que conduziu o desembargador Carlos Eduardo Contar como membro efetivo da Corte eleitoral. O novo integrante do TRE assume a vaga em virtude da aposentadoria do desembargador Julizar Barbosa Trindade.
Durante o evento também foi realizada, por aclamação, a solenidade de eleição e posse da nova administração para o biênio 2023/2024. Os desembargadores Paschoal Carmello Leandro e Carlos Eduardo Contar foram eleitos, respectivamente, como presidente e vice-presidente e Corregedor Regional Eleitoral.
Coube a juíza e membro efetivo do TRE-MS, Sandra Regina Artioli, dar boas-vindas ao colega Carlos Contar. "Como presidente do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul, o desembargador Contar, com muito trabalho e determinação imprimiu a sua marca de homem culto, inteligente, elegante, de bom gosto e extremamente focado na eficiência e nas relações humanas", classificou a magistrada.
Em seu discurso de posse, o desembargador Contar fez uma reverência de respeito e apreço ao colega, o desembargador Trindade, que deixou a Corte. "Quero prestar uma homenagem ao desembargador Trindade, presidente desta Corte Eleitoral até o último dia 1º de maio, quando encerrou a sua longa e exitosa carreira perante a Justiça sul-mato-grossense, coroando mais de 41 anos de vida dedicados com labor e grande compromisso de atuação serena, equilibrada e justa". O desembargador Contar ressaltou que pretende atuar na Corte com discrição e eficiência.
Após a condução ao cargo de presidente do TRE-MS, o desembargador Paschoal Carmelo Leandro lembrou dos novos desafios que estão à frente, com as eleições municipais em 2024, o aprimoramento dos serviços eleitorais, e a governança. "O agraciamento deste Tribunal com o selo diamante no prêmio CNJ de Qualidade 2022 e o primeiro lugar no ranking de transparência por cumprir 100% dos quesitos exigidos", mostra o nível de compromisso do Tribunal, registrou o presidente do TRE-MS.
A cerimônia na sede do Tribunal foi prestigiada ainda pelos secretários Eduardo Rocha (Casa Civil) e Patrícia Cozzolino (Assistência Social e Direitos Humanos) e também por outras autoridades civis, militares, eclesiásticas, do Legislativo e do Judiciário.
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