Depois de três anos e meio fechado para restauração, o antigo Memorial da Imigração, em São Paulo, reabre neste sábado (31), repaginado e com novo nome: Museu da Imigração do Estado de São Paulo.
Esta foi a primeira grande reforma do prédio, que teve sua construção finalizada em 1888. A reforma custou em torno de R$ 20 milhões, e demorou três anos e meio para poder se adequar à função que tem hoje. Ou seja: para receber público e preservar o acervo, que tem mais de 12 mil itens doados por comunidades de imigrantes, migrantes e descendentes, disse Marília Bonas, diretora executiva da instituição, em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ela, as reformas permitiram que o museu ficasse acessível a todos os públicos, mais seguro e com climatização adequada para o acervo. “E esse foi um desafio, já que o edifício é tombado”, disse ela.
O prédio do museu, no bairro do Brás, limite com a Mooca, na zona leste da capital, serviu como hospedaria para imigrantes de 1887 a 1978. Por ele passaram mais de 2,5 milhões de pessoas, de mais de 70 nacionalidades. Em 1982 ele foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).
Leia Também
Detran de Mato Grosso do Sul passa a oferecer opção de CNH exclusivamente digital
Equipamentos e 522 viaturas:
Projeto de IA do Detran-MS