A resistência do consumidor para incluir seu nome no cadastro positivo, central de dados que permitirá aos bancos e instituições avaliar a capacidade de pagamento dos clientes, diminui no país.
Mas a falta de informação, o receio de perder a privacidade e o medo de ser discriminado caso atrase o pagamento de uma conta ainda são os principais motivos para que parte dos brasileiros rejeite o cadastro positivo.
Aprovado pelo governo, o cadastro depende de regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) para entrar em vigor.
Pesquisa com 1.300 pessoas de 663 municípios, feita entre abril e maio deste ano pela Boa Vista Serviços, empresa que administra o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), mostra que aumentou para 57% o percentual de pessoas com conta em banco que pretendem autorizar o nome no cadastro. Em 2011, 50% tinham a intenção.
Leia Também
Detran de Mato Grosso do Sul passa a oferecer opção de CNH exclusivamente digital
Equipamentos e 522 viaturas:
Projeto de IA do Detran-MS