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    "title": "MS Repórter - Economia",
    "description": "Feed de notícias de Economia do MS Repórter",
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            "title": "Procon pesquisa produtos de consumo tradicional na Páscoa; variação de 318,76% no valor de peixes \n",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2021/03/29/procon-pesquisa-produtos-de-consumo-tradicional-na-pascoa-variacao-de-31876-no-valor-de-peixes.html",
            "content_html": "<p>Pescados e ovos de Páscoa são concorridos pelas famílias que seguem esse ritual de comemoração.</p>\r\n\r\n<p>Conforme o levantamento para ambos os casos, realizado entre os dias 22 a 24 de março em curso.  No quesito peixes,  foram visitados 13  estabelecimentos envolvendo 35 produtos, enquanto no que tange a chocolates e similares os locais  visitados foram sete, verificados os preços de 107 itens dos quais são divulgados 92.</p>\r\n\r\n<p>Em se falando de peixes, os que obtiveram  maior variação foram sardinha inteira com vísceras<strong>.</strong> O quilo do produto é  encontrado por R$ 36,39 e por R$ 8,69 o que representa  variação  de 318,76%. A menor variação se relaciona ao Curimba eviscerado foi de R$ 16,00 e R$ 14,90. </p>\r\n\r\n<p>Como detalhe,  no total de produtos pesquisados,  onze não  apresentaram diferença de preços nos estabelecimentos visitados e cinco tiveram variação superior a 100%,  sobressaindo-se a  sardinha  inteira com vísceras com 318,76 por cento de  diferença. </p>\r\n\r\n<p><strong>Chocolates </strong></p>\r\n\r\n<p>Também tradicionais para a época, produtos de chocolate  também foram pesquisados. Neste caso, a maior  variação registrada foi do “coelhinho” com ovo de 40 gramas, este item  está a  venda por R$ 9,99 mas pode ser comprado por R$ 4,79 em outro estabelecimento, ou seja, diferença de  108,56%. </p>\r\n\r\n<p>Os ovos de chocolate ao leite com recheio sabor trufas, pesando 350 gramas apresenta variação de 0,04%. É possível encontrar o produto  por R$ 23,50 enquanto em outro local o preço é R$ 23,49. Em relação ao  “coelhinho”, com 108,56, apresentou aumento superior a 100%. Por sua vez, 22 entre os itens pesquisados não sofreram qualquer diferença. </p>\r\n\r\n<p>Como ocorre quando da realização de pesquisas, também foram estabelecidos índices comparativos de preços dos produtos entre os encontrados no ano passado (2020) e este ano, o que ocorreu apenas em relação a chocolates uma vez que não houve pesquisa sobre peixes no ano passado.  Foram verificados 11 itens que apresentaram as mesmas características – tamanho, peso e medida – tendo sido encontradas  diferenças  para menor três deles . O ovo Bis ao Leite teve  redução de – 11,04%. Os outros oito tiveram acréscimo com destaque para o Ovo de Páscoa (caminhão) Montevergine com 318g onde aumento registrado foi de  15,79%. </p>\r\n\r\n<p><strong>Em anexo planilhas da pesquisa, onde constam nomes e endereços dos estabelecimentos  visitados,  e do comparativo. </strong></p>\r\n\r\n<p><a href=\"http://www.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/150/2021/03/CHOCOLATES-DIVULGA%C3%87%C3%83O.pdf\">CHOCOLATES DIVULGAÇÃO</a><br />\r\n<a href=\"http://www.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/150/2021/03/COMPARATIVO-ANUAL-CHOCOLATES.pdf\">COMPARATIVO ANUAL</a><br />\r\n<a href=\"http://www.ms.gov.br/wp-content/uploads/sites/150/2021/03/PEIXES-DIVULGA%C3%87%C3%83O.pdf\">PEIXES DIVULGAÇÃO</a></p>\r\n",
            "summary": "Pescados e ovos de Páscoa são concorridos pelas famílias que seguem esse ritual de comemoração. Conforme o levantamento para ambos os casos, realizado entre os dias 22 a 24 de março em curso. No quesi...",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/bf07c65e-812d-4858-bcd4-c8cb6784d09c/conversions/ovos-730x425-large.webp",
            "date_published": "2021-03-29T14:04:00+00:00",
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            "title": "Governo do Estado congela pauta fiscal da gasolina e garante economia ao consumidor",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2021/02/25/governo-do-estado-congela-pauta-fiscal-da-gasolina-e-garante-economia-ao-consumidor.html",
            "content_html": "Isso vai representar uma economia de R$ 0,15 no preço do combustível, que só em 2020 teve 19 reajustes autorizados pela Petrobras.\n\nDurante reunião com dirigentes do Sinpetro, o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Sérgio Murilo, enfatizou que, como o reajuste de preços dos combustíveis é definido pela Petrobras, caso sejam concedidos novos aumentos o Governo do Estado não tem margem de manobra para adotar medidas que amenizem o impacto ao consumidor. Num possível cenário de novas autorizações de majoração dos valores, o secretário disse que será necessário haver um diálogo com a direção da Petrobras.\n\n“O que o Estado pode fazer para contribuir para ajudar o consumidor é congelar a pauta fiscal da gasolina, num primeiro momento durante 15 dias, e depois vamos avaliar os reflexos disso para o consumidor”, afirmou Sérgio Murilo. Segundo ele, o Sinpetro solicitou que a pauta fiscal fosse mantida nos próximos 60 dias, mas essa possibilidade será analisada após a verificação se a medida repercutiu em benefício do cidadão.\n\nO titular da Secretaria de Governo e Gestão Estratégica (Segov), Sérgio Murilo, disse que foi determinado para que o Procon monitore os preços dos combustíveis diante desse congelamento da pauta fiscal da gasolina. O órgão de defesa do consumidor estará apurando também o motivo do consumidor estar pagando mais caro pelo litro do etanol, já que a Petrobras autorizou aumento somente da gasolina e do diesel.\nO gerente Executivo do Sinpetro, Edson Lazaroto, agradeceu e elogiou o Governo do Estado pela rapidez na tomada da decisão sobre a questão. “Com certeza, se fossemos equiparar o preço de pauta o preço do combustível iria para R$ 5,50 e isso acarretaria num aumento de R$ 0,15 no imposto e isso não será repassado (para o consumidor) porque o Governo decidiu congelar. Então, agradecemos a pronta intervenção do Governo do Estado em nos apoiar nesse sentido e isso reverterá, com certeza, no bolso do consumidor”, afirmou Lazaroto.\n\nEle observou que essa estabilização de preços no mercado de combustíveis depende também da estatal brasileira da área de petróleo e gás. “Dependemos muito da Petrobras, se ela não passar nenhum aumento, possivelmente teremos dias de sossego”.\n\nTambém participaram da reunião o adjunto da Segov, Flávio César, e o diretor Financeiro do Sinpetro, Marcelo Batistella.",
            "summary": "Articulação entre o Governo do Estado e o Sinpetro (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniências de Mato Grosso do Sul) garante aos consumidores o congelamento da pauta fiscal da gasolina, que é o preço médio pon",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/01c908a5-7cbe-4b96-968d-8dfc7968850c/conversions/1614279002-large.webp",
            "date_published": "2021-02-25T14:48:00+00:00",
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            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-2264-7074-86eb-ab80993824ae",
            "title": "Carnês do IPVA podem ser impressos pela internet",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2020/12/21/carnes-do-ipva-podem-ser-impressos-pela-internet.html",
            "content_html": "Conforme dados da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) estão sendo entregues 1.121.364 boletos. O IPVA é a segunda fonte de arrecadação tributária do Governo do Estado, ficando atrás apenas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).\n\nOs proprietários que porventura não estiverem em posse dos carnês, podem imprimir a segunda via pelo canal de autoatendimento do IPVA na internet. A Sefaz reforça que para os contribuintes que optarem pelo parcelamento, não há desconto.\n\nDe acordo com o Chefe da Unidade de Fiscalização do IPVA, Paulo Sergio Monteiro Ferreira, a expectativa de arrecadação gira em torno de R$ 890 milhões. \"Os boletos começaram a ser entregues no dia 09 de dezembro e até o dia 20 já devem estar nas casas dos contribuintes. Os proprietários de veículos que foram adquiridos nos meses de novembro de dezembro de 2020 podem não receber os boletos até o dia 20 de dezembro. Nesse caso será feita uma nova remessa no início de janeiro de 2021\", explicou.\n\nO Secretário Estadual de Fazenda, Felipe Mattos, pondera que há cada ano mais contribuintes têm optado pelo pagamento à vista devido ao desconto de 15%. \"Em torno de 30% a 40% optam pelo pagamento à vista com desconto de 15%. O valor é distribuído semanalmente aos municípios, de acordo com a frota. O recurso é dividido entre o Tesouro Estadual e Municipal e é aplicado conforme o planejamento financeiro, que vai de pagamento de servidores até políticas públicas como educação, saúde, segurança, entre outros\", afirmou Mattos.\n\nPara 2021, o governador Reinaldo Azambuja manteve os descontos e as condições especiais dos anos anteriores. Carros de passeio, por exemplo, continuam com desconto de 30%, resultando em uma alíquota de 3,5%. Caminhão, ônibus, micro-ônibus e veículos de passeio novos permanecem isentos pelo primeiro ano. Para motocicletas, a primeira tributação tem desconto de 50%, resultando em uma alíquota de 1% sobre a tabela FIPE.\n\n",
            "summary": "A entrega dos carnês do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2021 teve início no mês de dezembro.",
            "date_published": "2020-12-21T10:19:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:28+00:00",
            "authors": [
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        {
            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-2066-7126-9ebe-2a21891b655c",
            "title": "“Ferrovia Transamericana é nossa prioridade”, afirma Reinaldo Azambuja a ministro da Bolívia",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2019/08/23/ferrovia-transamericana-e-nossa-prioridade-afirma-reinaldo-azambuja-a-ministro-da-bolivia.html",
            "content_html": "<p>O governador Reinaldo Azambuja reafirmou nesta sexta-feira (23.8), em encontro com o ministro de Obras Públicas da Bolívia, Oscar Coca Antezana, que Mato Grosso do Sul priorizou a ligação ferroviária – a chamada Ferrovia Transamericana – com o vizinho país para integrar Santos (SP) a Arica (Peru), abrindo uma nova opção de escoamento da produção brasileira para o mercado asiático.</p><p>Com esse propósito, o Governo do Estado busca viabilizar a revitalização da Malha Oeste, cujo trecho de Três Lagoas a Corumbá está sucateado e com baixa nível de produção, e articula, com o apoio de São Paulo e a bancada federal, incluir a ferrovia no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Governo Federal, e estender a atual concessão, que finda em sete anos, para mais 30 anos.</p><p>O ministro boliviano, por sua vez, também sustentou o compromisso do presidente Evo Morales em concluir as obras complementares da ligação da ferrovia, a partir de Santa Cruz de La Sierra, até Arica.</p><p>Segundo ele, faltam 150 km, entre Cochabamba a Bulo Bulo, que serão implantados em um prazo de no máximo três anos. A Transamericana também se integra ao Chile, com acesso ao porto de Iquiqui. Corredor já estruturado  “Acredito muito nesse corredor, ainda mais depois dos acordos firmados para a importação do gás natural e ureia para empreendimentos que estão sendo instalados em Mato Grosso do Sul”, afirmou Reinaldo Azambuja.</p><p>“Sou um entusiasma em mais esta saída para o Pacífico, é prioridade nossa e estamos juntos com a Bolívia para viabilizá-la”, complementou.  O governador adiantou ao ministro as ações que o Estado vem desenvolvendo para garantir a restauração da Malha Oeste, que é vital para viabilizar o corredor ferroviário, acentuando que as tratativas com o Governo Federal avançam e os resultados são extremamente positivos quanto a inclusão da ferrovia no PPI.