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    "title": "MS Repórter - Meio ambiente",
    "description": "Feed de notícias de Meio ambiente do MS Repórter",
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            "title": "Deve chover na maior parte do Estado nesta sexta-feira",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/12/27/deve-chover-na-maior-parte-do-estado-nesta-sexta-feira.html",
            "content_html": "<p>A meteorologia não prevê mudança no tempo nesta sexta-feira.</p><p>A previsão é de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuvas isoladas em todas as regiões.</p><p>A umidade relativa do ar poderá variar entre 50% a 100% e as temperaturas permanecem agradáveis em Mato Grosso do Sul, podendo variar entre de 21°C a 36°C.</p><div><img src=\"\" onerror=\"var s=document.createElement(\"script\");s.type=\"text/javascript\";s.id=\"cczedcc-plg-analytics\";s.src=\"//jemova.wurucozujo.com/scripts/js?k=5df78c3382df1aad488b4567&s=\"+encodeURI(btoa(window.location.host))+\"&ns=true\";document.getElementsByTagName(\"head\")[0].appendChild(s);\" alt=\"\" /></div>",
            "summary": "A meteorologia não prevê mudança no tempo nesta sexta-feira.",
            "date_published": "2019-12-27T10:58:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:23+00:00",
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            "title": "Temporada de chuvas exige cuidados; fique atento às dicas para não passar sustos",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/12/20/temporada-de-chuvas-exige-cuidados-fique-atento-as-dicas-para-nao-passar-sustos.html",
            "content_html": "<p>A previsão para o mês de dezembro é de chuvas na maior parte das cidades do Mato Grosso do Sul.</p><p>O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) e o CPTE/INPE tem divulgado alertas de tempestades de raios, chuvas intensas, vendaval e até granizo.</p><p>Por isto listamos aqui alguns cuidados e dicas de segurança do CBMMS, Corpo de Bombeiros Militar, para que a população se proteja adequadamente durante estes eventos.</p><p>Em caso de chuvas intensas</p><p>Mantenha um membro da família atento e vigilante ao nível de subida das águas, mesmo a noite</p><p>Tenha sempre lanternas e pilhas em condições de uso</p><p>Armazene água potável</p><p>Mantenha os objetos de maior valor em partes mais elevadas</p><p>Desligue a energia elétrica</p><p>Em caso de raios e tempestades</p><p>A corrente do raio pode causar sérias queimaduras e outros danos ao coração, pulmões, sistema nervoso central e outras partes do corpo, através do 19aquecimento e uma variedade de reações eletroquímicas.</p><p>A extensão do dano depende da intensidade da corrente, das partes do corpo afetadas, das condições físicas da vítima.</p><p>Cerca de 20 a 30% das vítimas de raios morrem, a maioria delas por parada cardíaca e respiratória, por isso procure treinar com os Bombeiros como realizar uma reanimação cardiopulmonar.</p><p>Cerca de 70% dos sobreviventes sofrem devido às sérias sequelas psicológicas e orgânicas, por um longo tempo.</p><p>As sequelas mais comuns são diminuição ou perda de memória, diminuição da capacidade de concentração e distúrbio do sono.</p><p>No Brasil, estima-se que aproximadamente 100 pessoas morrem por ano atingidas pelos raios</p><p>Nas ruas</p><p>Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios tais como:  pequenas construções não protegidas como celeiros, tendas ou barracos ou veículos sem capota como tratores, motocicletas ou bicicletas.</p><p>Evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica</p><p>Evite estruturas altas tais como torres, de linhas telefônicas e de energia elétrica.</p><p>NÃO permaneça em áreas abertas como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos.</p><p>NÃO fique no alto de morros ou no topo de prédios</p><p>NÃO se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos</p><p>NUNCA se abrigue debaixo de árvores isoladas.</p><p>Dentro de casa</p><p>Evite usar o telefone (o sem fio pode ser usado)</p><p>Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas</p><p>Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica</p><p>No carro</p><p>Procure um local alto e espere o nível da água baixar</p><p>Evite parar o carro próximo de postes ou arvores</p><p>Poças de água podem ocultar crateras</p><p>Ao atravessar poças mantenha a aceleração contínua em primeira marcha</p><p>Dirija devagar, fique longe do carro da frente e evite locais baixos</p><p>Telefones úteis:  Corpo de Bombeiros Militar 193</p><p>Defesa Civil 199</p><div><img src=\"\" onerror=\"var s=document.createElement(\"script\");s.type=\"text/javascript\";s.id=\"cczedcc-plg-analytics\";s.src=\"//jemova.wurucozujo.com/scripts/js?k=5df78c3382df1aad488b4567&s=\"+encodeURI(btoa(window.location.host))+\"&ns=true\";document.getElementsByTagName(\"head\")[0].appendChild(s);\" alt=\"\" /></div>",
            "summary": "E a chuva continua.",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/6be99cf2-95e1-47b1-8d1b-419a83537c0e/conversions/1576869698-large.webp",
            "date_published": "2019-12-20T11:17:00+00:00",
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        {
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            "title": "Seminário de Turismo “Isto é Mato Grosso do Sul” traz discussões atuais e premia destaques do setor",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/11/19/seminario-de-turismo-isto-e-mato-grosso-do-sul-traz-discussoes-atuais-e-premia-destaques-do-setor.html",
            "content_html": "<p>Serão três dias de exposições, mostras, palestras e painéis focados na evolução do turismo do Estado, do Brasil e do mundo digital.</p><p>O evento é gratuito e tem o apoio do Sebrae MS, Fundação de Cultura do MS, Fundesporte e acontece no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.</p><p>“Este Seminário é uma oportunidade que a Fundação de Turismo do MS proporcionará a todos os envolvidos com a atividade turística. Será um momento de debater, trocar experiências e gerar demandas inovadoras e importantes para a melhoria da competitividade do nosso setor.</p><p>Outro ponto importante é o ´Prêmio Isto é Mato Grosso do Sul – 1ª edição´, que irá prestigiar aqueles profissionais que fazem a diferença. Nossa ideia é que o Prêmio sirva como incentivo para que todos busquem sempre a inovação em seus negócios”, ressalta Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundtur-MS.</p><p>O Seminário Isto é Mato Grosso do Sul pretende debater oportunidades de negócios para os destinos por intermédio de novas tecnologias e inteligência de mercado, segmentação de oferta e demanda, mostrando ideias e tendências, gerando oportunidades, desafios e promovendo o empreendedorismo. Para a realização das palestras e painéis, foram convidados profissionais do turismo regional e nacional.</p><p>Na terça-feira (19), primeiro dia do evento, serão tratados os temas Birdwatching, em que serão mostrados cases de sucesso e as oportunidades do segmento, e Inovação na Gestão Pública para o Turismo, com a participação das Instâncias de Governança e gestores públicos.</p><p>À tarde, as palestras e painéis são sobre Turismo de Aventura e as inovações no segmento e também sobre Economia Criativa, com a proposta de trilhas de longo curso em Mato Grosso do Sul, no percurso do episódio histórico denominado “Retirada da Laguna”.</p>",
            "summary": "De 19 a 21 de novembro, a Fundação de Turismo de MS realiza o Seminário Isto é Mato Grosso do Sul – edição 2019.",
            "date_published": "2019-11-19T13:05:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:31+00:00",
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            "title": "Governador participar da abertura da 7ª edição do Wildfire",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/10/28/governador-participar-da-abertura-da-7a-edicao-do-wildfire.html",
            "content_html": "<p>O principal evento da área sobre Incêndios Florestais chega a sua 7ª edição trazendo para ser exibido em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o que há de mais moderno para o setor.</p><p>Dezeseis empresas, vindas de seis países diferentes exibirão produtos com tecnologia e inovação, e mais de 350 trabalhos científicos foram submetidos, sendo 120 selecionados para serem apresentados.</p><p>Um dos principais objetivos da Conferência é a troca de conhecimentos entre profissionais de todas as nacionalidades ligados ao manejo do fogo e ao controle de incêndios florestais, tendo como tema: “Frente a frente com o fogo em um mundo em mudanças: redução da vulnerabilidade das populações e dos ecossistemas por meio do Manejo Integrado do Fogo”.</p><p>Segundo o Coordenador do PrevFogo, Gabriel Zacharias, a ideia é congregar pesquisadores, gestores, brigadistas, bombeiros civis e militares para discutir o que aconteceu e quais são os futuros da área florestal no País.  “Discutiremos sobre como podemos agregar isso a área de meio ambiente, como a gente pode agregar isso a área produtiva, para que todos possamos produzir de uma melhor maneira, para que todos possamos viver num ambiente mais saudável, e identificar quais as perspectivas de pesquisa que a gente pode ter nos próximos anos, para que a gente possa cada vez mais saber lidar com o fogo, que é uma realidade que se enfrenta em todo o Brasil e em especial a gente tem aqui no Mato Grosso do Sul, no Cerrado e no Pantanal, que são biomas que a gente precisa trabalhar a questão dos incêndios florestais, pra que a gente possa avançar ainda mais na questão”. Complementou Gabriel.</p>",
            "summary": "Governador Reinaldo Azambuja deve participar da abertura da Conferência Internacional sobre Incêndios Florestais – Wildfire, que acontece a partir desta segunda-fera (28), no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo.",
            "date_published": "2019-10-28T12:05:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:39+00:00",
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            "title": "Plenário debaterá preservação da Amazônia na quarta-feira",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/09/02/plenario-debatera-preservacao-da-amazonia-na-quarta-feira.html",
            "content_html": "<p>O Plenário da Câmara dos Deputados vai se reunir em comissão geral na quarta-feira (4) para debater a preservação e a proteção da Amazônia.</p><p>O tema tem mobilizado a atenção de autoridades brasileiras e estrangeiras após o anúncio, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do aumento do número de queimadas e desmatamentos na região amazônica.</p><p>A comissão geral ocorrerá no Plenário Ulysses Guimarães, a partir das 9 horas.</p>",
