Estados e municípios registraram superavit primário de R$ 5,5 bilhões em fevereiro, valor mais que suficiente para cobrir o resultado negativo do governo federal (R$ 3,4 bilhões) e garantir um saldo de R$ 2,1 bilhões para o setor público no mês.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, afirmou que fevereiro é um mês sazonalmente bom para os governos regionais, por conta da concentração no recolhimento de impostos nessa época.
No primeiro bimestre, o superavit de todo o setor público foi de R$ 22,1 bilhões, para uma meta de R$ 99 bilhões (1,9% do PIB) em 2014. Em 12 meses, o resultado acumulado está em R$ 86,1 bilhões (1,76% do PIB).
O cumprimento da meta fiscal estabelecida é o motivo de dúvidas para analistas e pesou na avaliação da agência de classificação de risco S&P que rebaixou a nota do Brasil.
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