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01/08/2014
10 de outubro de 2013 às 10h24 | Polícia

Presa quadrilha acusada de roubar transportadora em Campo Grande

Um ex-funcionário é suspeito de ter participado do crime

Por: Mariana Rodrigues/Informações PC-MS
Fotos: Divulgação

 Na noite de terça-feira (8), os investigadores da Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos) prenderam em Campo Grande (MS) os quatro acusados de render o vigia e roubar o cofre com R$ 12 mil de uma transportadora localizada no Anel Rodoviário, no bairro Itamaracá.

O primeiro a ser identificado durante as investigações realizadas pela equipe chefiada pelo delegado Fábio Peró, adjunto da Derf, foi Welyson Marques Andreu, 18 anos, acusado de usar um revólver para render o vigia da empresa. Ele foi preso na rua dos Mariscos, no bairro Coophavila II.

Com Welyson os policiais encontraram 24 munições calibre 32 e R$ 400 em dinheiro. “Ele já tinha gasto R$ 3 mil com o pagamento de uma oficina e compra de drogas”, explica Peró.

Em seguida foi preso na rua Maracaibo no mesmo bairro, Uelton Costa da Silva, 22 anos. Na casa dele os policiais apreenderam um revólver calibre 32 usado no crime e o valor de R$ 2.400, parte que tocou ao acusado na divisão do dinheiro roubado da transportadora. De acordo com o delegado o veículo Gol branco usado para transportar o cofre estava com Uelton e foi apreendido. 

O terceiro a ser preso na rua Nain Dibo, também na Coophavila foi Leandro de Souza Quadros, 19 anos. Na casa dele os policiais apreenderam R$ 1.800 em dinheiro, roubados da transportadora.

A última prisão aconteceu na rua Araioses, onde mora Marcus Gabriel Cardozo Pereira, 24 anos. No local foi encontrado e apreendido o cofre roubado da transportadora. “Após o roubo o cofre foi levado para a casa do Marcus, onde foi aberto por Welyson que utilizou uma esmerilhadeira e uma chave de rodas”, diz o delegado.

De acordo com Peró, Welyson, Marcus e Leandro entraram armados na transportadora no veículo Chevete, renderam o vigia e roubaram o cofre. “O trio contou com o auxílio de Uelton que ficou do lado de fora da empresa no veículo Gol, para onde em seguida foi transportado o cofre, antes do Chevete ser incendiado”, ressalta.

Segundo o delegado o crime contou ainda com a participação de um ex-funcionário da transportadora que forneceu uniformes e informações privilegiadas aos acusados. “O caso continua sob investigação”, conclui Peró.

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