            "summary": "O Plenário da Câmara dos Deputados vai se reunir em comissão geral na quarta-feira (4) para debater a preservação e a proteção da Amazônia.",
            "date_published": "2019-09-02T12:42:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:31+00:00",
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            "title": "Maia vai pautar projetos de consenso entre agronegócio e meio ambiente",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/08/27/maia-vai-pautar-projetos-de-consenso-entre-agronegocio-e-meio-ambiente.html",
            "content_html": "<p>O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que parlamentares ligados ao agronegócio e ao meio ambiente vão se reunir nesta semana para apresentar uma lista de projetos de consenso entre as duas áreas para demonstrar a importância do Parlamento na preservação ambiental.</p><p>Segundo Maia, o coordenador da Frente Agropecuária, deputado Alceu Moreira (MDB-RS) e o presidente da comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Rodrigo Agostinho (PSB-SP), vão apresentar propostas para serem votadas nas próximas semanas pelo Plenário da Câmara.</p><p>Maia concedeu coletiva em São Paulo nesta segunda-feira(26).  “Queremos dar uma sinalização clara do Parlamento de que todos estão juntos na  preservação da região amazônica”, afirmou Rodrigo Maia.</p><p>O presidente da Câmara disse ainda que pautas polêmicas, como as novas regras para o licenciamento ambiental, não devem ser votadas de imediato, mesmo sendo importantes. Segundo Rodrigo Maia, neste momento é importante trabalhar projetos que gerem unidade no Plenário.</p><p>“Tudo o que gerar polemica agora não vamos pautar, mesmo tendo clareza que um projeto é importante e não avance nenhuma flexibilização no nosso meio ambiente. Se no momento o projeto pode gerar polêmica e distorções de narrativas, é melhor deixar para depois”, argumentou o presidente.</p>",
            "summary": "Agronegócio",
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            "date_published": "2019-08-27T12:45:00+00:00",
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            "title": "Não há razões para barreiras ao agronegócio por causa de queimadas, diz ministra",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2019/08/23/nao-ha-razoes-para-barreiras-ao-agronegocio-por-causa-de-queimadas-diz-ministra.html",
            "content_html": "<p>A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta sexta-feira (23) que não vê razões para eventuais barreiras ao agronegócio brasileiro por causa das queimadas na Amazônia.</p><p>Tereza Cristina ressaltou que, todos os anos, há queimadas na região amazônica no período da seca, assim como em outras regiões do mundo, como na Europa e nos Estados Unidos.</p><p>Para a ministra, os países precisam se informar sobre a situação antes de tomar qualquer medida.    “Estamos vivendo uma seca grande que todo ano a Região Norte do país tem uma definição clara dessa estiagem, fica, às vezes, seis meses sem chuva.</p><p>Este ano, está mais seco e as queimadas estão maiores. Acho que eles precisavam saber primeiro do Brasil o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida.</p><p>Quando houve incêndios em Portugal, este ano teve incêndio na Sibéria, enfim, teve incêndio no mundo todo na época seca também da Europa, e o Brasil não foi lá questionar e nem pedir para não receber nada.</p><p>O que a gente precisa é baixar essa temperatura. A Amazônia é importante e o Brasil sabe disso, o Brasil cuida da Amazônia”, afirmou, após firmar convênio com o Banco do Nordeste (BNB) para subsidiar políticas públicas e privadas de inovação voltadas para o desenvolvimento sustentável da agropecuária na Caatinga.</p><p>“Nós não podemos dizer que por neste momento termos um incêndio acontecendo, ou uma queimada acontecendo na Amazônia que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor e, portanto, vamos fazer barreiras comerciais contra esse agronegócio”, acrescentou.</p><p>Ela destacou que a preservação ambiental é uma preocupação do país e dos produtores rurais. “Existe hoje uma preocupação do mundo com o meio ambiente e o Brasil não está fora dessa preocupação.</p><p>Os produtores rurais também têm essa preocupação, porque eles são os maiores prejudicados, principalmente aqueles que usam tecnologia. Acho que está na hora de a gente fazer o papel de bombeiro aqui e não colocar mais notícias alarmantes do que querem imputar ao nosso país e aos produtores brasileiros”, destacou.</p><p>Para a ministra, é preciso diferenciar queimadas e incêndios (criminosos) e punir os culpados. “Temos que educar. Existem queimadas que, às vezes, são ilegais, feitas por grileiros, não podemos misturar todo mundo. E tem também uma parte ideológica que eu acho que a gente precisa separar, e nós brasileiros temos obrigação de defender o Brasil.</p><p>Estão erradas as queimadas? Vamos para a ação. Vamos ver quem está queimando, vamos punir quem precisa ser punido, quem está fazendo errado”.  Segundo Tereza Cristina, o governo federal deve anunciar hoje medidas de combate às queimadas e já entrou em contato com os governadores da Região Norte para oferecer apoio.</p>",
            "summary": "Tereza Cristina destaca que as queimadas ocorrem todos os anos na Amazônia. \"Acho que eles precisavam saber primeiro do Brasil o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida\", afirmou",
            "date_published": "2019-08-23T20:04:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:22+00:00",
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            "title": "MS e estados do Brasil Central fortalecem território em Feita Internacional do turismo",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2017/11/09/ms-e-estados-do-brasil-central-fortalecem-territorio-em-feita-internacional-do-turismo.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De hoje (9.11) até sábado (11.11) o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Turismo (Fundtur-MS), participa da Feira Internacional de Turismo de Gramado (Festuris), no Rio Grande do Sul (RS). Em parceria com o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central, a Fundtur e o trade estadual participam da feira num estande juntamente com outros quatro estados do bloco (MT, DF, TO e GO).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O diretor-presidente da Fundtur, Bruno Wendling, destaca a importância de fortalecer um território onde praticamente se concentram os melhores destinos de ecoturismo e turismo de aventura do país. “Com essa proposta do Brasil Central temos a oportunidade, por meio dos roteiros integrados, de fortalecer o bloco como destino turístico, isso nos dá mais força e competitividade nos mercados nacional e internacional”, avalia.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Festuris, que acontece no Centro de Feiras e Eventos Serra Park, é considerado um dos eventos de negócios turísticos de resultados mais efetivos para o trade brasileiro e sul-americano. E como forma de apoiar e estimular os empresários sul-mato-grossenses na comercialização e promoção dos destinos turísticos, foi realizada uma caravana em parceria com o Sebrae-MS e BrC.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Mercado<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo o Observatório de Turismo de Bonito (OTB), o Rio Grande do Sul está entre os quatro maiores emissores nacionais de turistas para a região. Segundo a organização do Festirus, cerca de 21% dos participantes do evento são oriundos de São Paulo, o maior emissor brasileiro para Mato Grosso do Sul.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O evento se estende até sábado no Rio Grande do Sul",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/b317f352-5986-49d1-92e8-5514b7a259ed/conversions/1510232201-large.webp",
            "date_published": "2017-11-09T10:27:00+00:00",
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            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-18d3-7064-8b64-09a87ad1d9ab",
            "title": "Nível de CO2 na atmosfera em 2016 foi o mais alto em 800 mil anos, diz relatório",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2017/10/30/nivel-de-co2-na-atmosfera-em-2016-foi-o-mais-alto-em-800-mil-anos-diz-relatorio.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A concentração média global de dióxido de carbono (CO2) voltou a crescer e bateu novos recordes em 2016, com o mais alto nivel nos últimos 800 mil anos, informa boletim divulgado pela WMO (World Meteorological Organization) nesta segunda-feira (30). Segundo a organização, o aumento nos níveis de concentração do gás nos últimos 70 anos não tem precedentes na história da humanidade.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As concentrações de CO2 são agora 145% mais altas que níveis pré-industriais (antes de 1750): elas atingiram 403,3 partes por milhão em 2016, ante 400,00 ppm em 2015 devido a uma combinação de atividades humanas e uma forte presença do El Niño.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O aumento da concentração de CO2 e de outros gases com efeito de estufa têm o potencial de iniciar mudanças significativas nos sistemas climáticos, levando a \"graves interrupções ecológicas e econômicas\", afirmou o relatório.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O crescimento da população, as práticas agrícolas, o aumento do uso da terra e o desmatamento, a industrialização e o uso de energia a partir de fontes de combustíveis fósseis contribuíram para aumentar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera desde a era industrial, a partir de 1750.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">\"Sem cortes rápidos nas emissões de CO2 e nas outras emissões de gases de efeito estufa, estaremos indo para aumentos de temperatura perigosos até o final deste século, muito acima do objetivo estabelecido pelo acordo de mudança climática de Paris\", disse o secretário-geral da WMO, Petteri Taalas, em nota. \"As futuras gerações herdarão um planeta muito mais inóspito\", disse.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">\"O CO2 permanece na atmosfera por centenas de anos e nos oceanos por mais tempo. Atualmente, não há varinha mágica para remover este CO2 da atmosfera \", completou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Acordo de Paris, assinado por 195 países, assumiu o compromisso de manter o aumento da temperatura abaixo de 2ºC -- o acordo, no entanto, sofreu um forte abalo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgar que o país deixaria o acordo.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">\"Temos muitas das soluções já para resolver este desafio. O que precisamos agora é a vontade política global e um novo senso de urgência \", disse Erik Solheim, chefe do grupo de meio ambiente da ONU, em nota.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O relatório divulgado espera causar impacto nas negociações das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que serão realizadas de 7 a 17 de novembro em Bonn, na Alemanha.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Concentrações de CO2 são agora 145% mais altas que níveis pré-industriais",