</p><p>“É a rota mais lógica e factível, está praticamente estruturada”, enfatizou Reinaldo Azambuja. “Teremos uma logística em potencial não só para nossos produtos. Temos a ureia, que já tem acordo de exportação pela Acron (grupo russo que assumiu a unidade da UFN3 de Três Lagoas), e possibilidades de compra de cloreto de potássio. São produtos que o Brasil importa em mais de 90% e estão aqui ao lado, na Bolívia.”</p><p>O governador e o ministro conversaram também sobre as questões aduaneiras na fronteira, entre Corumbá e Puerto Suarez, que precisam ser definidas com maior urgência, com a criação, inclusive, de uma normativa que facilite o trânsito de mercados bolivianas até Campo Grande.</p><p>Oscar Antezana propôs uma ação conjunta para eliminar as barreiras atuais. Uma aduana integrada  Presente ao encontro, o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Agricultura Familiar e Produção (Semagro), Jaime Verruck, disse que essa discussão de curto prazo deve envolver os órgãos do setor alfandegário dos dois países, das áreas tributárias, meio ambiente e agropecuária, enquanto se viabiliza a infraestrutura de logística.</p><p>“A questão aduana é um dos gargalos que temos na fronteira com a Bolívia, tanto para o fluxo rodoviário como ferroviário, devido à demora na tramitação de documentos e outros requisitos, e o que precisamos é simplificar isso com uma alfândega integrada”, explicou Verruck.</p><p>O secretário adiantou que a YPFB, a estatal petrolífera boliviana, pretende instalar uma central de distribuição de ureia e cloreto de potássio em Campo Grande, que se tornará um centro de distribuição dos produtos para o Brasil, devido às perspectivas de importação em grande escala.</p><p>Somente Mato Grosso do Sul deverá importar 400 mil toneladas de ureia este ano.  O diretor de comercialização da YPFB, Xavier Barriga, se encontra em Campo Grande para definir uma área para a instalação, com o apoio técnico da Semagro, e participou da reunião entre o governador e o ministro. Também presente o ministro João Carlos Parkinson, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.</p>",
            "summary": "Com esse propósito, o Governo do Estado busca viabilizar a revitalização da Malha Oeste",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/9680518a-3e7d-417e-b811-565a5e6b9ff9/conversions/1566587929-large.webp",
            "date_published": "2019-08-23T19:15:00+00:00",
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            "title": "Prefeitura de Campo Grande disponibiliza telefone para contribuintes que moram em outras cidades",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2019/07/31/prefeitura-de-campo-grande-disponibiliza-telefone-para-contribuintes-que-moram-em-outras-cidades.html",
            "content_html": "<p>A oportunidade de quitar dividas atrasadas junto a Prefeitura não está disponível apenas para quem tem residência fixa na Capital. O beneficio também é para os contribuintes que possuem imóveis em Campo Grande, mas residem em outras cidade.  Para quem mora fora de Campo Grande, a Prefeitura disponibiliza o telefone (67) 4042-0508, ramal 3082.</p><p>O telefone é exclusivo para as pessoas quem moram em outras cidades.  O Refis já beneficiou mais de 16 mil contribuintes e prazo termina daqui a 12 dias. A chefe de Divisão de Arrecadação da Sefin, Djanira Magalhães, reforça que esta é mais uma oportunidade para contribuintes quitarem suas dívidas.</p><p>O PPI (Programa de Pagamento Incentivado), conhecido como Refis, oferece desconto de 90% na atualização monetária, dos juros de mora incidentes sobre o valor do crédito tributário e multa de pagamento à vista.</p><p>Para o parcelamento em até seis meses, a remissão chega a 75%. Já para quem dividir os débitos em 12 vezes, o desconto será de 30%.  O Refis abrange todos os tributos administrados pela Prefeitura Municipal de Campo Grande e pode ser o ISS, ITBI, Taxas Públicas, mas principalmente o IPTU.</p><p>A Prefeitura de Campo Grande têm hoje mais de 195 mil contribuintes com algum tipo de atraso e esta dívida chega num montante de aproximadamente R$ 2,2 bilhões em parcelas em aberto. Isso vai desde débitos ajuizados pela Procuradoria Geral do Municipal e também débitos não ajuizados.  Serviço:  O atendimento na Central do IPTU, da Rua Arthur Jorge, 500, é das 8 às 16 horas, inclusive no horário do almoço.</p><p>Para este serviço, a Prefeitura de Campo Grande disponibiliza 50 atendentes e não há filas.</p><p>*Para entrar em contato conosco liguem 2020 e um dos ramais abaixo: 1119/1120/1121/1122/1123/1124</p>",
            "summary": "A oportunidade de quitar dividas atrasadas junto a Prefeitura",
            "date_published": "2019-07-31T14:08:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:31+00:00",
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            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1c99-73cb-97e3-9d142e5c7c95",
            "title": "62% dos campo-grandenses comprarão presentes de Páscoa nesta semana",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2018/03/27/62-dos-campo-grandenses-comprarao-presentes-de-pascoa-nesta-semana.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os poucos dias que antecedem a Páscoa serão movimentados no comércio de Campo Grande. O levantamento produzido pelo Centro Universitário Anhanguera de Campo Grande, a pedido da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), revela que, dos 92% dos entrevistados pretendem presentear na Páscoa, 62% comprarão produtos nesta semana. A pesquisa de intenção de compra para a festividade foi produzida na primeira quinzena de março, com entrevistas de 537 pessoas, em sete regiões da Capital: Segredo, Prosa, Lagoa, Imbirussu, Anhanduizinho, Bandeira e Centro.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“A Páscoa é mais uma data importante para a economia, que movimenta, principalmente, os supermercados e lojas especializadas em chocolate, envolvendo desenvolvimento dos produtos, produção, vendas e distribuição, gerando emprego e renda e oportunidades para empreender”, explica o presidente da ACICG, João Carlos Polidoro.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O ovo de chocolate está no topo da lista de presentes, com 59% da preferência, e, em segundo lugar, com 19%, aparece a caixa de bombons. Barra de chocolate (11%), cestas de bombons (3%) e chocotone (2%) foram outras opções citadas com menor incidência. Grande parte dos campo-grandenses também deve levar para casa mais que um produto, já que 29% deles presentearão duas pessoas e 62% apontaram que presentearão de três a seis pessoas. Filhos (25%); mãe (19%); e cônjuge (16%) foram os principais apontados a receberem os presentes.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ainda segundo o estudo, 32% dos entrevistados pretendem gastar até R$ 50,00 e 26% estimam investir entre R$ 91,00 a R$ 130,00. “Se analisarmos as faixas de R$ 50,00 até R$ 210,00, temos um número de 94% dos entrevistados que poderão gastar até R$ 210,00 no comércio de Campo Grande adquirindo presentes para a Páscoa,” esclarece a coordenadora do curso de Administração da Centro Universitário Anhanguera, Michelle Rosa, responsável pela pesquisa. Os locais mais citados para compra foram as lojas do Centro, com 32% da preferência, e os supermercados, com 29% de escolha.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A forma de pagamento mais apontada (62%) foi a opção à vista (dinheiro e cartão de débito), o que representa uma boa notícia para a economia de Campo Grande, avalia o presidente da ACICG. “Com dinheiro na mão, as chances de negociação são maiores. O comerciante pode criar estratégias conforme o volume da venda e o cliente pode ser atraído pelos descontos, por exemplo. Percebemos que os consumidores estão mais seletivos para não comprometer o orçamento, tanto que este levantamento sinaliza que 77% dos entrevistados realizarão pesquisas de preços antes de efetivarem suas compras”, explica João Carlos Polidoro<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><o:p> </o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><span style=\"mso-spacerun:yes\"> </span><o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><o:p> </o:p></p>",
            "summary": "Índice é apontado em pesquisa encomendada da Associação Comercial de Campo Grande",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/8ef12df6-2bd9-41d0-b20a-d573085eea48/conversions/1522165850-large.webp",
            "date_published": "2018-03-27T13:49:00+00:00",
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            "title": "Lei flexibiliza critérios para a concessão da tarifa social de água em Campo Grande",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/12/04/lei-flexibiliza-criterios-para-a-concessao-da-tarifa-social-de-agua-em-campo-grande.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A concessão do benefício da tarifa social a pessoas carentes para os serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto tem novos critérios em Campo Grande. Uma lei que altera o texto da legislação que instituiu o direito em 2001, flexibilizando as exigências, foi publicada nesta segunda-feira (4), no Diário Oficial do município após o projeto ter sido aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores e ser sancionado pelo prefeito Marcos Trad (PSD).<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O vereador Júnior Longo (PSDB), autor do projeto que provocou a modificação na lei, destacou que com as mudanças o número de pessoas atendidas com a tarifa social pela concessionária será ampliado. “As limitações entabuladas na Lei n.º 3.928/01, além de causar desigualdades entre iguais, exclui diversos usuários carentes e merecedores do benefício da tarifa social”, ressaltou no dia da aprovação do projeto, em 7 de novembro deste ano.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Entre as principais alterações com a nova redação está a do limite de renda para a concessão do benefício. Anteriormente a exigência era de que só poderia ser beneficiado quem tivesse no máximo renda familiar de um salário mínimo, com o novo texto, esse patamar sobe para meio salário mínimo per capta (por pessoa) na família.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Outra mudança significativa foi quanto as características do imóvel. Antes o beneficiário teria que ser dono do imóvel, comprovar que ele era utilizado somente para moradia e que era isento do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Agora poderão obter a tarifa social pessoas que sejam proprietárias ou locatárias de imóveis, que sejam utilizados para moradia, e que tenham no máximo 80 metros quadrados. Outra mudança é no que se refere ao consumo máximo de energia elétrica. Nas exigências anteriores era de 100 Kwh/mês e passa para 220 Kwh/mês.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O limite de consumo, 20 m3/mês de água permanece o mesmo e se extingue o limite para a concessão do benefício de 3% do total de ligações existentes na cidade.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“É uma vitória a aprovação desta lei. Pois, todos aqueles que se enquadram nessa nova legislação poderá solicitar junto à concessionária a Tarifa Social. Principalmente as famílias com menor poder aquisitivo”, comemorou o vereador Junior Longo.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A lei, conforme publicado no Diário Oficial, vai entrar em vigor em 30 dias a partir de sua publicação, ou seja, em janeiro de 2018.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Entre as principais alterações com a nova redação está a do limite de renda para a concessão do benefício",
