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12/12/2017
12 de abril de 2017 às 10h14 | Economia

Setor de serviços cai 2,3% em março, maior queda para o mês desde 2012

Na comparação com março de 2016, o setor registrou retração de 5,0%

Por: G1

O volume do setor de serviços acumula queda de 2,3 % em março em relação a fevereiro, segundo informou nesta sexta-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número já considera ajustes sazonais.

O resultado é o pior para março desde o início da série iniciada em 2012 e interrompe uma sequência de quatro meses de crescimento.

Houve revisão dos dados e foi registrado crescimento de 0,4% em fevereiro (ante 0,7% divulgado anteriormente) e estagnação de 0,0% em janeiro (ante 0,2%).

Na comparação com março de 2016, o setor registrou retração de 5,0% (na série sem ajuste sazonal), acompanhando as quedas de 5,3% em fevereiro (número revisado) e 3,5% em janeiro. Com isso, a taxa acumulada no ano ficou em -4,6% e, em 12 meses, -5,0%.

Por atividade

Por atividade, todos os segmentos apresentaram queda em relação a fevereiro de 2017, na série com ajustes. Os serviços prestados às famílias caíram 2,1%; outros serviços, 1,2%; transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, 1,1%; serviços profissionais, administrativos e complementares, 0,8%; e serviços de informação e comunicação, 0,4%. Já o agregado especial das atividades turísticas teve crescimento de 0,9% ante fevereiro.

Receita

A receita nominal em março registrou recuo de 1,0% em relação a fevereiro (na série com ajuste sazonal) e na comparação com mesmo mês do ano anterior, apresentou alta de 1,0% (série sem ajuste). A taxa acumulada no ano ficou em 1,1% e, em 12 meses, 0,1%.

Por região

Por regiões, o setor de serviços apresentou as maiores taxas de crescimento em março frente a fevereiro em Tocantins (24,9%), Maranhão (9,9%) e Alagoas (4,1%), na série com ajuste sazonal. As maiores quedas foram observadas em Roraima (-4,2%), Rio Grande do Sul (-4,0%) e Paraná e Distrito Federal (ambas com -3,4%).

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, as maiores taxas de aumento foram registradas no Rio Grande do Norte (6,5%), Mato Grosso (5,3%) e Paraná (4,9%), na série sem ajustes sazonais. Os maiores recuos foram observados em Roraima (-18,7%), Amapá (-16,5%) e Distrito Federal (-13,2%).

 

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