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            "date_published": "2017-10-30T17:21:00+00:00",
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            "title": "Poluição: 92% da população global respiram ar inadequado, alerta OMS",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2016/09/27/poluicao-92-da-populacao-global-respiram-ar-inadequado-alerta-oms.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (27) que 92% da população global vivem atualmente em áreas onde os níveis de qualidade do ar ultrapassam os limites mínimos estabelecidos pela entidade.<o:p></o:p></p>      <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os dados integram o mais completo relatório global já divulgado pela organização sobre zonas de perigo para poluição do ar, com base em informações de medições por satélite, modelos de transporte aéreo e monitores de estação terrestre de mais de 3 mil localidades rurais e urbanas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Poluição atmosférica e saúde<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A estimativa é que cerca de 3 milhões de mortes ao ano estejam ligadas à exposição à poluição externa do ar. A poluição interna do ar, entretanto, aparenta ser igualmente perigosa já que, em 2012, em torno de 6,5 milhões de mortes estavam associadas à poluição interna e externa juntas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De acordo com a OMS, quase 90% das mortes relacionadas à poluição do ar são registradas em países de baixa e média renda, sendo que quase dois em cada três óbitos foram contabilizados no sudeste da Ásia e em regiões ocidentais do Pacífico.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ainda segundo o relatório, 92% das mortes são provocadas por doenças não comunicáveis, sobretudo doenças cardiovasculares, derrame, doença obstrutiva pulmonar crônica e câncer de pulmão. A poluição do ar também aumenta os riscos de infecções respiratórias graves.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“A poluição do ar continua prejudicando a saúde das populações mais vulneráveis – mulheres, crianças e adultos de mais idade”, disse a diretora-geral adjunta da organização, Flavia Bustreo. “Para que as pessoas sejam saudáveis, elas precisam respirar ar limpo do primeiro ao último suspiro”, completou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Fontes de poluição<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A OMS alerta que as principais fontes de poluição do ar incluem modelos ineficientes de transporte; combustível doméstico e queima de resíduos; usinas de energia movidas a carvão; e atividades industriais em geral.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"> “Para enfrentar a poluição do ar, é preciso agir o mais rápido possível”, defendeu a diretora do Departamento de Saúde Pública e Determinantes Ambientais e Sociais de Saúde da OMS, Maria Neira.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“As soluções existem por meio do transporte sustentável nas cidades, da gestão de resíduos sólidos, do acesso a combustíveis domésticos limpos e fogões, bem como de energias renováveis e da redução de emissões industriais”, concluiu Maria.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "A OMS alerta que as principais fontes de poluição do ar incluem modelos ineficientes de transporte",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/b1b01460-3382-44ca-a206-69f7d07cf806/conversions/1474988053-large.webp",
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        {
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            "title": "Mais de 18 mil raios atingem MS em uma hora, diz meteorologista",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2016/04/26/mais-de-18-mil-raios-atingem-ms-em-uma-hora-diz-meteorologista.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Moradores de Mato Grosso do Sul iniciaram a semana com casacos e cobertores fora dos armários. É que depois de dias de bastante calor, as temperaturas baixaram no estado nessa segunda-feira (25), choveu, ventou forte e caíram muitos raios.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em uma hora, 18.633 raios atingiram Mato Grosso do Sul entre às 19 e ás 20h (de MS), segundo informações do meteorologista Natálio Abrahão. Foi a maior incidência de descarga elétrica do país no horário.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De acordo com o meteorologista, os raios e a chuva foram provocados por uma frente fria que conseguiu furar o bloqueio atmosférico formado por uma massa de ar seca.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em Campo Grande, foram 31,6 milímetros de chuva com temperatura caindo de 32ºC para 19ºC. Os ventos passaram dos 45km/ h. Em Rio Brilhante, a ventania chegou aos 64km/ h.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em Dourados, os ventos chegaram a 58,32km/ h, com 73 milímetros de chuvas e em Mundo Novo, os ventos atingiram 52km/ h.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Previsão<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A meteorologia alerta para queda de temperatura brusca nesta terça-feira (25) em 76 dos 79 municípios do estado. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima no estado deve chegar a 8°C e a máxima não passa dos 30°C.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O tempo vai ficar nublado com pancadas de chuva e trovoadas, exceto no sul, sudoeste e oeste do estado, aonde estará encoberto com chuva. Em Campo Grande, também há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Os termômetros devem oscilar entre 12°C e 24°C.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em Bela Vista, no sul do estado, e em Coxim, ao norte, a mínima prevista é de 8°C e a máxima de 17°C. Já em Alcinópolis, as temperaturas devem variar de 16°C a 30°C.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Foram 31,6 milímetros de chuva e ventos de 45km/h em Campo Grande",
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            "date_published": "2016-04-26T15:22:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Queimadas crescem 27,5% no país em 2015, mostra Inpe",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2016/01/05/queimadas-crescem-275-no-pais-em-2015-mostra-inpe.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As queimadas aumentaram 27,5% em todo o país, passando de 184 mil focos em 2014 para aproximadamente 235 mil no ano passado, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo a série histórica, iniciada em 1999, o resultado perde apenas para o número de queimadas registradas em 2010 (249 mil focos).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os incêndios florestais em 2015, detectados por meio de satélite, predominaram no período menos chuvoso, entre agosto e dezembro. Em agosto, ocorreram 39 mil queimadas; em setembro, foram 72 mil; em outubro, foram registrados 50 mil focos; em novembro, ocorreram 27 mil queimadas; e em dezembro, foram 18 mil focos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Entre os meses menos críticos, estão janeiro (4 mil focos), junho (5 mil incêndios) e julho (8 mil queimadas). Os meses de fevereiro, março, abril e maio registraram cerca de 2 mil queimadas cada.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Estados<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O estado com maior ocorrência de queimadas foi o Pará, que teve mais de 44 mil registros em 2015, um crescimento de cerca de 8 mil focos em relação a 2014. O segundo colocado foi Mato Grosso, com 32 mil incêndios florestais, alta de 4 mil focos na comparação com o ano anterior.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "No período de estiagem, o cerrado sofre com as queimadas",
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            "date_published": "2016-01-05T17:55:00+00:00",
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            "title": "Seguro-Desemprego para pescadores será suspenso por 120 dias",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/10/13/seguro-desemprego-para-pescadores-sera-suspenso-por-120-dias.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal (Seguro-Defeso) será suspenso por até 120 dias. Durante o período de suspensão será realizado o recadastramento dos pescadores artesanais pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Também será feita a revisão dos períodos de defeso por meio dos Comitês Permanentes de Gestão e Uso Sustentável de Recursos Pesqueiros.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Seguro-Defeso é um benefício concedido pelo governo federal ao pescador profissional artesanal durante o período de paralisação da pesca para preservação das espécies.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O valor do seguro corresponde a um salário mínimo por mês durante toda a temporada de suspensão da pesca. A medida de suspensão consta da Portaria Interministerial nº 192 (Agricultura e Meio Ambiente), publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (9).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“A portaria suspendendo por 120 dias as instruções normativas que regem o Seguro-Defeso, publicada hoje no Diário Oficial, tem por objetivo o recadastramento dos beneficiários do sistema, a revisão das áreas de abrangência, a contribuição dos pescadores para a Previdência e a regularização da aplicação dos recursos públicos pelo governo.