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19/09/2017
18 de agosto de 2017 às 13h42 | Geral

Pesquisa aponta que intenção de consumo das famílias de Campo Grande subiu em agosto

Dos entrevistados, 35,7% estão mais seguros em relação ao emprego e 48,6% acredita em perspectiva positiva para os próximos meses

Por: G1

O índice de Intenção de Consumo das Famílias de Campo Grande (ICF) subiu em agosto frente a julho, passando de 76,8 pontos para 78 pontos. Os dados são de levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio (IPF-MS).

A pesquisa, realizada com 500 famílias na última semana de julho, revelou que o morador da capital sul-mato-grossense está mais confiante em relação a sua situação profissional. Dos entrevistados, 35,7% disseram estão se sentindo mais seguros em relação ao emprego e 21,6% comentaram que a situação está igual a do ano passado.

Quando foi avaliada a perspectiva profissional, quase a metade dos participantes, 48,6% disseram que ela é positiva para os próximos seis meses. Em relação a renda familiar, 40,8% relataram que está no mesmo patamar de 2016 e 21,3% que está melhor.

No entanto, 46,1% das pessoas que responderam ao questionário, disseram que está mais difícil este ano, frente ao ano passado, conseguir crédito para comprar a prazo. A maioria, 57,9% relatou também que a sua família está comprando menos em 2017 do que em 2016.

Para 68% dos entrevistados é um mau momento para fazer a aquisição de bens duráveis, com eletrodomésticos, aparelho de TV e som, entre outros. Por fim, 56,1% dos participantes relatou que a perspectiva de consumo para os próximos meses é menor no segundo semestre deste ano do que no ano passado. Outros 9,4% disseram que é maior e 32,3% que deve ser igual.

“Como prevíamos, começamos a perceber uma reação na intenção do consumo, uma tendência para os últimos meses do ano. Além dos resultados mais favoráveis do mercado de trabalho no curto prazo, a trajetória recente da inflação já abriu as portas para mais quedas nas taxas de juros, fator fundamental para a recuperação das condições de consumo, que deve se manter até o fim do ano, de forma progressiva”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa da Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.

 

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