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22/10/2017
20 de fevereiro de 2017 às 14h16 | Geral

Prefeitura faz intervenção emergencial em trecho intransitável

Só a substituição da drenagem tem um custo estimado em R$ 280 mil e o pavimento, mais R$ 150 mil

Por: PMCG
Divulgação/PMCG

A Prefeitura de Campo Grande concluiu neste fim de semana uma ação emergencial em um trecho de 485 metros da Rua Jerônimo de Albuquerque, no Bairro Nova Lima, para restabelecer as condições de tráfego.

A enxurrada levou praticamente todo o pavimento, abrindo crateras nas duas laterais, que impediam a entrada dos carros nas garagens. Como será necessário refazer toda a drenagem, optou-se por retirar o que restou do pavimento e fazer um revestimento primário, refazendo a pista com a utilização dos resíduos triturados das placas de asfalto retirada das ruas onde o tapa-buraco já foi feito. Só a substituição da drenagem tem um custo estimado em R$ 280 mil e o pavimento, mais R$ 150 mil.

Só foi possível realizar o procedimento por conta da regularização dos contratos de locação de equipamentos, já que o parque rodoviário da Prefeitura, além de pequeno, está sucateado. O secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, lembra que o revestimento primário não é uma solução definitiva, mas um paliativo para amenizar a dificuldade dos moradores.

“Já foi acertado com a empreiteira, responsável pela primeira fase da pavimentação do Nova Lima, que uma das frentes da drenagem será exatamente na Jerônimo de Albuquerque, entre a Guilherme de Almeida e a Marques de Herval”, explicou.  A Prefeitura planeja iniciar no mês de março a primeira etapa do asfaltamento do bairro, com investimento de R$ 20 milhões.

Este problema na Jerônimo de Albuquerque é recorrente há pelo menos dois anos no período de chuva. Segundo os engenheiros da Secretaria de Infraestrutura, foi feita uma drenagem com   tubulação de PVC, menos resistente que a de concreto. Em 2015, a rede não resistiu a pressão da enxurrada e quebrou, afundando parte do pavimento. Como na época não se fez a manutenção adequada, sendo jogado revestimento primário sobre a pista, acabou entupindo a rede de areia. A água da chuva entra pelas bocas de lobo e como não tem por onde escoar, acaba pressionando e destruindo a capa asfáltica.

“Sem substituir a drenagem, refazer o asfalto é jogar dinheiro público fora”, avaliou o secretário, que esteve no local, acompanhando o serviço.  Para dona Luiza Medeiros, pelo menos, terá condições de colocar o carro na garagem. “O carro do meu filho quebrou o peito de aço em um dia de chuva. Ele não se deu conta do tamanho do buraco e tentou entrar na garagem. Resultado: uma conta de R$ 7 mil na oficina para consertar”, relembra.

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