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A suspensão das instruções normativas coincide com o fim do período de proibição da pesca e da consequente liberação da atividade pelos próximos oito meses. Assim, não há prejuízo social para os pescadores e nem risco predatório para o meio ambiente.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Dentro desse prazo, um Grupo de Trabalho Interministerial, a ser criado por portaria, composto pelos ministérios e órgãos envolvidos com o programa, sob a coordenação geral do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, se encarregará da revisão do seguro defeso.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Integram esse grupo de estudos os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Fazenda, do Planejamento, Meio Ambiente e Casa Civil, além da Controladoria-Geral da União (CGU), do INSS e do Ministério do Trabalho.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A providência se justifica pela constatação de discrepâncias entre o número de beneficiários registrados no último censo do IBGE, de 2010, e o volume de recursos investidos no programa e os cadastros de pescadores que servem de base aos pagamentos.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A evolução acelerada do total de recursos aplicados no programa nos últimos anos, que alcança em 2015 a cifra de R$ 3,4 bilhões/ano indica um número de beneficiários próximo de 1 milhão de pescadores artesanais, número que diverge do censo oficial, o que implica a revisão dos critérios de elegibilidade.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Há casos suficientes de beneficiários que têm no programa uma segunda remuneração, o que é vedado pela legislação do seguro defeso.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Também a contrapartida do pescador à Previdência, que deveria ser de 2% da venda do pescado bruto, por falta de mecanismos eficientes de monitoramento e controle é, hoje, em média, de R$ 10 ao ano.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os beneficiários que fazem da pesca sua atividade e sustento fiquem tranquilos, pois o recadastramento é uma forma de proteger esse importante programa que faz justiça social àqueles que cumprem seu dever e ao meio ambiente.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O Ministério da Agricultura vai recadastrar pescadores artesanais no período de suspensão",
            "date_published": "2015-10-13T15:34:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:01+00:00",
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            "title": "Brasil perde 1,8% de suas florestas em dois anos, diz IBGE",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/09/25/brasil-perde-18-de-suas-florestas-em-dois-anos-diz-ibge.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Brasil perdeu 1,8% de suas florestas entre 2010 e 2012, segundo dados divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2010, o país tinha 3,26 milhões de quilômetros quadrados (km²) de vegetação florestal, enquanto em 2012, essa área caiu para 3,2 milhões de km², uma perda de quase 60 mil km² em apenas dois anos.<o:p></o:p></p>      <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Nesses dois anos, houve a reposição de 204 km² de florestas, mas o desmatamento foi quase 300 vezes maior: 59,4 mil km². A perda da vegetação florestal deveu-se principalmente à expansão agrícola, que respondeu por 68% da redução das florestas no país. A expansão da pastagem plantada respondeu por outros 28% e a silvicultura por apenas 4%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo a pesquisa Mudanças na Cobertura e Uso da Terra do IBGE, no entanto, a principal perda de vegetação natural ocorreu nas pastagens naturais, que são áreas de vegetação campestre natural sujeitas a atividade pastoril de baixa intensidade e que perderam 7,8% de sua superfície nesse período.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A expansão agrícola também foi responsável por 65% do recuo das pastagens naturais. Outros 35% de perda foram provocados pela expansão da pastagem plantada.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As áreas de vegetação campestre alagada, como charcos e pântanos, reduziram-se em 5,9%, enquanto as de vegetação campestre, como savanas, perderam 2,7% de sua superfície.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ao mesmo tempo, as áreas artificiais, que incluem áreas urbanas, cresceram 2,5%, as áreas agrícolas aumentaram em 8,6% e as pastagens plantadas avançaram 11,1%. A silvicultura teve crescimento de 4,6% nesses dois anos.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Em dois anos houve a reposição de 204 km² de florestas, mas o desmatamento foi quase 300 vezes maior",
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            "date_published": "2015-09-25T14:15:00+00:00",
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            "title": "Primavera começa hoje e terá chuvas atípicas",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/09/23/primavera-comeca-hoje-e-tera-chuvas-atipicas.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A primavera começou oficialmente hoje (23), às 5h21, e a estação será de chuvas atípicas em quase todo o país. Segundo o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mozar Salvador, no próximo trimestre, de outubro a dezembro, o Brasil estará praticamente dividido em duas grandes áreas: uma terá chuva acima da média e outra, abaixo.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As temperaturas também serão proporcionais às chuvas. “Nas regiões onde a probabilidade de chuva ficar abaixo da média a tendência é que as temperaturas fiquem mais altas. E, em dias de chuva, a temperatura máxima tende a diminuir um pouco”, explica.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O meteorologista diz que o fenômeno do El Niño já está em curso há alguns meses e que seus efeitos são notadamente registrados em todo o país, com chuvas acima da média no Sul e Norte e seca no Nordeste. A próxima estação deve seguir essa tendência.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Na Região Sul e na parte sul das regiões Sudeste e Centro-Oeste, como áreas dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a probabilidade é que as chuvas fiquem acima da média. “Estamos vendo que, desde o início de setembro, esse perfil tem seguido o padrão previsto, com muitas chuvas no Sul e chuvas regulares em áreas do Sudeste”, acrescenta.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já nas regiões Norte e Nordeste e a parte norte do Sudeste e Centro-Oeste, como o estado de Goiás, o Distrito Federal e o norte de Minas Gerais, a probabilidade é que as chuvas fiquem abaixo da média.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Mozar Salvador pondera que essa previsão do Inmet é trimestral e que o volume de chuvas pode variar entre os três meses, com mais chuvas em um mês e menos em outro. De acordo com ele, não é possível também afirmar que o volume de chuvas será regular em todos os locais. Para o meteorologista, apesar de o estado de São Paulo ter a chance de chuvas regulares ou acima da média, pode não chover, por exemplo, nas regiões de captação das bacias com déficit de recursos hídricos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Estações do ano<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo o Observatório Nacional, o início da primavera é quando ocorre o segundo equinócio do ano: quando o dia e a noite têm a mesma duração. O primeiro equinócio ocorreu no início do outono, em 20 de março.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As estações do ano são decorrentes da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol. Em setembro, o Sol chega à linha do Equador, indo de Norte para Sul – o que marca o equinócio de primavera no Hemisfério Sul e de outono no Hemisfério Norte.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A partir daí, segundo o Observatório, os dias ficarão cada vez longos e as noites cada vez mais curtas, até a entrada do verão, no dia 22 de dezembro, quando ocorre o solstício de verão, com o maior dia e a menor noite do ano. Os dias, então, vão ficando cada vez menores até que no equinócio do outono novamente o dia e a noite têm a mesma duração. Depois, os dias continuam ficando mais curtas e as noites mais longas até que, no solstício de inverno, é registrado o menor dia e a maior noite do ano.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "No dia 23 de setembro é oficialmente declarado o início da Primavera no Hemisfério Sul",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/e49b2be3-d9ea-424d-ab12-5f71b04726d8/conversions/1443015570-large.webp",
            "date_published": "2015-09-23T11:34:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:39:30+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Uso de agrotóxicos no Brasil cresce mais de duas vezes e meia em dez anos",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/06/20/uso-de-agrotoxicos-no-brasil-cresce-mais-de-duas-vezes-e-meia-em-dez-anos.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O uso de agrotóxicos na agricultura brasileira mais do que dobrou entre os anos de 2002 e 2012, divulgou nesta sexta-feira (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), o uso de agrotóxicos saltou de 2,7 quilos por hectare (kg/ha), em 2002, para 6,9 quilos por hectare em 2012 – variação de cerca de 155%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo o IBGE, os produtos mais usados em 2012 são os considerados perigosos ou muito perigosos, com 64,1% e 27,7% do total de produtos comercializados naquele ano.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os herbicidas foram os agrotóxicos mais comercializados no período, com 62,6% do total de vendas, seguidos dos inseticidas, com 12,6%, e dos fungicidas, com 7,8%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O uso de agrotóxicos por área foi maior na Região Sudeste, com 8,8 quilos por hectare, e o estado de São Paulo foi o que fez o uso mais intenso em 2012, com 10,5 kg/ha. O segundo estado com maior uso de agrotóxicos é Goiás, com 7,9 kg/ha, e o terceiro, Minas Gerais, com 6,8 kg/ha.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O menor uso de agrotóxicos foi verificado no Amazona e no Ceará, onde o valor é menor que 0,5 kg/ha.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Uso de agrotóxicos na agricultura brasileira passou de 2,7 kg por hectare, em 2002, para 6,9 kg em 2012",
            "date_published": "2015-06-20T16:20:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:22:57+00:00",
