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21/09/2017
04 de agosto de 2016 às 13h34 | Geral

Subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres divulga Agosto Lilás na ALMS

Luciana Azambuja abordou sobre a desigualdade de poder que a sociedade impõe às mulheres

Por: ALMS
ALMS/Roberto Higa

Este mês de agosto é marcado pelos 10 anos de sanção da Lei Maria da Penha, criada para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Em Mato Grosso do Sul, a Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres realiza a Campanha “Agosto Lilás”, que tem como objetivo sensibilizar a sociedade. A Assembleia Legislativa também será um espaço de difusão das informações sobre as garantias e direitos das mulheres.

Na sessão desta quinta-feira (4), a subsecretária de Políticas Públicas para Mulheres, Luciana Azambuja, esteve na Casa de Leis para apresentar as principais atividades que estão sendo realizadas durante este mês de agosto. Ela ainda abordou sobre a desigualdade de poder que a sociedade impõe às mulheres. “Ainda existe o pensamento de que a mulher precisa ficar no ambiente doméstico, enquanto o homem, como provedor, deve ocupar o espaço público. Neste sentido, a campanha pretende chamar a atenção para que as mulheres ocupem cargos de maior peso nas grandes decisões políticas”, destacou.

Luciana apontou o Projeto “Maria da Penha vai à Escola” como o mais importante da campanha. “Em uma parceria com a Secretaria de Estado Educação, estamos fazendo palestras nas escolas estaduais sobre violência de gênero e a necessidade de meninos e meninos terem igualdade de direito e de oportunidade”. Pela primeira vez, serão distribuídas cartilhas em guarani, terena, libras e braile. A finalidade é alcançar o maior número de pessoas.

No próximo dia 8, às 10h, os servidores da Assembleia Legislativa receberam uma palestra sobre a Lei Maria da Penha. Já no dia 15, às 14h, o bate-papo sobre violência doméstica será com os deputados estudantes que participam do Parlamento Jovem. A violência atinge um grande número de mulheres em todo o mundo, sem distinção de idade, cor, sexo, religião ou orientação sexual. “É preciso romper com a ordem patriarcal que produz e reproduz a violência cotidianamente. Por isso, um dos mais significativos desafios é a conscientização”, concluiu.

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