            "date_published": "2017-12-04T17:27:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:22+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Procon divulga pesquisa de preços de velas e flores para feriado de Finados",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><span style=\"font-size: 9.5pt; line-height: 107%; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(34, 34, 34); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;\">A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), divulga nesta terça-feira (31.10) a pesquisa de flores e velas para o Dia de Finados. O levantamento realizado na Capital aponta variação de até 617% nos preços pesquisados em 10 floriculturas e seis supermercados.<o:p></o:p></span></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><span style=\"font-size: 9.5pt; line-height: 107%; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(34, 34, 34); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;\">A pesquisa foi realizada de 18 a 27 de outubro e pode ser consultada no site do Procon/MS, no item Pesquisa de Preços ou por aqui (pesquisa flores e pesquisa supermercados). Foram incluídas no levantamento as flores mais populares na data, como crisântemos, flores do campo, margaridas, rosas brancas e coroas de flores, entre outras. No total são 40 itens, especificados por tipo e tamanho de flores e quatro tipos de velas, pesquisadas somente nos supermercados.<o:p></o:p></span></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><span style=\"font-size: 9.5pt; line-height: 107%; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(34, 34, 34); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;\">O objetivo da pesquisa realizada pelo Procon/MS é oferecer aos consumidores valores de referência quanto aos preços praticados em Campo Grande para que o consumidor saiba identificar qualquer abusividade no Dia de Finados.<o:p></o:p></span></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><span style=\"font-size: 9.5pt; line-height: 107%; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(34, 34, 34); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;\">Segundo o superintendente do Procon/MS, Marcelo Salomão, com o aumento da procura por flores e velas nessa data, os preços desses produtos tendem a subir e variar muito de um estabelecimento para outro. “A pesquisa pretende oferecer uma base para ajudar o consumidor na compra. A recomendação é ficar atento às diferenças de preço”, enfatiza.<o:p></o:p></span></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><span style=\"font-size: 9.5pt; line-height: 107%; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(34, 34, 34); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;\">De acordo com o levantamento do Procon, o produto que mais apresentou variação foi a flor Kalanchoe (vaso médio), com 617% de diferença de um estabelecimento para outro, com preços entre R$ 3,90 a R$ 28. O levantamento também aponta os estabelecimentos com maior número de itens de menor e maior preço.</span><o:p></o:p></p>",
            "summary": "Variação de até 617% foram encontrados em 10 floriculturas e seis supermercados da Capital",
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            "date_published": "2017-10-31T15:17:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Contribuintes aproveitam descontos para quitar débito com a Prefeitura",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/10/03/contribuintes-aproveitam-descontos-para-quitar-debito-com-a-prefeitura.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os contribuintes em débito com a Prefeitura de Campo Grande já estão aproveitando os descontos de 90% nos juros e na correção monetária no pagamento à vista, e de 80% em multas para quiatrem suas dívidas com vencimentos até dezembro de 2016.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Programa de Pagamento Incentivado (PPI) começa nesta terça-feira (3) e vai até fim de novembro. O desconto de 90% na correção monetária e nos juros garante um alívio nas contas. Uma empresa com débito desde 2002, por exemplo, acumulados os juros e correção monetária, deve R$ 32 mil para os cofres públicos, sendo metade deste valor de acréscimos por conta do atraso. Com o desconto de 90%, a dívida de 15 anos cai de R$ 32 mil para R$ 17 mil, em uma redução de R$ 15 mil.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O comerciante Francisco Rodrigues da Silva, de 61 anos, conta que está em débito com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) desde 2004 e que espera agora se regularizar. “Tenho uma dívida de R$ 28 mil, sem os descontos. Espero que ela diminua bem e que eu resolva este problema. Quero pagar, vim com esse objetivo”, diz.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Quem também quer resolver de uma vez por todas as dividas é Lacir dos Santos, de 45 anos, confeiteiro. “Esta é a terceira vez que busco negociar. No ano passado vim, mas como não havia isenção na correção monetária o valor ainda não coube no meu bolso. Espero saldar minha dívida, a gente quer pagar, não quer ficar devendo”, afirma.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O secretário de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, explica que a gestão está sensível à situação dos contribuintes, que querem pagar sua dívida. “Entendemos o momento de dificuldade que a população está passando e estamos oferecendo esta alternativa para quitação destes débitos”, justifica.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já o prefeito Marquinhos Trad diz que a parceria entre a prefeitura e o contribuinte tem sido fundamental para o sucesso da atual gestão. Ele cita como exemplo as diversas pessoas que lhe procuraram para dizer que fazem questão de quitar as dívidas com a prefeitura, apostando na credibilidade da atual administração.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“É uma ajuda mútua do contribuinte e da prefeitura, que estão sendo parceiros no desenvolvimento da nossa cidade. A população acreditou na nossa gestão e também apostamos no contribuinte, que por algum problema financeiro, não conseguiu quitar suas dívidas. Com esta parceria podemos vencer a crise e levantar a nossa Campo Grande”, declara o prefeito Marquinhos Trad.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Programa de Pagamento Incentivado<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O PPI vai de 3 a 31 de outubro na primeira fase e de 1º a 30 de novembro de 2017 na segunda. A dívida ativa em Campo Grande hoje é de R$ 2,6 bilhões. A expectativa é de que a prefeitura arrecade pelo menos R$ 38 milhões com o Refis nos dois meses de campanha.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Atualmente, o atendimento ao contribuinte é realizado na Rua Arthur Jorge, 500, de segunda a sexta-feira, das 8 às 16 horas. Para melhor atender a população, a central estará atuando em regime de plantão aos sábados, também das 8 às 16 horas, exceto no dia 14.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Parcelamento<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A prefeitura também concederá desconto para o contribuinte que não tiver condições de quitar o débito à vista. Serão oferecidos parcelamentos e reparcelamentos em até seis vezes, com remissão de 75% (setenta e cinco por cento) da atualização monetária, dos juros de mora incidentes sobre o valor do crédito tributário e multa, no mês de outubro.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O contribuinte que necessitar de mais tempo para quitar a dívida poderá parcelar em até 12 vezes, contando com remissão de 35% da atualização monetária, dos juros de mora incidentes sobre o valor do crédito tributário e multa, quando houver, caso o pagamento seja realizado até o último dia útil do mês outubro de 2017.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Segundo mês<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Quem não conseguir quitar as dívidas em outubro terá nova oportunidade no mês de novembro, com remissão de 85% (oitenta e cinco por cento) da atualização monetária, dos juros de mora incidentes sobre o valor do crédito tributário e multa, quando houver, caso o pagamento seja realizado até o último dia útil do mês novembro de 2017.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já no caso das multas o desconto será de 75% (setenta por cento) da atualização monetária, dos juros de mora incidentes sobre o valor do crédito tributário e multa, quando houver, caso o pagamento seja realizado até o último dia útil do mês novembro de 2017.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O contribuinte que optar pelo parcelamento em seis vezes terá 70% de desconto da atualização monetária, dos juros de mora incidentes sobre o valor do crédito tributário e multa. Já os que escolherem pagar em 12 parcelas terão remissão de 30% pagando até o último dia útil de novembro de 2017.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Condições para parcelamento<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Na hipótese do interessado optar por regularizar seus débitos na modalidade de parcelamento ou reparcelamento na adesão e homologação do PPI, o valor mínimo da parcela não será inferior a R$ 100,00 (cem reais), observados os procedimentos existentes na legislação que regulamenta a matéria.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O PPI será cancelado automaticamente, independentemente de notificação prévia do sujeito passivo, na hipótese de inobservância de quaisquer das exigências estabelecidas nesta Lei Complementar ou inadimplência por mais de 30 (trinta) dias e acarretará:<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">I – na perda dos descontos e o imediato restabelecimento do crédito, amortizando, apenas, o valor efetivamente recolhido, exceto o valor dos honorários e custas processuais finais;<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">II – na imediata inscrição em dívida ativa, e a consequente emissão da Certidão de Dívida Ativa;<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">III – no encaminhamento da CDA ao cartório de protesto de títulos para constituição em mora dos devedores; e se for o caso, à propositura da ação de execução fiscal ou o seu prosseguimento.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Os descontos podem chegar a 90% em alguns casos",
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            "date_published": "2017-10-03T14:29:00+00:00",
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            "title": "Prefeitura lança plataforma digital para impulsionar setor produtivo na Capital",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/09/19/prefeitura-lanca-plataforma-digital-para-impulsionar-setor-produtivo-na-capital.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A administração municipal de Campo Grande, na busca de fomentar o desenvolvimento econômico e permitir que o setor produtivo da Capital tenha acesso ao mercado internacional, lança nesta terça-feira (19) o Programa Campo Grande Empreendedora. O objetivo é impulsionar negócios através de uma plataforma gratuita que reúne todo conhecimento necessário para realização dos processos de importação e exportação.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O evento será no Hotel Deville, a partir das 13h30, e contará com a presença do prefeito Marquinhos Trad, e membros do setor produtivo de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul. No ato será assinado o termo de cooperação com a startup Intradebook.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Com sede em Florianópolis/SC, a Intradebook é uma empresa que desenvolve soluções inovadoras para operação de negócios internacionais e neste ano de 2017 foi escolhida pelo International Trad Centre (ITC), agência da  Organização das Nações Unidas (ONU) e  Organização Mundial do Comércio (OMC), para ser a plataforma para projetos de internacionalização em 164 países.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Prefeitura de Campo Grande busca, por meio da parceria com essa startup, expandir o número de empresas da Capital com potencial de exportação. Para se ter uma ideia, de 100 mil empresas existentes hoje na Capital sul-mato-grossense, apenas 95 exportam seus produtos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Precisamos mostrar o caminho para que os nossos empresários, principalmente os micro e pequenos, atinjam esse mercado internacional, já que identificamos que existe um grande potencial de qualidade em nossos produtos. Pela primeira vez a administração municipal dá um passo neste sentido, estendendo a mão para o setor produtivo, que muitas vezes fica estagnado pela falta de incentivos ou até mesmo por não saber como expandir seus negócios. Precisamos entender que fomentar a exportação do que é produzido aqui, significa trazer mais capital para a cidade e consequentemente gerar mais emprego e renda para a população”, justifica o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Ciência e Tecnologia, Luiz Fernando Buainain, acrescentando que a plataforma a ser lançada é um passo a passo para realizar exportações.