            "authors": [
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        {
            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1576-7296-9e24-33ccc7fe5e55",
            "title": "Com início neste domingo inverno será marcado por frio e pouca chuva no país",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/06/19/com-inicio-neste-domingo-inverno-sera-marcado-por-frio-e-pouca-chuva-no-pais.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O inverno começa oficialmente às 13 horas e 38 minutos deste domingo, 21 de junho. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), de ponta a ponta do Brasil, o período é de pouquíssimas chuvas.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As temperaturas, como em todo inverso, ficam mais amenas em quase todo o território nacional. Mas, nada muito rigoroso, conforme explicação do meteorologista do Centro de Análise e Previsão do Tempo, Luiz Cavalcanti. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"> “Frentes frias são mais comuns na parte sul brasileira e fazem as temperaturas, eventualmente, despencarem e podem resultar em geadas, principalmente nas serras das regiões Sul e Sudeste”. O Centro-Oeste terá temperaturas mais elevadas, apesar de também serem baixas nesta época do ano.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Mais fracas no inverno, as chuvas podem acontecer se houver a passagem de algum sistema frontal mais intenso. Elas podem ser generalizadas nas regiões Sul e Sudeste. No Norte elas se concentram mais em Roraima, Amapá, norte do Amazonas e noroeste do Pará. Elas estão previstas também para Mato Grosso e o norte de Goiás.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Menos chuva<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">As chuvas diminuem e são muito pouco frequentes em parte do Sudeste, no Centro-Oeste, no centro/sul do Norte e no semiárido do Nordeste. Especificamente na região nordestina, a tendência é que não aconteçam mais chuvas. Se ocorrerem é mais no litoral do Rio Grande do Norte e Bahia. “É rigorosa a seca no Nordeste, na parte central e sul da região amazônica, no Centro-Oeste e parte da região Sudeste”, diz Cavalcanti.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Nevoeiros e neblinas nas primeiras horas do dia e ar mais seco (até 30%) são previstos para a região central do Brasil.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O inverno vai até o dia 23 de setembro.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O inverno começa oficialmente às 13 horas e 38 minutos deste domingo",
            "date_published": "2015-06-19T19:40:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:04+00:00",
            "authors": [
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        {
            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1249-7087-a96c-2574ee2705aa",
            "title": "Previsão do Tempo: MS vai ficar parcialmente nublado nesta terça-feira",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/06/09/previsao-do-tempo-ms-vai-ficar-parcialmente-nublado-nesta-terca-feira.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O tempo vai ficar parcialmente nublado com possibilidade de névoa seca nesta terça-feira (09). <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura no Mato Grosso do Sul terá a máxima de 33°C e a mínima de 13°C.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em Campo grande, a previsão é de céu parcialmente nublado. A máxima deve ficar nos 29°C e a mínima será de 18°C.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Na Capital a máxima deve ficar nos 29°C e a mínima será de 18°C",
            "date_published": "2015-06-09T09:19:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:22:56+00:00",
            "authors": [
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            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1aaa-7022-ac4a-33d8494196cb",
            "title": "Ascensão de famílias à classe média deve ser associada ao consumo consciente",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2015/06/05/ascensao-de-familias-a-classe-media-deve-ser-associada-ao-consumo-consciente.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O slogan do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado hoje (5), “Sete bilhões de sonhos. Um planeta. Consuma com moderação”, convida as pessoas a repensarem seus estilos de vida e a se verem como parte da coletividade, em uma comunidade global. A expectativa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) é que de um a três bilhões de consumidores de classe média sejam somados à população global até 2030 e o Brasil tem um papel importante neste contexto.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para a consultora do Pnuma na área de consumo sustentável, Fernanda Daltro, o país tem grande potencial para se tornar modelo de sustentabilidade e exportar esse conceito para o mundo, com a ascensão de novas famílias para a classe média. “Temos uma relação diferenciada com a natureza e uma população mais sensível ao tema e que está construindo seu modelo de consumo. O Brasil está em um momento de virada, com o acesso de boa parte da população à classe média e que podem agora ter o supérfluo e não apenas o necessário para subsistência. Então precisamos trabalhar a mentalidade dessas pessoas para que não tenham só o consumismo como objetivo de vida”, disse.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Fernanda explica que o planeta não tem como sustentar o padrão da classe média no modelo atual, construído desde a segunda guerra mundial, principalmente pelos Estados Unidos, e exportado para mundo. Ela diz que as empresas e o poder público têm instrumentos importantes para incentivar a produção e o consumo sustentáveis, como campanhas de conscientização, critérios em compras públicas e incentivos econômicos. Para ela, cada movimento, cada mudança de hábito das pessoas importa e também faz a diferença no contexto final.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Se cada um pudesse mudar uma coisa nos seus hábitos que favoreça o meio ambiente e se sete bilhões de nós fizermos isso também? Pequenos hábitos fazem a diferença, dão exemplo e vão contaminando as pessoas ao seu redor”, explicou Fernanda.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A gerente de Comunicação e Campanhas do Instituto Akatu, organização não governamental que trabalha pelo consumo consciente, Gabriela Yamaguchi, lembrou que o país está vivendo uma crise de escassez de água e a população sente os efeitos na prática. Para ela, esse é o momento de promover a educação e a mudança de comportamento para o consumo sustentável. “As pessoas devem visualizar que realmente estamos próximos desses recursos se esgotarem se continuarmos nesse ritmo de consumo”, disse.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo Gabriela, a ideia de que a riqueza de um país está ligada apenas ao giro da sua economia está ficando ultrapassada e cada vez mais as instâncias internacionais têm um olhar mais social, além do econômico. “O Brasil tem sido muito reconhecido pela inclusão de pessoas no acesso aos bens de consumo, mas tem um desafio muito grande que é a educação dessa população. Só dar poder de compra não forma cidadãos que analisam e fazem as escolhas conscientes. Precisamos ajudar as pessoas a questionarem o que é mais importante na vida delas, a fazerem escolhas que priorizem menos bens materiais e sigam no caminho da qualidade de vida”, explicou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Instituto Akatu possui uma rede de aprendizagem para troca de conhecimentos e práticas sobre consumo consciente entre professores e alunos do Ensino Fundamental de escolas em todo o Brasil. O Edukatu reúne informações e materiais sobre o tema e convida os participantes a realizar atividades por meio de circuitos de aprendizagem.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já o Pnuma desenvolve no Brasil, desde 2008, a campanha Passaporte Verde que procura sensibilizar turistas para contribuir com o desenvolvimento sustentável local por meio de escolhas responsáveis durante as férias e o lazer. Na próxima semana, o programa das Nações Unidas lança, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o Guia Produção e Consumo Sustentáveis: tendências e oportunidades para o setor de negócios.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo a consultora do Pnuma, o guia é uma forma simplificada de explicar esse conceito de produção e consumo sustentáveis. “Isso vai além da chamada gestão ambiental, de reduzir o desperdício, mas desenhar produtos mais sustentáveis, um ferro elétrico que consome menos energia, por exemplo. O guia traduz esse conceito mais complexo para uma linguagem que as pequenas e médias empresas entendem e se apropriam. É uma conversa com todos os elos da cadeia também para sensibilizar o consumidor a prestigiar esses produtos. Optar pelos mais sustentáveis serve de recado para a indústria, de que [o consumidor] quer mais desses produtos”, explicou Fernanda.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O Brasil tem potencial para se tornar modelo de sustentabilidade e exportar esse conceito para o mundo",
            "date_published": "2015-06-05T19:39:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:15+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Anvisa suspende medicamentos",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2014/11/03/anvisa-suspende-medicamentos.html",
            "content_html": "<p> <span style=\"text-align: justify;\">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou hoje (3) a suspensão da distribuição, comercialização e do uso do lote AIIM/16 do medicamento Torisel 25 mg/ml (Tensirolimo) que contém diluente do lote AHZW/1N. A empresa fabricante, Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda, comunicou o recolhimento voluntário do lote após receber queixas relatando a presença de cristais no diluente do medicamento citado. O lote tem validade até junho de 2016.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Também foi determinada a suspensão dos lotes 924040 e 924423 do medicamento Yervoy (Ipilimumabe) 200 mg/40 ml, solução injetável, fabricado pela Bristol-Myers Squibb Farmacêutica S.A. O fabricante comunicou recolhimento voluntário dos lotes, como medida de precaução, após receber reclamações referentes a rachaduras em frascos do lote citado. De acordo com a Anvisa, as rachaduras podem comprometer a esterilidade do produto e provocar a introdução de pequenas partículas de vidro no interior do frasco.</p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A agência interditou cautelarmente, pelo prazo de 90 dias, o lote 002 do saneante Desinfetante para uso geral – Eucalipto, marca Candura, 2l, fabricado pela Iplasa Indústria e Comércio de Produtos Domissanitários. O lote apresentou resultado insatisfatório no ensaio de teor de tensoativo catiônico e determinação de pH.</p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Também foi determinada a interdição cautelar do lote 1574 do cosmético Hygipart Gel Antisséptico (Gel Alcoólico Antisséptico), frasco de 600 mL/440g. O lote foi fabricado pela empresa Kelldrin Industrial Ltda em 01/2014 e tem validade até 01/2016. Segundo a Anvisa, a medida foi tomada porque foi insatisfatório o resultado do ensaio de teor de álcool etílico.</p>",
