O assunto entrou em pauta durante entrevista do secretário Hélio Peluffo (Seilog) à rádio FM Cidade. “Não podemos esperar o pavimento de uma rodovia danificar para depois consertar. Temos que ter um sistema que acompanha a durabilidade do pavimento e saber o momento certo para entrar com intervenção”, explicou Peluffo, na quarta-feira (8).
Segundo ele, sistemas de gerência de pavimentos já aplicados em outras partes do País comprovam que postergar a manutenção de estradas resulta em um maior gasto com esse tipo de obra. “Se você entrar com 60% de vida útil do pavimento, você gastará um dólar. Depois dos 40%, vai gastar 12 dólares. Não podemos investir e refazer serviço. Isso é muito caro e não cabe no conceito dos negócios do País”, afirmou.
Como exemplo, o secretário citou a recente obra de recapeamento feita na MS-162, entre Sidrolândia e Maracaju. “A rodovia está novinha, linda. Em que momento tenho que entrar para fazer uma pequena intervenção para que ela dure mais dois, três ou quatro anos assim? Isso é o SGP que vai dizer”, exemplificou Peluffo.
Sistemas de gerência de pavimentos já são utilizados em rodovias concessionadas pelo Brasil, inclusive na MS-306, em Mato Grosso do Sul, que está sob a gestão do Consórcio Way 306, através de uma PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado. “Isso já é normal em rodovias como a Presidente Dutra, Castelo Branco, dos Imigrantes e Raposo Tavares. E vamos avançar rapidamente nisso aqui também por ordem do governador Eduardo Riedel”, pontuou o secretário.
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