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Inscrições<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O evento é destinado, principalmente, para empresários, empreendedores e universitários. Para participar é necessário realizar a inscrição, gratuita, por meio dos telefones 3314-3589, 3314-3545 e 99699-6440. As inscrições também podem ser feitas pela internet. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Indicadores econômicos<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O evento no dia 19 terá dois momentos. Além do lançamento do Programa Campo Grande Empreendedora, será apresentado um painel com os indicadores municipais com foco no desenvolvimento de Campo Grande, no período de janeiro a agosto de 2017.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A explanação será feita pelo secretário de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, secretário de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia, Luiz Fernando Buainain, pelo diretor-presidente da Agência de Tecnologia da Informação e Inovação Paulo Fernando Garcia Cardoso e o diretor geral da Diretoria de Compras e Licitações (Dicom) Ralphe Cunha.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Serviço<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Lançamento do Programa Campo Grande Empreendedora e apresentação dos indicadores econômicos<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Data: 19 de setembro de 2017 (terça-feira)<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Horário: Das 13h30 às 17h<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Local: Hotal Deville (Avenida Mato Grosso, nº 4.250)<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O evento será no Hotel Deville, a partir das 13h30",
            "date_published": "2017-09-19T12:17:00+00:00",
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            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1a49-71b8-b6e5-4569e167202f",
            "title": "Mais de 600 mulheres comparecem ao talk-show do empreendedorismo",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/08/22/mais-de-600-mulheres-comparecem-ao-talk-show-do-empreendedorismo.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Mais de 600 mulheres compareceram nesta terça-feira (22) ao talk-show do empreendedorismo promovido pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia (Sedesc), em parceria com o Instituto Mirim de Campo Grande (IMCG).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia, Luiz Fernando Buainain, explica que o objetivo do evento é reconhecer o papel da mulher como agente do desenvolvimento econômico, social e cultural, oferecendo ações de educação, treinamento e desenvolvimento para mulheres, estimulando a criação de programas que possibilitem o acesso da mulher aos meios de produção.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Nós queremos despertar as mulheres que são as mães dos mirins para o empreendedorismo. Para ter sucesso, as pessoas devem ter visão, coragem. Neste evento apresentamos dois cases de sucesso de empreendedoras campo-grandenses, como o da senhora Margareth Mello, que transformou uma propriedade rural familiar em um grande empreendimento de turismo rural, a Fazenda Pontal das Águas. Temos a empresária Leni Fernandes, que de vendedora de joias e semi-joias porta a porta, construiu empresas de destaque, a Badulaque Acessórios e a Inel Classic”, destacou Luiz Fernando.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Nossa finalidade de estar frente aos trabalhos da Sedesc é de gerar trabalho e renda para a população de nossa capital. Buscamos a instalação de novas empresas com incentivos fiscais, por meio do Prodes. Viabilizamos este trabalho por ser um dos compromissos da administração do prefeito Marquinhos Trad”, completou Luiz Fernando.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A subsecretária de Políticas para a Mulher de Campo Grande, Carla Stephanini, foi a mediadora do talk show. “Temos dois casos de sucesso e que devem ser olhados com carinho pelas mulheres e, se possível, tomar como exemplo e seguir as orientações. Para ter sucesso, deve ter vontade de aprender, determinação e apoio familiar. Esta é uma grande oportunidade para as mulheres buscarem novas opções de vida e aumentarem o rendimento”, diz Carla Stephanini.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A senhora Margareth Mello, que transformou uma propriedade rural familiar em um grande empreendimento de turismo rural, a Fazenda Pontal das Águas, disse que começou aos poucos, com a produção de pães e fabricação de linguiça de porco caseira.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Para montar um negócio próprio é preciso muita coragem e determinação. Este é o primeiro plano para começar a fazer a diferença. A gente monta o pequeno negócio para criar os filhos e cuidar da família. Não é preciso ter muito talento, mas tudo deve ser bem feito. O sucesso vem com o tempo e junto a credibilidade e os lucros”, comentou Margareth.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A empresária Leni Fernandes, que de vendedora de joias e semi-joias porta a porta, construiu empresas de destaque, a Badulaque Acessórios e a Inel Classic, contou um pouco de sua história para as mulheres presentes.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Para chegar até aqui, fui babá, vendedora de frutas, funcionária de banco. Tudo o que fiz foi com carinho e determinação. Devo meu sucesso aos meus pais, que me deram muito apoio. Comecei trabalhar aos 13 anos e não me arrependo. No começo não tive dinheiro, mas tive ética, o que considero mais importante em minha vida. Assim como foi possível para mim, é possível para todos. Sou empreendedora e tenho uma empresa com mais de 600 funcionários trabalhando diretamente e indiretamente”, frisou Leni.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A empreendedora Alexandra Amorim Modesto fabrica malas e bolsas de viagens, porém não tinha orientação profissional e nunca havia recebido uma “injeção” de ânimo com visão empreendedora de sucesso como os depoimentos apresentados no talk show de hoje. “O evento trouxe pra mim, não só como pessoa, como mulher, por ter passado por sérios problemas de saúde, uma grande dose de motivação para vencer as dificuldades e, com determinação, alcançar o sucesso que meu empreendimento pode atingir”, avaliou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Jiorgina Duarte ouviu atentamente as palestras e disse estar dentro da realidade das duas palestrantes. “Tenho um emprego fixo, durante o dia vendo langerie, à noite estudo enfermagem. Não descarto um dia ser micro empreendedora. O que eu faço é para minha família e estou satisfeita com esta palestra da Sedesc e do IMCG”, disse Jiorgina.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O diretor-presidente da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande, Cleiton Franco, participou do evento e foi um dos casos de sucesso profissional apresentados, principalmente para as mães do mirins de Campo Grande.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Comecei minha vida no IMCG, fui mirim, sou formado em engenharia naval e atualmente ocupo a diretoria da Funsat. A gente começa a vida pelo mais simples e com esforço chegamos onde queremos. Tudo tem um começo e para isso coragem e determinação são as principais coisas que devemos ter. Também coloco a Funsat à disposição com cursos e oportunidades de trabalho”, finalizou Cleiton.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O objetivo é reconhecer a mulher como agente do desenvolvimento econômico, social e cultural",
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            "title": "Após 2 meses de alta, preço da cesta básica cai em Campo Grande, aponta Dieese",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/06/06/apos-2-meses-de-alta-preco-da-cesta-basica-cai-em-campo-grande-aponta-dieese.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Após dois meses consecutivos de alta, o preço da cesta básica caiu 1,76% em Campo Grande em maio frente a abril, recuando de R$ 402,19 para R$ 395,11, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta terça-feira (6).<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A entidade aponta que a redução registrada em Campo Grande foi a sexta maior entre capitais brasileiras, sendo superada apenas pelos índices de: Fortaleza (CE), com 4,39%; Palmas (TO), com 4,25%; Salvador (BA), com 4,18%; Vitória (ES), com 2,20% e Cuiabá (MT), com 2,16%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em termos de valores, os números do Dieese indicam que a cidade sul-mato-grossense teve em maio a 12ª cesta básica mais barata entre as capitais. Com a retração do mês, no ano Campo Grande contabiliza uma queda no valor do grupo de produtos de 3,17% e nos últimos 12 meses de 1,62%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Dos 13 produtos que compõem a cesta básica, sete registraram alta de preços em maio. A maior foi da batata, com 9,62%. A entidade revelou que o preço do tubérculo subiu em todas as cidades pesquisadas e apontou o excesso de chuva e a oferta controlada como os motivos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Além da batata, também aumentaram em Campo Grande os preços do feijão carioquinha (7,02%), arroz (3,25%), manteiga (2,01%), café (1,96%), pão francês (1,12%) e leite (0,58%).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em contrapartida, sofreram reduções os valores do tomate (11,51%), banana (10,79%), óleo de soja (4,40%), açúcar (4,29%), farinha de trigo (1,25%) e carne bovina (1,32%).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para adquirir a cesta básica individual, o trabalhador que recebe um salário mínimo comprometeu 45,88% de seu rendimento líquido (remuneração menos o desconto previdenciário), o equivalente a 92 horas e 46 minutos de sua jornada mensal.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já para comprar a cesta básica familiar, com uma quantidade de produtos suficiente para atender uma família com quatro pessoas, sendo dois adultos e duas crianças, o trabalhador precisaria gastar 1,26 vezes o valor do salário mínimo bruto (sem o desconto previdenciário).<o:p></o:p></p>",
            "summary": "A batata foi o item que apresentou maior alta de preços com 9,62%",
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            "title": "Intenção de consumo da população de Campo Grande cai no mês de abril, aponta pesquisa",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/04/25/intencao-de-consumo-da-populacao-de-campo-grande-cai-no-mes-de-abril-aponta-pesquisa.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A intenção de consumo das famílias de Campo Grande (ICF) caiu no mês de abril em relação a março, recuando de 80,6 pontos para 75,4 pontos. É o que aponta pesquisa da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada nesta terça-feira (25) pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio-MS (IPF-MS).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O levantamento mostrou que apesar da queda, o ICF de abril de 2017 é ligeiramente maior que o apurado no mesmo mês de 2016, quando o indicador atingiu a marca dos 72,4 pontos. A pesquisa foi feita com 500 agrupamentos familiares da capital sul-mato-grossense nos últimos dez dias de março.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Mesmo com esse quadro, a maior parte dos entrevistados, 42,7%, disse que tem uma perspectiva positiva, de melhoria profissional, para os próximos seis meses e 30,4% apontaram que se sentem neste momento mais seguros em relação ao seus empregos, na comparação com o mesmo período do ano passado.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No entanto, a maioria, 47,5% dos que participaram da pesquisa, disseram que a renda que possuem atualmente está no mesmo patamar da que tinham no mesmo intervalo de tempo de 2016.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para 42,8% deles, está mais difícil conseguir empréstimos e obter crédito para comprar a prazo e 55% declararam que a família está comprando menos que no ano passado. Desse modo, 57% indicaram que a perspectiva de consumo para os próximos meses deve ser ainda menor que no segundo semestre do ano passado.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Esse quadro se reflete também na avaliação das compras de bens duráveis, como eletrodomésticos e aparelhos de TV e som. Para 68,6% é um mau momento para essas aquisições.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Indicador recuou de 80,6 pontos para 75,4 pontos, mas ainda é maior que o registrado em abril do ano passado",