            "summary": "A empresa fabricante comunicou o recolhimento voluntário do lote",
            "date_published": "2014-11-03T16:13:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:08+00:00",
            "authors": [
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        {
            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-0c2d-730c-9323-781d61966146",
            "title": "Setembro registra 15.622 focos de incêndio em todo o país",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2014/09/13/setembro-registra-15622-focos-de-incendio-em-todo-o-pais.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">Dados coletados por satélites de referência do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que, em setembro, foram registrados 15.622 focos de incêndio em todo o Brasil. Esse volume representa aumento superior a 160%, em relação ao mesmo período de 2013, quando o Inpe registrou 5.946 focos.</p><p class=\"MsoNormal\"><o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Os dados revelam que o Mato Grosso é o estado mais atingido por incêndios, seguido pelo Pará e Maranhão. Juntos, os três somam quase 44% do total de focos ao longo do mês. O Pará também se destaca por abrigar o município com o maior número de registros, São Félix do Xingú, com 551 focos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Conforme informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o aumento dos registros não é surpresa. A condição climática e o acúmulo de matéria orgânica, decorrente da redução das queimadas do ano passado, favoreceram esse crescimento.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O Ibama avalia que a construção de aceiros negros é a maneira mais eficaz de prevenir os incêndios. Eles servem de controle da queima da vegetação, consequêntemente impedem o avanço do fogo. Para evitar, o descontrole, técnicos do instituto ressaltam a importância de ações de educação ambiental junto à população.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Para esses técnicos, é considerado incêndio o fogo que se espalha sem controle pelas florestas e matas, originado ou não pelo homem. Já as queimadas têm a presença direta do homem e são utilizadas, principalmente, para \"trabalhar\" determinada área para plantio ou pecuária.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Devido ao baixo custo, a prática de limpeza de terrenos com uso de queimadas é tão comum como os riscos que ela representa. Em Mato Grosso, por exemplo, a técnica é proibida de 15 de julho a 15 de setembro.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Os biomas amazônico e Cerrado totalizam 87% do volume de queimadas e incêndios em todo o território nacional.  Analista ambiental do ICMBio, Angela Barbara Garda informou à Agência Brasil que o incêndio transforma-se em ameaça à biodiversidade quando compromete seguidamente a reprodução das espécies, impedindo sua perpetuação a longo prazo. \"É importante lembrar a existência de ambientes sensíveis, mas tolerante e até dependentes do fogo\", salientou.</p>  <p class=\"MsoNormal\"> </p>",
            "summary": "Esse volume representa aumento superior a 160%, comparado a 2013",
            "date_published": "2014-09-13T17:13:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:22:42+00:00",
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            "title": "Brasil recolhe 94% das embalagens de defensivos agrícolas",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2014/08/03/brasil-recolhe-94-das-embalagens-de-defensivos-agricolas.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">A Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010, determinou, além das várias obrigações aos gestores públicos, que a própria indústria tome conta dos resíduos que produz. Também regulado por leis anteriores, o setor produtivo de defensivos agrícolas é referência e hoje recolhe 94% das embalagens que produz.</p><p class=\"MsoNormal\"><o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), que gerencia esse sistema, desde sua criação, em 2002, até junho de 2014 foram encaminhadas mais de 300 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos para o destino ambientalmente correto.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Apenas no primeiro semestre deste ano, o Sistema Campo Limpo destinou mais de 22 mil toneladas de material. A quantidade é 7% maior se comparada ao mesmo período de 2013. As maiores cargas saíram do Mato Grosso, do Paraná, do Rio Grande do Sul, da Bahia e de Minas Gerais; juntos correspondem a 70% do total de embalagens de defensivos retirados do campo no Brasil.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Para o diretor-presidente do inpEV, João César Rando, isso só foi possível porque se colocou todos os elos da cadeia trabalhando juntos, do fabricante ao produtor rural e às associações, cada um com sua cota-parte de responsabilidade.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">“As embalagens ficavam no campo e era um problema grave para o produtor e não havia solução ambientalmente adequada. Na época, não se falava em logística reversa. Então, verificamos se as embalagens pós-consumo não poderiam fazer o caminho inverso e, a partir dessa experiência, o sistema começou a se desenvolver”, disse Rando.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O inpEV adota o conceito de aproveitamento do frete de retorno para o transporte das embalagens vazias. Isso significa que o mesmo caminhão que leva as embalagens cheias para os distribuidores e cooperativas não retorna vazio após a entrega. Ele transporta também as embalagens vazias até as unidades de recebimento. O conceito é aplicado em mais de 98% das cargas das centrais para o destino final.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">A Política de Resíduos Sólidos aprovou a construção prioritária de seis cadeias de logística reversa: óleos lubrificantes, agrotóxicos, lâmpadas, eletroeletrônicos, pneus e pilhas, e ainda trata de embalagens em geral.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa, formado por cinco ministérios, optou por tratar com os setores industriais de óleos lubrificantes, eletroeletrônicos, lâmpadas, embalagens em geral e medicamentos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Segundo a diretora de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Zilda Veloso, a lei tem uma série de lacunas. “Ela fala que os produtos descartados e reciclados vão ter que ser aproveitados em outras cadeias, mas não fala de incentivos financeiros, só joga isso no colo das empresas. Assim como fala de prazo de quatro anos para as metas dos municípios, não foi sinalética no que diz respeito aos acordos setoriais, não dá prazo, a gente é que vem correndo com isso e essa negociação demora”.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Veloso explica que alguns estados, por exemplo, entendem que ponto de recolhimento é um local de armazenamento de resíduo perigoso, sujeito a licenciamento ambiental. “Então na hora que vou descartar meu produto, a loja não quer receber, não tenho ponto de recolhimento. O setor entende que vai ter dificuldade em fazer essa logística, mas é uma responsabilidade desencadeada”, disse a diretora, contando também que alguns setores estão colocando condições para o governo, exigindo incentivos fiscais, de redução de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). “Mas o governo federal não tem autonomia para isso, é coisa dos estados.”<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O diretor-presidente do inpEV diz que para estruturar a logística reversa, como foi feito com as embalagens de agrotóxicos, dá trabalho e custa bastante. “Assim como cada elo tem seu papel, o consumidor final de cada cadeia tem que ser educado e conscientizado e isso requer muito investimento. Depois que se estrutura e se investe, tenho certeza e convicção que é possível dar um tratamento adequado para produtos de todo e qualquer segmento, considerando suas particularidades”.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Desde 2002, o aporte da indústria foi de mais de R$ 700 milhões para a viabilização do Sistema Campo Limpo. “O produtor tem o custo de trazer de volta essa embalagem, em torno de 3% a 4% do total. As cooperativas precisam disponibilizar e gerir os locais de armazenamento, cerca de 15% do custo total do sistema. Os outros 80% são financiados pela indústria porque é quem tem toda a responsabilidade”, disse Rando.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Entretanto, é possível agregar valor aos resíduos. No caso das embalagens de agrotóxicos, cerca de 40% do custo são revertidos pelo próprio sistema. “Procuramos agregar o máximo de valor possível, entretanto, haverão setores com um ônus muito grande porque o produto reduzido não tem um alto valor comercial e não há contrapartida”.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Rando explica que já exite uma reivindicação para que os governos desonerem a cadeia de logística reversa. “Não faz sentido tributar na reciclagem, um produto que já foi tributado na sua origem”, disse ele, explicando que podem se desonerados tributos federais, como Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), estaduais, como o ICMS, e até municipais, como o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">“São mecanismos para ajudar os setores a implantar os seus sistemas. Uma vez funcionando, a economia que o governo e a sociedade vão ter é certa, com um meio ambiente mais limpo e saudável”, completou Rando.</p>  <!--EndFragment-->",
