para discutir o cenário epidemiológico das arboviroses e as ações estratégicas de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, em Campo Grande. O encontro acontece, a partir de 8h, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (CREA-MS), localizado na Rua Sebastião Taveira, 268, Bairro São Francisco.
Do dia 01 de janeiro a 12 de abril deste ano foram notificados 6.184 casos de dengue e dois óbitos provocados pela doença na Capital. No mesmo período do ano passado foram 6.067 casos notificados e quatro óbitos.
Os índices são considerados preocupantes, o que reacende o alerta em relação as medidas de prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, sobretudo à dengue. Os casos de Chikugunya e Zika se mantém estáveis.
No último mês, houve um aumento de mais de 20% na procura por atendimento nas unidades de urgência e emergência do município em decorrência da doença.
Conforme mapa de notificações da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), referente a semana 01 a 14, oito bairros e parcelamentos de Campo Grande encontram-se com índices considerados muito altos, são eles: Caiobá, Chácara dos Poderes, Los Angeles, Maria Aparecida Pedrossian (MAPE), Jardim Noroeste, Nova Lima , Tijuca e Tiradentes.
Com o objetivo de reduzir os índices de notificações, o município tem intensificado as ações de rotina e utilizado outras estratégias como a Operação Mosquito Zero, o programa “Colaborador Voluntário”, e o projeto Wolbachia.
Operação Mosquito Zero
Em pouco mais de cinco meses, mais de 55,3 mil imóveis foram inspecionados nas sete regiões urbanas durante a Campanha Operação Mosquito Zero. Os trabalhos foram iniciados em 16 de novembro do ano passado e concluídos no dia 31 de março. Cerca de 300 agentes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais da Secretaria Municipal de Saúde (CCEV/Sesau) estiveram mobilizados nas ações. Ao todo foram 39 mil depósitos e 2,6 mil focos eliminados.
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