            "date_published": "2017-04-25T18:51:00+00:00",
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            "title": "Capital gerou 435 empregos com carteira assinada no 1º trimestre",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De janeiro a março deste ano, a geração de empregos na Capital apresentou o saldo positivo de 435 postos de trabalho com carteira assinada, tendo variação de 0,22% no estoque de emprego. Esses dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado no dia 20 de abril pelo Ministério do Trabalho.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Até o momento foram contabilizadas 24.136 admissões e 23.701 demissões, com saldo positivo de 435 empregos. A construção civil foi destaque, obtendo saldo positivo de 449 postos com carteira assinada, variação de 2,89% e o setor de serviços, 274, variação positiva de 0,27%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em março, a Agência de Empregos da Fundação Social do Trabalho (Funsat) contabilizou 5.889 atendimentos de pessoas interessadas em inserir-se no mercado de trabalho.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Inscreveram-se pela primeira vez 790 pessoas; foram captadas 247 vagas e encaminhadas 1.450 para seleção de emprego. Foram admitidos 178 trabalhadores formalmente no mercado de trabalho da capital.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Houve 1.456 requisições de seguro desemprego e foram emitidas 744 carteiras de trabalho.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para o diretor-presidente da Funsat, Cleiton Franco, a procura por uma vaga de emprego formal tem aumentado mês a mês na Agência. “Estamos dialogando com os empresários para oferecer mais vagas à população da Capital”, ressalta.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os dados foram divulgados pelo Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), com informações organizadas pela Funsat.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><o:p> </o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><o:p> </o:p></p>",
            "summary": "Até o momento foram contabilizadas 24.136 admissões e 23.701 demissões",
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            "title": "Comércio registra quarto mês consecutivo de melhora nas vendas e dá sinais de recuperação",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O movimento do comércio em Campo Grande registra o quarto mês consecutivo de números positivos. A constatação foi publicada por meio da pesquisa do Movimento do Comércio Varejista (MCV) realizada pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), que aponta alta nas vendas em relação ao mesmo período de 2016. Conforme o governador Reinaldo Azambuja, o Estado tem sido indutor do desenvolvimento, mantendo pagamento de salários e fornecedores em dia e trabalhando para garantir ampliação na oferta de empregos e renda da população.<o:p></o:p></p>      <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De acordo com a associação, o movimento do comércio de Campo Grande dá sinais de que a economia caminha para recuperação. Apesar de ter ficado sete pontos abaixo do índice registrado no mês de janeiro, o MCV alcançou 83 pontos, cinco acima do mês de fevereiro de 2016.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus, explica que a redução no desempenho do indicador do mês fevereiro era esperada, no entanto, os números atuais são mais animadores do que os registrados em 2016. O resultado marca o quarto mês consecutivo com um desempenho melhor do que o mesmo mês do ano anterior.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Janeiro e fevereiro tradicionalmente apresentam quedas no desempenho do comércio varejista, mas pode-se verificar que nos dois meses deste ano, os resultados foram melhores do que em 2016. Do ponto de vista econômico, portanto, quer no cenário nacional, quer no local, os indicadores são de recomposição”, informou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Entre os pontos que sinalizam uma recuperação da economia, Kalmmus cita as exportações e a redução da expectativa da inflação. Conforme o economista, é evidente a melhora gradativa da economia, principalmente a partir de agosto de 2016.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Enquanto, por exemplo, no ano passado tivemos uma queda abrupta da agricultura, este ano a previsão é de uma exportação 10% superior à do ano passado. A inflação, que estava na casa de dois dígitos, agora é projetada em 4,07%, quase meio ponto abaixo da projeção do mês de janeiro”, explicou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O MCV/ACICG é um índice apurado a partir da evolução dos dados do setor, que avalia as transações realizadas entre empresas e também entre consumidores e o comércio. Considerando a sazonalidade característica da atividade comercial, o MCV foi desenvolvido com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014. O Índice é composto de dois outros sub índices que ajudam a avaliar sua evolução: o MCV-PF, que analisa as transações entre Pessoas Físicas e as empresas do setor terciário, e o MCV-PJ, que avalia as transações entre as empresas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Histórico<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Dados da Associação Comercial mostram que o MCV-PF de fevereiro foi de 84 pontos, contra os 78 registrados no mesmo mês de 2016, 90 em 2015, e 87 em 2014. Em relação aos empresários, o MCV-PJ de fevereiro foi de 76 pontos, contra os 75 alcançados em fevereiro de 2016, e 93 em 2015.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Kallmus ressalta que que o MCV-PJ de fevereiro foi superior somente ao de 2016, demonstrando que as transações entre empresas continuam abaixo dos valores históricos. “No caso dos empresários, o indicador sofreu queda em relação a janeiro (84), no entanto, foi superior aos indicadores de dezembro (72) demonstrando que as empresas estão buscando somente reposição de estoques, o que deverá trazer consequências à medida que se fizer registrar o aumento nas transações do varejo”, alerta Kallmus.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Crescimento<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O economista apresenta no relatório uma análise de curva de tendência, que se apresenta como um modelo matemático pelo qual é possível projetar o comportamento de uma série considerando impactos sazonais.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No gráfico abaixo, a curva é representada pela linha tracejada amarela, elaborada a partir das médias móveis de 12 meses. “Como se verifica, com esse critério temos agora uma tendência de crescimento do MCV para o próximo mês”, finaliza Kallmus.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O Movimento do Comércio Varejista alcançou 83 pontos, cinco acima do mês de fevereiro de 2016",
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            "title": "Janeiro registrou o menor Índice de Negativação do Comércio para o mês desde 2013",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Índice de Negativação do Comércio (INC) apurado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) encerrou o mês de dezembro em 28 pontos, sete abaixo do indicador de dezembro, e inverteu a tendência de alta observada desde o mês de setembro de 2016. “Esse dado é de extrema relevância, considerando-se que a tendência histórica é de aumento desse indicador em janeiro, reflexo das compras por impulso realizadas no mês do Natal. Lembramos que em janeiro de 2016 esse indicador era de 307 pontos, colocando janeiro passado na melhor posição desde 2013, quando o resultado foi 22 pontos. Isso reforça a tendência de estabilização em patamares mais baixos, que já verificamos nos Boletins anteriores”, explica o economista chefe da ACICG, Normann Kallmus. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Por meio do gráfico abaixo é possível notar que a linha vermelha voltou a situar-se nos níveis históricos apresentados antes de 2014. “As incertezas derivadas do comportamento da economia continuam promovendo uma redução do consumo e, em consequência, uma inadimplência menor. Mais um sinal de que estamos deixando para trás a irresponsabilidade financeira”, complementa o economista. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ainda no mês de janeiro, o Índice de Recuperação de Crédito (IRC) foi de 53 pontos, contra 62 em dezembro, registrando uma queda de nove pontos. O economista da ACICG explica que, até o mês setembro, a manutenção do nível de IRC em um padrão confortavelmente superior ao do INC indicava que as famílias estavam recuperando o equilíbrio econômico. “Em outubro e novembro esses indicadores praticamente se equivaliam, mas em dezembro voltaram a melhorar os indicadores de recuperação, que agora voltou a se reduzir, provavelmente em razão do esgotamento da capacidade das famílias em manter o resgate de títulos inadimplidos. Esse dado reitera o comportamento do consumidor em manter o seu crédito e o orçamento equilibrados”, reforça. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No período foram emitidas 5.760 (5.591 CPF e 169 CNPJ) notificações, registrando um decréscimo de 20% em relação a dezembro. Kallmus conta que este é um fato importante, visto que tradicionalmente as compras por impulso no mês do natal, acarretam um aumento da inadimplência em janeiro. “Como se verifica no gráfico abaixo, ainda que reduzida, verificamos uma redução dos títulos em estoque (120), enquanto em janeiro do ano passado, houve um aumento de quase 20 mil inadimplidos”, finaliza.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Redução no consumo é um dos fatores ligados à redução da inadimplência",
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            "title": "Consignado para servidor de Campo Grande volta a ter taxa de 2%",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/02/07/consignado-para-servidor-de-campo-grande-volta-a-ter-taxa-de-2.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), revogou o decreto que estipulava a cobrança de somente R$ 1 pelos serviços bancários nos empréstimos consignados aos servidores municipais e reinstituiu a validade de uma legislação anterior, que determina o recolhimento de uma taxa de 2% sobre o valor dos contratos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A revogação, feita por um novo decreto do Poder Executivo, foi publicada na edição desta terça-feira (7), do Diário Oficial. O valor de R$ 1 para operacionalizar os consignados havia sido instituído em junho de 2016, na gestão de Alcides Bernal (PP).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A secretária municipal de Gestão, Evelyse Ferreira Cruz Oyadomari, aponta que com a medida a prefeitura deve aumentar a arrecadação e ter mais condições de investir na capacitação do próprio servidor público.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Havia um decreto que cobrava pelos serviços bancários de quem fazia empréstimo consignado. Cobravam 2% sobre os contratos, que era revertido para investir no próprio servidor. A antiga gestão mudou isso e passou a cobrar apenas R$ 1 por contrato. Isso impactou na arrecadação do município, caindo de R$ 400 mil para R$ 40 mil atuais.  Modificamos novamente para que a prefeitura volte a arrecadar e, consequentemente, reverta este valor para o servidor”, explicou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ela aponta que a prefeitura vai lutar agora para que esta despesa seja custeada pelos bancos e não chegue até o servidor que contratar o empréstimo. “A administração sempre conseguiu segurar. Historicamente sempre brigamos para isso não acontecer. Com o decreto voltamos aos 2%, tendo em vista que a arrecadação gera melhorias para o próprio servidor municipal”, concluiu.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Na gestão anterior, cobrança era de R$ 1 pelos serviços",