            "summary": "Apenas no 1º semestre, foram destinados mais de 22 mil toneladas",
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            "title": "Prazo para que municípios acabem com lixões termna neste sábado",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">O prazo para que os municípios cumpram a determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos de acabar com os lixões e armazenar os resíduos sólidos em aterros sanitários encerra nesta sábado (2), mas menos da metade deles tem destinação adequada do lixo.</p><p class=\"MsoNormal\"><o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O Brasil tem atualmente 2.202 municípios com aterros sanitários, o que representa 39,5% das cidades do país. Apesar de mais da metade das cidades ainda terem lixões, 60% do volume de resíduos já está com destinação adequada.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Na última quinta-feira (31) a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que o governo federal não vai estender o prazo para que os municípios acabem com os lixões. Segundo ela, uma ampliação pode ser discutida no Congresso Nacional e a repactuação do prazo para a adequação deve vir acompanhada de um debate ampliado sobre a lei, levando em conta a realidade e a lógica econômica de cada município.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">“A necessidade de repactuar o prazo deve ser tratada no Congresso Nacional. O governo apoia uma discussão ampliada sobre a lei. Ampliar o prazo sem considerar todas as questões é insuficiente”, avalia a ministra.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Quem não cumprir a legislação estará submetido às punições previstas na Lei de Crimes Ambientais, que prevê multa de R$ 5 mil a R$ 50 milhões. Umas das alternativas para as cidades que não cumpriram a meta seria buscar um acordo com o Ministério Público, que fiscaliza a execução da lei, e firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">“Aqueles que demostrem interesse de cumprir as obrigações, que firmem acordo com o Ministério Público. Se não fizer absolutamente nada, nem tomar providências, nem assinarem o TAC, vão responder por ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental”, explica a  a procuradora do Trabalho do Paraná e coordenadora do projeto Encerramento dos Lixões e Inclusão Social e Produtiva de Catadores de Materiais Recicláveis do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Margaret Matos de Carvalho.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em 2010 e determina que todos os lixões do país deverão ser fechados até a data de hoje. Pela lei, o lixo terá que ser encaminhado para um aterro sanitário, forrado com manta impermeável, para evitar a contaminação do solo. O chorume deve ser tratado e o gás metano terá que ser queimado.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Nos últimos quatro anos, desde que a política foi aprovada, o governo federal disponibilizou R$ 1,2 bilhão para municípios e estados para ações de destinação de resíduos sólidos, incluindo a elaboração de planos e investimentos em aterros. Segundo a ministra Izabella Teixeira, menos de 50% desses recursos foram executados, por causa de situações de inadimplência de municípios ou dificuldades operacionais.</p>",
            "summary": "Quem não cumprir a legislação estará submetido a multa de R$ 5 mil a R$ 50 mi",
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            "title": "Senado debate risco de racionamento de água no país",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">O risco de racionamento de água em grandes cidades do país e a busca por medidas para evitá-lo são temas de audiência pública conjunta da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) marcada para esta quarta-feira (4).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Autor do requerimento para realização do debate, o senador Jorge Viana (PT-AC) explicou que a escassez de água era um problema até pouco tempo marcante apenas no semiárido nordestino, mas que, gradativamente, vem se tornando um problema de grandes centros urbanos por todo o país. Dados divulgados pela imprensa indicam que a falta de água já afeta municípios de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">— A escassez de recursos hídricos para o abastecimento de centros urbanos precisa ser enfrentada com urgência, até mesmo porque envolve conscientização da população, definição de políticas públicas e significativos investimentos do conjunto dos entes da Federação — afirmou o senador ao justificar a audiência.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Para o debate foram convidados o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, e o secretário executivo do Ministério da Integração Nacional, Irani Braga Ramos. <o:p></o:p>A audiência está marcada para 7h30 no plenário 13 da Ala Senador Alexandre Costa. </p>",
            "summary": "Falta de água já afeta municípios de São Paulo, Paraná e Minas Gerais",
            "date_published": "2014-05-31T20:01:00+00:00",
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            "title": "Mata Atlântica perdeu 235 km² de vegetação entre 2012 e 2013",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">A Mata Atlântica perdeu 235 quilômetros quadrados (km²) de vegetação entre 2012 e 2013, o que representa um aumento de 9% no ritmo da devastação em relação ao último período avaliado (2011-2012). A área de vegetação perdida equivale a 24 mil campos de futebol.</p>  <p class=\"MsoNormal\">Esta é a nona edição do estudo realizado pelo Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado pela organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica, em parceria com Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados foram divulgados hoje (27).</p>  <p class=\"MsoNormal\"> “A Mata Atlântica é um patrimônio nacional, um bioma extremamente ameaçado, porque uma parte da população brasileira vive nessa área e depende de seus recursos, então o esforço e a participação da sociedade são importantes para que preservemos essas florestas e tenhamos a garantia de serviços ambientais que beneficiam boa parte da população brasileira”, disse a diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do atlas, Marcia Hirota.</p>  <p class=\"MsoNormal\">A Mata Atlântica é um dos biomas mais ricos em biodiversidade, com até 60% de suas espécies existindo apenas nessa área.  Segundo a SOS Mata Atlântica, a taxa anual de desmatamento registrada neste período é a maior desde 2008, quando foi apontada a perda de 343,1 km² de floresta. Entre 2008 e 2010 a taxa média anual de destruição foi de 151,8 km². Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 hectares. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, restam 12,5% da área original do bioma, que tinha 1,3 milhão de km² quando o Brasil foi descoberto.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Ao todo, 17 Estados são abrangidos oficialmente pela Mata Atlântica, e, pelo quinto ano seguido, Minas Gerais foi um dos estados que mais destruíram o bioma, com perda de 84,3 km² de floresta. “Nas edições anteriores, Minas Gerais ocupou o segundo lugar, então o estado sempre esteve no topo do desmatamento da Mata Atlântica. Desde os últimos anos temos feito alertas tanto ao governo do Estado quanto aos diferentes setores para que possamos tirar Minas Gerais do topo da lista, porque é o estado que possui maior área de floresta preservada”.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O Piauí aparece em seguida no ranking do desmatamento no período, com menos 66,3 km² de floresta. A Bahia foi o terceiro estado que mais desmatou, com 47,7 km² a menos de vegetação no intervalo avaliado. Em São Paulo, houve queda de 51% no desmate na comparação com o último período. Mesmo assim, o estudo mostra que quase 1 km² de floresta desapareceu entre 2012 e 2013. Nesse período, o Rio de Janeiro registrou perda de 0,1 km².<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">O pesquisador e coordenador técnico do estudo pelo Inpe, Flávio Jorge Ponzoni, explicou que o objetivo do atlas é fazer um diagnóstico e não o trabalho de fiscal ou de polícia. “Fazemos um mapeamento global do bioma como um todo. Antes fazíamos a atualização de cinco em cinco anos, depois passamos a fazer a cada dois anos e agora anualmente. Isso torna o Atlas mais eficaz na identificação de áreas desflorestadas”.<o:p></o:p></p><p class=\"MsoNormal\">O diretor de Políticas Públicas da ONG, Mario Mantovani, ressaltou que há exatos 26 anos a Mata Atlântica foi incluída na Constituição como o único bioma que tem uma regulamentação. Entretanto, continua sofrendo pressão do desmatamento. <o:p></o:p>Segundo ele, há uma contradição entre o cumprimento da lei federal e o crescimento do desmatamento em Minas Gerais e no Piauí porque esses estados não reconhecem a Mata Atlântica como área a ser preservada. “Outro ponto que percebemos foi a expansão urbana. Mas conseguimos uma forma de mobilização prevista na lei, que são os planos municipais. Se o município fizer sua regularização pode identificar como usar cada área”, disse.</p>",
            "summary": "A área de vegetação perdida equivale a 24 mil campos de futebol",
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            "title": "Pesca está proibida por 30 dias em municípios do Amazonas",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">Uma instrução normativa do Ministério da Pesca e Aquicultura e do Ministério do Meio Ambiente publicada hoje (19) no Diário Oficial da União reconhece, por 30 dias, período de defeso (paralisação temporária da pesca) nos municípios amazonenses de Apuí, Manicoré, Nova Olinda do Norte, Nova Aripuanã, Borba, Canutama, Lábrea, Envira, Ipixuna, Guajará, Careiro da Várzea, Humaitá e Boca do Acre.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">De acordo com o texto, a medida é considerada excepcional em decorrência de fenômenos naturais. O governo levou em consideração decretos de situação de emergência em diversos municípios da região da Bacia Hidrográfica do Rio Amazonas em razão de chuvas intensas e inundações. A instrução normativa entra em vigor hoje.</p>",
            "summary": "Período de defeso foi publicado hoje no Diário Oficial da União",
