Os últimos óbitos confirmados são de uma mulher de 66 anos, de Costa Rica, e de um homem de 68, de Ivinhema. Ambos tinham hipertensão arterial. Ele tem ainda diabetes.
Campo Grande já acumula seis mortes neste ano. Chapadão do Sul teve duas. Com uma morte cada estão Dourados, São Gabriel do Oeste, Porto Murtinho, Guia Lopes da Laguna, Douradina, Itaporã, Aparecida do Taboado, Costa Rica e Ivinhema.
Ainda de acordo com a publicação, Mato Grosso do Sul tem 20.550 casos prováveis de dengue. Os casos prováveis incluem aqueles ainda em investigação, que não foram finalizados no sistema ou que já foram confirmados.
O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, sendo que o acúmulo de água parada contribui para a proliferação do mosquito e, consequentemente, maior disseminação da doença. É importante evitar água parada, todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano no ambiente.
De acordo com o Ministério da Saúde, todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais idosas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.
Os principais sintomas da dengue são: febre alta, acima de 38°C; dor no corpo e articulações; dor atrás dos olho; mal estar; falta de apetite; dor de cabeça; e manchas vermelhas no corpo.
Confira o Boletim Epidemiológico da Dengue aqui.
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