            "date_published": "2017-02-07T16:11:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:16+00:00",
            "authors": [
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        {
            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-183f-73ac-8e0d-1814ed5dc402",
            "title": "Preço da cesta básica registra queda pelo 3º mês consecutivo na Capital",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/02/06/preco-da-cesta-basica-registra-queda-pelo-3o-mes-consecutivo-na-capital.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Pelo terceiro mês consecutivo, o preço da cesta básica caiu em Campo Grande. Recuou de R$ 408,06 em dezembro do ano passado para R$ 393,25, em janeiro deste ano, uma retração de 3,63%, conforme levantamento divulgado nesta segunda-feira (6), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo a entidade, foi a quarta maior retração entre as 27 capitais do país, ficando atrás somente da registrada por Rio Branco, no Acre, com 12,82%, Cuiabá, em Mato Grosso, com 4,16% e Boa Vista, em Roraima, com 3,94%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Dos 13 produtos que compõem a cesta básica, oito registram queda de preço em janeiro em Campo Grande. A mais expressiva foi a da batata, com 27,63%. Na sequência aparecem o feijão, com 12,50%; a farinha de trigo, com 3,39%; o pão francês, com 3,32%; a carne bovina, com 3,23%; a banana, com 2,95%; a manteiga, com 0,74% e o leite, com 0,30%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em contrapartida, quatro produtos tiveram seus preços reajustados no mês: óleo de soja, com 13,79%; café em pó, com 5,16%; açúcar cristal, com 4,64% e tomate, com 0,36%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Dieese destaca ainda que o arroz, embora não tenha apresentado variação de preço nos estabelecimentos da capital sul-mato-grossense neste início de ano, segue com preço elevado, de R$ 2,96 por quilo.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para adquirir os 13 produtos que compõem essa cesta básica, o departamento calcula que o trabalhador que recebe um salário mínimo de remuneração, gastou no mês 45,62% de sua renda, o equivalente a 92 horas e 20 minutos de sua jornada de trabalho mensal.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já para comprar a cesta básica familiar, com mantimentos suficientes para atender quatro pessoas, dois adultos e duas crianças, o Dieese aponta que o desembolso em janeiro foi de R$ 1.179,75, o que representou 1,25 vezes o valor do salário mínimo bruto (R$ 937).<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Recuo foi de R$ 408,06 em dezembro para R$ 393,25, em janeiro",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/a5e53bb0-cd4c-4376-a734-ebe6e3b6a816/conversions/1486392813-large.webp",
            "date_published": "2017-02-06T14:52:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:40:00+00:00",
            "authors": [
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        {
            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1816-700f-810a-62d0f1e161ad",
            "title": "Contribuinte tem até o dia 10 para pagar dívidas com 90% de desconto",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/01/26/contribuinte-tem-ate-o-dia-10-para-pagar-dividas-com-90-de-desconto.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Prefeitura prorrogou o prazo para os contribuintes quitarem os débitos fiscais atrasados. Quem estiver devendo o município tem até o dia 10 de fevereiro para saldar as dívidas de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ISS (Imposto Sobre Serviço) ou multas (exceção para multa de trânsito) na Central do IPTU.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O secretário Pedro Pedrossian Neto explica que o Programa de Conciliação Fiscal (Refis) manterá as mesmas condições de outros anos, com desconto de 90% nos juros de mora e 75% nas multas no pagamento à vista. Para o pagamento parcelado (em até 5 vezes), haverá redução de 75% dos juros de mora e 50% das multas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“É muito importante que a gente abra essa janela de oportunidade da extensão do (Refis) Programa de Conciliação Fiscal, para que os contribuintes possam gozar desse desconto”, afirma o secretário.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>IPTU 2017<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Quem pagar o IPTU até o dia 10 de fevereiro terá 10% de desconto.  Já os que optarem pelo pagamento parcelado em 10 vezes terá 5% de desconto. A Prefeitura também oferece desconto para os contribuintes em dívida, que podem aderir ao Refis (Programa de Conciliação Fiscal).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O pagamento pode ser efetuado nas agências bancárias credenciadas ou na Central, da Rua Arthur Jorge, 500, das 8 às 16 horas. O desconto é apenas para pagamento à vista e o contribuinte precisa estar regular com a prefeitura, sem débitos passados.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Serviço<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Central do IPTU está localizada na Rua Arthur Jorge, 500, Centro.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O desconto será de 90% nos juros de mora e 75% nas multas no pagamento à vista",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/552aeff4-6b03-4e33-857c-f260aa8dec4f/conversions/1485436443-large.webp",
            "date_published": "2017-01-26T13:12:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Retomada da economia faz comércio registrar melhor movimento dos últimos quatro anos",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/01/16/retomada-da-economia-faz-comercio-registrar-melhor-movimento-dos-ultimos-quatro-anos.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A retomada da estabilidade econômica em Mato Grosso do Sul vem refletindo positivamente no comércio. Levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), por meio da pesquisa Movimento do Comércio Varejista (MCV), revela que as vendas no mês de dezembro de 2016 foram as melhores dos últimos quatro anos.<o:p></o:p></p>        <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Essa recuperação da economia tem relação direta com as ações de gestão do governador Reinaldo Azambuja. No conjunto das 27 unidades da federação, Mato Grosso do Sul foi um dos sete estados que conseguiu atravessar o ano com todos os pagamentos em dia. O equilíbrio fiscal possibilitou investimentos em áreas importantes e a concessão de incentivos fiscais para industrias e comércio. Aliado a isso, em dezembro o Estado injetou quase R$ 1 bilhão na economia, com as folhas de pagamento de novembro, dezembro e o 13º salário.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Valorizamos a atitude do governo do Estado na indução do desenvolvimento. A injeção de R$ 1 bilhão em salário no fim do ano foi importante para o bom movimento e vendas deste fim de ano. Os servidores são um público consumidor importante e representam uma contribuição expressiva na movimentação do comércio da cidade. Essa injeção de dinheiro na economia local deixa o comércio animado e otimista, pois impulsiona diversos segmentos”, afirma o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), João Carlos Polidoro.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O resultado dos esforços de gestão se traduz na liderança no ranking nacional de geração positiva de emprego e o consequente reaquecimento da economia com aumento das vendas. O governador Reinaldo Azambuja reforça a política de indução ao desenvolvimento no Estado e, apesar da apertada margem tributária e oferta de crédito, vem adotando políticas para estimular a cadeia produtiva em todos os segmentos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"> “Entre as medidas que estão auxiliando o comércio no crescimento da economia está a ampliação do teto do Simples. As pequenas e microempresas respondem por 90% da oferta de empregos em MS. O Estado aposta nesse círculo virtuoso da economia. O incentivo fiscal, a infraestrutura energética, os recursos hídricos, logística de transportes e equilíbrio das contas públicas dão condições para o crescimento da economia. É preciso entender que a remuneração da produção reflete no aumento dos postos de trabalho e na geração de tributos. Esse conjunto de fatores é que forma a engrenagem que faz girar o motor da economia”, explica Reinaldo.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Empresariado<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O levantamento mostra que o consumidor (MCV-PF) está mais confiante, porém, os empresários (MCV-PJ) continua cautelosos em compor estoques. O MCV é um índice que apura transações realizadas entre empresas, consumidores e comércio. Considerando a sazonalidade da atividade comercial, o MCV foi desenvolvido com base fixa definida pela média do desempenho do ano de 2014. O Índice é composto de dois outros sub índices que ajudam a avaliar sua evolução: o MCV-PF, que analisa as transações entre Pessoas Físicas e as empresas do setor terciário, e o MCV-PJ, que avalia as transações entre as empresas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O MCV-PF de dezembro de 2016 foi de 128 pontos, contra 106 no mesmo mês de 2015, 124 em 2014, e 113 em 2013. Este indicador só foi superado pelo de 2012 (142) e é o que melhor explica o desempenho positivo em relação ao ano passado. O MCV-PJ de dezembro de 2016 foi de 72, contra 58 registrados em dezembro de 2015, e 82 em 2014.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O economista-chefe da Associação Comercial de Campo Grande, Normam Kallmus, pondera que, embora os comerciantes ainda não sintam no faturamento o impacto da retomada dos negócios, as empresas estão vivenciando e reagindo aos indicativos claros de que, não só a queda no desempenho geral da economia está se estabilizando, mas já há uma recuperação.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“Apesar de todas as incertezas, embora a recuperação não esteja ocorrendo de forma rápida, é indiscutível que as condições gerais estão melhores. A expectativa de um dezembro superior ao que enfrentamos em 2015 por fim se concretizou”, encerra Kallmus.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Associação Comercial revelou que as vendas de dezembro de 2016 foram as melhores dos últimos quatro anos",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/1de779b9-0fc8-4e92-87ea-a5afe92b9a4d/conversions/1484588639-large.webp",
            "date_published": "2017-01-16T13:43:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Campo Grande encerra 2016 com a 2ª maior inflação entre as capitais",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/01/11/campo-grande-encerra-2016-com-a-2a-maior-inflacao-entre-as-capitais.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Campo Grande registrou nos 12 meses de 2016 a segunda maior inflação entre as 13 capitais do país em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mede o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11), no acumulado do ano passado o percentual na cidade sul-mato-grossense atingiu os 7,52%, sendo superado apenas por Fortaleza, no Ceará, com 8,34% e bem acima do indicador nacional, que ficou em 6,29%.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No ano passado, conforme o IBGE, os dez grupos de produtos e itens que acumularam maior alta em Campo Grande foram os “cereais, leguminosas e oleaginosas”, com 30,96%, seguido pelos “açúcares e derivados”, com 28,91%, “leites e derivados”, com 22,36%, “itens de papelaria”, com 19,46%, “enlatados e conservas”, com 18,35%, “óleos e gorduras”, com 16,28%, “roupa infantil”, com 16,13%, “pescados”, com 15,94%, “sal e condimentos”, com 14,96% e “fumo”, com 14,28%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><b>Dados de dezembro<o:p></o:p></b></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A exemplo do que ocorreu em todo o ano passado, especificamente em dezembro, Campo Grande também contabilizou a segunda maior inflação entre as capitais pesquisadas. O índice na cidade ficou em 0,70%, abaixo somente do apurado em Brasília, que atingiu 1,12%. No país, o percentual foi bem menor, 0,30%, conforme o IBGE.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Entre nove grupo de produtos pesquisados pela entidade, seis registraram alta de preço na cidade no mês. Os mais expressivos aumentos ocorreram no grupo de produtos e itens de “transporte”, com 2,40%, seguido pelo “habitação”, com 1,05 e “despesas pessoais”, com 0,81%.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Dados são do IPCA divulgado nesta quarta-feira (11), pelo IBGE",