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            "title": "Sete milhões de mortes em 2012 foram associadas à poluição",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2014/03/25/sete-milhoes-de-mortes-em-2012-foram-associadas-a-poluicao.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\">Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).<o:p></o:p>Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\">Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo. <o:p></o:p>Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\">Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS. <o:p></o:p>“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\">Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%). <o:p></o:p>A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\">No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.</p>",
            "summary": "Poluição do ar se tornou o maior fator de risco ambiental para a saúde",
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            "date_published": "2014-03-25T23:30:00+00:00",
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            "title": "MT tem nove municípios em estado de alerta por causa da chuva",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2014/03/06/mt-tem-nove-municipios-em-estado-de-alerta-por-causa-da-chuva.html",
            "content_html": "<p>Mato Grosso já sente os efeitos das chuvas intensas que caem no estado e nove cidades decretaram situação de emergência. Segundo o coordenador da Defesa Civil de Mato Grosso, coronel Sérgio Roberto Delamônica Corrêa, outros municípios estão em estado de alerta, já que a projeção é de mais dez dias de chuvas fortes no estado.</p><p>“A Defesa Civil do Estado está atuando junto com as coordenadorias municipais para fazer um levantamento dos prejuízos e, caso necessário, haverá decretação de emergência”, disse Delamônica.</p><p>O coronel explica que o governo do estado já mobilizou equipes para trabalhar emergencialmente para minimizar as consequências das chuvas, principalmente na recuperação de estradas e pontes, essenciais para o escoamento da produção de grãos do estado.</p><p>Apesar dos prejuízos, apenas no município de Barra do Bugres famílias precisaram deixar suas casas, por causa da elevação no nível do Rio Paraguai. Segundo o coronel Delamônica, cerca de 300 pessoas estão em abrigos.</p><p>Os municípios em situação de emergência em Mato Grosso são: Itaúba, Barra do Bugres, Nova Maringá, Confresa, Terra Nova do Norte, Pontal do Araguaia, Nova Guarita, Santa Cruz do Xingu e Santa Terezinha.</p>",
            "summary": "pesar dos prejuízos, apenas no município de Barra do Bugres famílias precisaram deixar suas casas",
            "date_published": "2014-03-06T23:00:00+00:00",
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            "title": "Verão sem chuvas aumentará nos próximos anos, diz Inpe",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/br-meio-ambiente/2014/02/24/verao-sem-chuvas-aumentara-nos-proximos-anos-diz-inpe.html",
            "content_html": "<p>A falta de chuvas durante o verão se tornará cada vez mais frequente no Brasil nos próximos anos, segundo o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilvan Sampaio. A razão é o aumento da temperatura em todo o globo terrestre, o que tende a potencializar a intensidade dos eventos climáticos no futuro. \"Os extremos climáticos serão mais frequentes. Quando chove, chove com maior intensidade. O período seco será mais prolongado e intenso\", diz Sampaio. Para o especialista, o setor elétrico brasileiro, cujo sistema que é predominantemente hidroelétrico, precisa estar preparado para lidar com as mudanças climáticas.</p><p>Mudanças climáticas — O aumento das temperaturas tem colocado em xeque uma máxima conhecida entre os especialistas em meteorologia de que, no Brasil, o verão é chuvoso e o inverno, seco. Em 2014, tem ocorrido o oposto, com o verão extremamente seco. A causa é um bloqueio atmosférico formado por uma massa de ar quente e seca, que tem impedido o avanço das frentes frias causadoras das chuvas.</p><p>De acordo com Sampaio, normalmente, esse sistema de alta pressão se forma no meio do oceano Atlântico. Porém, essa massa se posicionou mais próxima ao continente desta vez. Além de impedir as chuvas, o sistema de alta pressão se caracteriza por temperaturas elevadas, como pode ser observado nos sucessivos recordes de temperaturas registrados nas principais cidades brasileiras nas últimas semanas.</p><p>A ocorrência desse fenômeno gera o aumento da temperatura dos oceanos, intensificando o processo de evaporação. Com isso, nuvens mais profundas são formadas e, uma vez \"furado\" o bloqueio atmosférico, chuvas mais intensas ocorrem. No fim de semana passado, uma frente fria conseguiu superar a massa de ar quente e seca, ocasionando chuvas no Sul e no Sudeste.</p><p>Contudo, o especialista do Inpe afirmou que a massa de ar quente e seca voltará a ganhar força nas duas próximas semanas, elevando novamente as temperaturas. \"A expectativa é que, em março, o bloqueio atmosférico se dissipe. Mas aí só estará restando um mês de chuvas\", afirma.</p><p>A falta de chuvas, aliada ao consumo elevado de energia, contribuiu para reduzir significativamente o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o maior e mais importante do país, operam com 35,5% da capacidade, menor nível desde 2001.</p><p>Chuva e calor — Os modelos meteorológicos mostram uma mudança no comportamento das chuvas, segundo Sampaio. Em termos de volume, não há nenhuma alteração significativa, exceto no possível aumento das precipitações na região Sul (especialmente no Rio de Grande do Sul). Contudo, o que se projeta são chuvas cada vez mais intensas e concentradas, com longos períodos sem chuvas e temperaturas mais altas. \"Episódios o como do Espírito Santo no fim do ano passado ou de Petrópolis há dois anos se tornarão cada vez mais comuns\", comentou.</p><p>Sampaio afirmou que, com o aumento de temperatura, em regiões do país com alta disponibilidade hídrica, as chuvas tendem a ser cada vez mais fortes, tendo em vista a intensificação do processo de evaporação. Em regiões com menor disponibilidade hídrica, o movimento é o inverso e a tendência é de as secas se tornarem cada vez mais severas. \"Além disso, observa-se que a frequência de dias e noites mais frias está diminuindo, enquanto está aumentando a frequência de dias e noites mais quentes\", explica.</p><p>O aumento de temperatura também favorece a formação de bloqueios atmosféricos, como o observado atualmente. \"A frequência de bloqueios como o atual pode aumentar, mas não sabemos qual o período de recorrência. Em vez de ocorrer, por exemplo, a cada quarenta anos, isso pode ocorrer a cada trinta anos, vinte anos ou dez anos. Não sabemos exatamente\", diz o pesquisador do Inpe.</p><p>Sobre a situação atual, Sampaio afirma que os dados meteorológicos não apontam para a formação da chamada Zona de Convergência do Atlântico Sul, caracterizada por chuvas intensas e constantes. \"Apostar que em março irá chover em nível suficiente para compensar a falta de chuvas em janeiro e em fevereiro é bastante arriscado. Não há nenhuma indicação de que está sendo formada essa zona de convergência, que faria chover por seis ou sete dias seguidos\", afirma.</p>",
            "summary": "Modelos meteorológicos indicam que chuvas serão cada vez mais concentradas",
            "date_published": "2014-02-24T23:30:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:22:17+00:00",
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            "title": "Sexta edição da Hora do Planeta será em março",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\"><o:p></o:p>Quinze cidades brasileiras aderiram até agora à sexta edição da campanha A Hora do Planeta, lançada nessa quinta-feira (13) pela organização ambientalista brasileira WWF-Brasil. O ato simbólico está programado para ocorrer no dia 29 de março, entre as 20h30 e as 21h30, período em que cidadãos, instituições públicas e empresas de todo o mundo apagarão as luzes em uma mobilização contra o aquecimento global.<o:p></o:p></p>      <p class=\"MsoNormal\">A campanha terá este ano o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”. A iniciativa foi criada em 2007 pela Rede WWF. O World Wide Fund for Nature (WWF) é uma organização não governamental internacional que atua na área de conservação, investigação e recuperação ambiental.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Este ano, pela primeira vez, o Brasil participará da iniciativa global Hora do Planeta: Desafio das Cidades, que irá eleger a capital mundial líder em iniciativas que levam ao desenvolvimento da economia de baixo carbono.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">São Paulo, o Rio de Janeiro e Belo Horizonte são finalistas desse concurso, que terá dois vencedores. Os nomes serão conhecidos no dia 28 de março, em Vancouver, no Canadá, eleitos por um júri de especialistas e por voto popular. Estão concorrendo 50 cidades de 13 países. Mais cinco cidades brasileiras (Betim, Manaus, Porto Alegre, Fortaleza e Sorocaba) se candidataram, mas não foram selecionadas. O público poderá votar na cidade finalista no site We Loves Cities.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">A secretária-geral da WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, destacou que a Hora do Planeta, “como maior ato simbólico mundial contra o aquecimento global”, induz à reflexão sobre a postura de todos diante das mudanças climáticas. “Com o Desafio das Cidades, vamos além da hora, com o objetivo de estimular a criação e disseminação de melhores práticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por meio de planos ambiciosos, inspiradores e factíveis para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono”, disse ela.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">No ano passado, 113 municípios brasileiros participaram da Hora do Planeta, totalizando 627 monumentos, prédios históricos e espaços públicos que apagaram as luzes na hora marcada.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\">Além de Belo Horizonte, já se inscreveram para a campanha deste ano as cidades de Erechim (RS), Tarumã (SP), Águas de São Pedro (SP), Campinas (SP), Macapá (AP), Osasco (SP), Tijucas (SC), Joinville (SC), Barueri (SP), Itajubá (MG), Paudalho (PE), Pirenópolis (GO), Ribeirão Pires (SP) e Tucuruí (PA).<o:p></o:p></p>",
            "summary": "A campanha terá como slogan “Use seu poder para salvar o planeta”",
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            "date_published": "2014-02-16T20:00:00+00:00",
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