 de outubro de 2016 às 16h24 | Economia

MS sobe no ranking e passa a ser o segundo estado do Brasil em geração de empregos

A agropecuária foi o setor que mais gerou empregos com 439 novos postos

Por: NotíciasMS

“As atitudes do Governador e a política econômica do Governo do Estado têm permitido a Mato Grosso do Sul se diferenciar nacionalmente na geração positiva de empregos”. A avaliação é do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, que comemora a posição de MS no ranking como o segundo estado que mais gerou emprego no Brasil. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), o acumulado de janeiro a setembro de 2016 é de 5.761 novos postos de trabalho.

Com números bastante animadores, Mato Grosso do Sul está atrás apenas de Goiás que gerou 41,8 mil empregos no mesmo período. Apesar disso, o Estado se mantém à frente de estados das regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil. Na região Centro-Oeste, apenas o Distrito Federal apresentou valores negativos para a geração de postos de trabalho formais, de janeiro a setembro de 2016.

A agropecuária foi o setor que mais gerou empregos com 439 novos postos. Os sinais positivos também aparecem na construção civil, que começa a dar sinais de recuperação e gerou no acumulado 1.533 novas vagas até setembro de 2016.

A criação de novas vagas com carteira assinada em setembro ocorreu em todos os setores da economia: na agropecuária (439 empregos a mais), construção civil (323), comércio (307), serviços (228) e na indústria (71). Em geral, a melhoria dos resultados apontam para uma recuperação se comparados aos resultados de 2015.

No acumulado, os subsetores que tiveram maior capacidade de geração de empregos formais foram a agropecuária (3.741 novas vagas), construção civil (2.641), serviços médicos, odontológicos e veterinários (897), indústria de produtos alimentícios (723), serviços industriais e de utilidade pública (460) além do comércio atacadista (294).

Na indústria os subsetores que tiveram maior recuperação de postos de trabalho formais em setembro de 2016 foram o de alimentos e bebidas (88 vagas a mais) e indústria química (37). No acumulado dos últimos 12 meses, há uma tendência de recuperação iniciada em novembro de 2015, mas que ainda apresenta no acumulado dos últimos 12 meses uma perda de 2.230 vagas.

Com relação aos comércio varejista, a análise da Carta de Conjuntura mostrou sinais de recuperação com geração de 373 novas vagas, com tendência de recuperação do setor a partir de setembro de 2016.

Três Lagoas lidera e Campo Grande é o último em geração de empregos

O município de Três Lagoas lidera a lista dos 10 municípios geradores de postos de trabalho formal. O saldo no acumulado revela um total de 2.129 novos postos de trabalho. Em seguida aparecem Aparecida do Taboado (894), Nova Andradina (679), Água Clara (415), Costa Rica (407), Selvíria (404), Caarapó (390), Maracaju (337), Rio Brilhante (278) e Brasilândia (267).

A capital Campo Grande foi a que mais perdeu postos de trabalho (-2.693 vagas), seguido de Bataguassu (-167) e Eldorado (-166). No Brasil, os dados do mercado formal demonstram recuperação, com 39.282 posto de trabalho a menos, contra 95.602 postos perdidos no mesmo período em 2015.

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