            "date_published": "2017-01-11T16:46:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:16+00:00",
            "authors": [
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            "id": "https://www.msreporter.com.br/019f1ee5-1b10-703d-8837-63cda4af7d48",
            "title": "Contribuinte pode aproveitar penúltimo dia para pagar IPT com desconto",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2017/01/09/contribuinte-pode-aproveitar-penultimo-dia-para-pagar-ipt-com-desconto.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os Campo-Grandenses têm até esta terça-feira (10) para pagar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) com 20% de desconto. Neste fim de semana, 1.626 contribuintes (760 no sábado e 866 no domingo) aproveitaram o plantão da Central de Atendimento e garantiram o desconto.<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O pagamento pode ser efetuado nas agências bancárias credenciadas ou na Central, da Rua Arthur Jorge, 500, das 8 às 16 horas. O desconto é apenas para pagamento à vista e o contribuinte precisa estar regular com a Prefeitura, sem débitos passados.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Quem pagar o IPTU até o dia 10 de fevereiro terá 10% de desconto.  Já os que optarem pelo pagamento parcelado em 10 vezes terá 5% de desconto. A Prefeitura também oferece desconto para os contribuintes em dívida, que podem aderir ao Refis (Programa de Conciliação Fiscal).<o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Prefeitura prorrogou o prazo para os contribuintes quitarem os débitos fiscais atrasados. Quem estiver devendo o município terá até o dia 10 de fevereiro para saldar as dívidas de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ISS (Imposto Sobre Serviço) ou multas (exceção para multa de trânsito) na Central do IPTU.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O secretário Pedro Pedrossian Neto explica que o Programa de Conciliação Fiscal (Refis) manterá as mesmas condições de outros anos, com desconto de 90% nos juros de mora e 75% nas multas no pagamento à vista. Para o pagamento parcelado (em até 5 vezes), haverá redução dos 75% dos juros de mora e 50% das multas.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">“É muito importante que a gente abra essa janela de oportunidade da extensão do (Refis) Programa de Conciliação Fiscal, para que os contribuintes possam gozar desse desconto”, afirma o secretário.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Outro ponto importante é a possibilidade de, ao negociar, já obter o desconto de 20% à vista (que vence no dia 10.01) ou 10% parcelado, pagando em dia.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Serviço<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Central do IPTU está localizada na Rua Arthur Jorge, 500, Centro.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "No fim de semana 1.626 contribuintes aproveitaram o plantão para garantir o desconto",
            "image": "https://cdn1.msreporter.com.br/Folder/2026/07/3ede2533-3944-445c-b6c1-9125a77a0b31/conversions/1483970677-large.webp",
            "date_published": "2017-01-09T14:23:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Índice de Negativação do Comércio volta a subir em novembro",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/12/21/indice-de-negativacao-do-comercio-volta-a-subir-em-novembro.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Índice de Negativação do Comércio (INC) apurado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) encerrou o mês de novembro em 34 pontos, 3 acima do indicador de outubro, confirmando a tendência de alta observada desde setembro. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo o economista-chefe da ACICG, Normann Kallmus, as incertezas derivadas do comportamento da economia continuam promovendo uma redução do consumo e, em consequência, uma inadimplência menor. \"A situação deixou de ser crítica. Lembramos que em novembro de 2014 esse indicador era de 195, e em 2015, 263, o que reforça a tendência já verificada nos Boletins anteriores, mas ainda assim, deve ser considerado como um ponto de atenção, em função da incipiente recuperação dos indicadores\", afirma. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ainda no mês de novembro, o Índice de Recuperação de Crédito (IRC) foi de 47 pontos, contra 37 em outubro, registrando um retorno ao mesmo nível de setembro. \"Até o mês setembro, a manutenção do nível de Índice de Recuperação de Crédito num padrão confortavelmente superior ao do índice de Negativação indicava que as famílias estavam recuperando o equilíbrio econômico, no entanto em outubro, esses indicadores praticamente se equivalem e, a despeito da melhora em novembro, foram registrados mais inadimplementos do que os que recuperaram o crédito\", explica Kallmus. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Conforme o economista, as razões parecem estar relacionadas ao esgotamento da capacidade de recuperação dos orçamentos domésticos. A melhora verificada está relacionada aos resultados da campanha Nome Limpo, iniciada pela ACICG em novembro. No mês houve um total de 5.266 exclusões do cadastro de inadimplentes no mês, contra 4.098 em outubro e 5.239 em setembro. As notificações emitidas totalizaram 6.968 (5.125 CPF e 227 CNPJ) contra 6.441 em outubro, registrando um crescimento de 8,1%. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">\"A importância de acompanhar o comportamento desses indicadores (IRC e INC), reside no fato de que são essenciais para determinar a liquidez das famílias, indicando se existem condições efetivas para uma rápida e desejada retomada dos níveis de atividade pré-crise\", finaliza Kallmus.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "O índice encerrou o mês de novembro em 34 pontos, 3 acima do indicador de outubro",
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            "date_published": "2016-12-21T19:55:00+00:00",
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            "title": "Tomate fica 13,57% mais caro e faz preço da cesta básica subir em Campo Grande",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/11/07/tomate-fica-1357-mais-caro-e-faz-preco-da-cesta-basica-subir-em-campo-grande.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O preço do tomate subiu 13,57% em Campo Grande em outubro e ajudou a alavancar a alta de 0,98% no valor da cesta básica na cidade no mês, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (7), pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo o Dieese, além do tomate, outros sete produtos, dos 13 que compõem a cesta básica,  registram altas no mês passado: batata lavada (10,31%), banana (4,63%), açúcar cristal (3,11%) , óleo de soja (2,35), carne (1,83%) manteiga (1,60%) e café em pó (0,80%).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No caso do tomate, a instituição atribui o aumento as chuvas nas principais regiões produtoras do país, o que afetou a qualidade do produto, reduzindo a oferta e pressionando os preços. Além de Campo Grande, o seu valor subiu em outras 18 capitais.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em contrapartida, cinco produtos contabilizaram redução de preços no mês passado na capital sul-mato-grossense: leite (10,26%), feijão carioquinha (6,50%), pão francês (1,75%), arroz (1,02%) e farinha de trigo (0,98%).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De acordo com o Dieese, em outubro Campo Grande apresentou a nona cesta básica mais cara entre todas as capitais do país e a décima em variação percentual, com o valor de R$ 436,51, R$ 4,24 a mais que os R$ 432,27 de setembro.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para comprar a cesta básica, o Dieese calculou que um trabalhador que recebe um salário mínimo precisou demandar 109 horas e oito minutos de sua jornada, comprometendo 53,92% de sua remuneração líquida (valor do salário menos a contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já para adquirir uma cesta básica familiar, com produtos para atender uma família com quatro pessoas, sendo dois adultos e duas crianças, o departamento apontou que o trabalhador de Campo Grande gastou em outubro R$ 1.309,52, o que representa 1,48 vezes o valor do salário mínimo atual, que é de 880.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Em outubro cesta básica teve aumento de 0,98%, aponta Dieese",
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            "title": "Intenção de consumo entre campo-grandenses sobe ao melhor nível desde março",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/10/27/intencao-de-consumo-entre-campo-grandenses-sobe-ao-melhor-nivel-desde-marco.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) campo-grandenses, calculada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) atingiu neste mês de outubro o maior nível em sete meses. <o:p></o:p></p>    <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">São 74,9 pontos, comparado a setembro reação de 10%, com evolução tanto entre as famílias com renda de até 10 salários mínimo, quanto entre as de maior poder aquisitivo. \"A reação econômica de uma forma geral nos deixa mais otimistas para o fim deste ano, após um primeiro semestre de pouca atividade\", diz o presidente do Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS, Edison Araújo. <o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De um modo geral, o consumidor ficou mais otimista. Tanto a avaliação do emprego quanto da própria renda melhorou de setembro para outubro. O índice de consumo atual também reagiu, mas ainda assim 60% dizem que estão comprando menos que em igual período do ano passado. <o:p></o:p></p>",
            "summary": "A intenção atingiu neste mês de outubro o maior nível em sete meses",
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            "title": "Fim da poeira e do barro, asfalto no Pólo Industrial Norte contemplará 75% das empresas",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/08/24/fim-da-poeira-e-do-barro-asfalto-no-polo-industrial-norte-contemplara-75-das-empresas.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A pavimentação asfáltica do trecho de 1,4 quilômetros do Polo Industrial Miguel Letteriello, localizado na região norte da Capital, prova mais uma vez que o asfalto será uma obra emblemática. Além de dar fim aos problemas com barro e poeira das empresas localizadas no entorno que receberá o pavimento, o asfalto irá beneficiar diretamente 75% da capacidade de produção do Polo e tem criado expectativas entre os trabalhadores.<o:p></o:p></p>      <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Das 40 empresas localizadas na região 30 serão contempladas com a pavimentação e, com a conclusão da obra, o Polo passará a ser 100% asfaltado. Declarado como um sonho antigo dos empresários da região, a pavimentação é definida como sinônimo de progresso.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"> “Hoje para nós esse asfalto é o progresso, porque quando o asfalto chega, o progresso também chega. Acredito que irá mudar bastante a nossa rotina com a melhoria da logística, da limpeza das empresas, pois uma vez por semana paramos a produção para limpar o depósito.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A obra também vai facilitar no que se refere a descarga do produto. “Em período de chuvas enfrentamos muitas dificuldades com os caminhões pesados, que para chegarem até aqui enfrentam muito barro, o que faz da descarga de produtos uma situação crítica”, frisou Marcos Tavares, proprietário de uma empresa de cestas básicas que emprega 50  trabalhadores e embala semanalmente 700 toneladas de alimentos.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Para o gerente industrial de uma fábrica de móveis escolares e de escritório, Valdir Ferreira, a pavimentação além de solucionar a questão logística na região, colocará as empresas beneficiadas em igualdade com as localizadas nas ruas pavimentadas do Polo. “As empresas dessa região do Polo acabavam ficando prejudicadas pela falta de asfalto, pois os clientes não querem transitar em rua ruim e evitam fazer esse trajeto. Tem também os funcionários que terão que arcar com menos manutenção de seus veículos, porque aqui isso também é um problema”, frisou.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O isolamento das empresas da região também foi apontado por André Gonçalves, funcionário da empresa de móveis. “Em comparação com as outras empresas, temos essa sensação de estarmos meio isolados aqui, principalmente na época das chuvas”, contou ele que é responsável pelo gerenciamento da produção de 500 peças por mês produzidas pela empresa.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já o soldador da indústria de móveis, Manoel da Silva, além da poeira, do barro e das pedras, a pavimentação terá o sentido de organização. “Esperamos por isso há muito tempo e acredito que será bom para acabar com a poeira, o barro, enfim será para organizar a região”.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Na mesma expectativa está auxiliar administrativo empresa de alimentos, Luigy Oliveira. “Para mim esse asfalto vai trazer mais visibilidade para as empresa daqui, além do acesso mais fácil. Enfim serão solucionados tudo que consideramos problema”.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Com a ordem serviço assinada no último dia 15 de agosto e início imediato logo após a assinatura, as obras de infraestrutura do Polo Miguel Letteriello preveem a pavimentação de 14.750 metros quadrados de pavimentação e 1.063,50 metros lineares de galerias de aguas pluviais. Com o asfalto serão contempladas as ruas Ada Teixeira dos Santos Pereira, Elza da Silva Gatas e Dr. Nicola Casa Caminha, via que dá acesso ao anel rodoviário (BR-163). Ao todo serão empregados recursos da ordem de R$ 1.696.398,83, próprios do Estado, oriundos do Fundo de Apoio às Empresas (FAI-MS).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Polo Miguel Letteriello gera atualmente cerca de 1500 empregos diretos, nas 40 empresas de economia diversificada, que vai desde a fabricação de tijolos à confecção e alimentos.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Obras de pavimentação asfáltica tiveram início imediato após a assinatura da ordem de serviço",
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            "date_published": "2016-08-24T18:40:00+00:00",
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            "title": "Consumidor está menos disposto a comprar neste mês",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/08/17/consumidor-esta-menos-disposto-a-comprar-neste-mes.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">A Intenção de Compras das Famílias campo-grandenses (ICF) está ainda menor neste mês de agosto, de acordo com pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).<o:p></o:p></p>        <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De 65,4 pontos caiu a 63,3 pontos, sendo menor entre as famílias cuja renda é de até 10 salários mínimos. “A insegurança quanto ao emprego é um dos fatores que acabam influenciando diretamente na disposição para as compras. Neste mês, 30,9% apontaram que se sentem menos seguros que em igual período do ano passado e 14,8% mencionam estar desempregados”, diz o presidente da Fecomércio-MS, Edison Araújo.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Ainda de acordo com a pesquisa, 44,4% não alimentam perspectivas de melhoras profissionais para os próximos seis meses, frente a 39,3% que se mantém otimistas. Sobre a situação da renda atual, 41% dizem ter piorado; para 13,5% houve melhoras e 44,8% apontam estagnação. Em relação ao nível atual de consumo, 68% da população demonstraram uma piora no consumo, na comparação ao mesmo período do ano passado. De modo que dentre os principais itens que contribuíram para esse resultado, está o comportamento voltado à compra de bens duráveis, uma vez que parcela significativa da população, 74,9%, acredita que o atual momento não seria o mais adequado para realizar a compra desses bens.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "A intenção é menor entre as famílias cuja renda é de até 10 salários mínimos",
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            "date_published": "2016-08-17T19:37:00+00:00",
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            "title": "Inflação cai e fecha julho em 0,39% em Campo Grande",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/08/09/inflacao-cai-e-fecha-julho-em-039-em-campo-grande.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), um dos indicadores que mede a inflação na capital sul-mato-grossense, terminou julho marcando 0,39%, o que indica uma leve queda em relação a junho, quando atingiu os 0,42%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Segundo o Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nepes), da Uniderp, que mede o IPC/CG, o percentual registrado em julho foi o menor de 2016 e também ficou abaixo do registrado no mesmo mês de 2015.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No acumulado de janeiro a julho, a inflação em Campo Grande atingiu os 5,25% e nos últimos 12 meses os 9,34%. “O índice manteve tendência de queda de fevereiro a abril, cresceu em maio e voltou a cair em julho, um comportamento que pode ajudar o governo, que prevê uma inflação acumulada para o ano de 2016 em torno de 7%”, explica o coordenador do Nepes, Celso Correia de Souza.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">De acordo com o Nepes, os principais responsáveis pela inflação de julho foram os grupos: “Alimentação”, com aumento médio de 0,73% na maioria dos seus produtos, e contribuição para a inflação de 0,15%; “Habitação”, que sofreu elevação de 0,34% e contribuição para a inflação de 0,11%; e “Educação”, que registrou acréscimo de 1,05% e contribuição de 0,11% para a inflação.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Os grupos “Despesas Pessoais” e “Vestuário” também apresentaram alta, sendo o primeiro de 0,54% e impacto de 0,05%, e o segundo com elevação 0,50% e colaboração de 0,04% para a inflação geral. “Saúde permaneceu estável (0%) e o grupo Transportes foi o único com deflação, -0,46%, o que contribuiu para frear a inflação no mês passado”, ressalta o coordenador do Nepes.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em julho os produtores que registraram maior inflação em Campo Grande foram: alcatra (5,34%), arroz (5,35%), leite pasteurizado (3,33%), acém (4,54%), papelaria (4,59%), aluguel de apartamento (0,57%), mão de obra (2,51%), aluguel de casa (0,57%), pão francês (2,81%) e calça comprida feminina (1,48%).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em contrapartida, os dez itens que contabilizaram maior deflação, ou seja, redução de preços, no mês passado foram: batata (31,55%), etanol (4,92%), óleo de soja (5,44%), maça (9,00%), tomate (6,72%), pneu (1,10%), vassoura (6,35%), pescado fresco (1,29%), frango congelado (0,94%) e laranja-pera (2,42%).<o:p></o:p></p>",
            "summary": "A batata registrou a maior queda no período com 31,55%",
            "date_published": "2016-08-09T14:35:00+00:00",
            "date_modified": "2026-07-01T18:23:14+00:00",
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            "title": "Na Capital, pacote do café chega a custar R$ 11,49 em supermercados",
            "url": "https://www.msreporter.com.br/cg-economia/2016/07/16/na-capital-pacote-do-cafe-chega-a-custar-r-1149-em-supermercados.html",
            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Após o leite ficar 16% mais caro, chegou a vez do café aumentar significativamente. Durante o primeiro semestre de 2016, houve uma elevação de 4,99% nos preços do produto que atualmente tem pacote de 500g custando até R$ 11,49 em alguns supermercados de Campo Grande.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Esse aumento ocorreu em 23 capitais brasileiras, de acordo com o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O menor preço registrado nesse primeiro semestre foi de R$ 9,22 no mês de maio. Já no mês passado o valor subiu para R$ 9,68 em média, mas já ultrapassou esse valor em quase R$ 2,00.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O motivo do aumento foi o clima desfavorável que fez a produtividade do grão cair e consequentemente as negociações se tornaram mais lentas no mercado.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Preços - O Comper, localizado na Avenida Mato Grosso, teve o menor preço encontrado em um pacote de 500g do grão, por R$ 6,69. Já a marca mais cara no local custa R$ 8,89.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No Walmart, o menor valor foi de R$ 6,98 e o maior a R$ 10,98.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em um outro mercado, o Pague Poko, localizado no bairro Mata do Jacinto os preços do pacote de café com 500g, variavam entre R$ 7,79 e R$ 10,99.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já no supermercado Campos, no bairro Carandá Bosque, os preços variavam entre R$ 8,75 e R$ 11,49.  <o:p></o:p></p>",
            "summary": "O preço do café em alguns supermercados está custando até R$ 11,49",
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            "title": "Campo Grande tem em junho 3ª maior inflação entre capitais, diz IBGE",
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            "content_html": "<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Campo Grande registrou no mês de junho o terceiro maior percentual de inflação, medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), entre as 13 capitais em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faz o levantamento.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">No mês passado o IPCA em Campo Grande foi de 0,45%. Ficou atrás somente do registrado em Belo Horizonte (MG), 0,66%, e em Belém (PA), 0,52%. Já o percentual do país ficou em 0,35%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Em Campo Grande, assim como no restante do país, o grupo de produtos “Alimentação e Bebidas” foi o que mais contribuiu para a alta da inflação no mês passado.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">O instituto atribuiu isso ao aumento expressivo de preços de produtos como o feijão que somente no mês teve alta média no Brasil de 41,78% e ano ano acumula um incremento de 89,26%. Outro item citado pelo IBGE com elevação significativa foi o leite longa vida, que em junho subiu 10,16% e em seis meses de 2016 registra uma alta de 26,70%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Dos nove grupos de produtos pesquisados pelo IBGE para definir o IPCA, cinco contabilizaram aumento. Além do “Alimentos e Bebidas”, os crescimentos mais significativos ocorreram no “Despesas Pessoais”, com 0,84% e “Vestuário”, com 0,71%.<o:p></o:p></p>  <p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\">Já os quatro grupos que registraram redução no índice de inflação no mês foram: “Transportes”, com 0,67%, “Artigos de Residência”, com 0,58%, “Educação”, com 0,02% e “Comunicação”, com 0,02%.<o:p></o:p></p>",
            "summary": "Alta nos preços de alimentos como o feijão tiveram o maior peso no índice",
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