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Dólar fecha a R$ 1,60; Bovespa avança 0,49%

10 maio 2011 - 19h26

As cotações da moeda americana ficaram abaixo dos preços fixados ontem durante todo o expediente desta terça-feira, refletindo o momento de menor aversão ao risco dos agentes financeiros. As Bolsas de Valores, sem exceção da brasileira, operam com recuperação, em um dia de alta dos preços das commodities, após as quedas fortes vistas na semana passada.


Em sete dias úteis deste mês, a taxa cambial caiu em dois.


O dólar comercial foi negociado por R$ 1,605 nas últimas operações de hoje em um decréscimo de 0,92%. Já o dólar turismo foi vendido por R$ 1,730 e comprado por R$ 1,560 nas casas de câmbio paulistas.


Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) valoriza 0,49%, aos 64.943 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,56 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York sobe 0,69%. 


Segundo analistas, o mercado se animou com o robusto superavit comercial chinês, calcado no crescimento de quase 30% das exportações e no incremento de 21,4% das importações. Entre hoje e amanhã, Pequim deve divulgar uma bateria de indicadores econômicos fundamentais para consolidar a percepção do mercado sobre o ritmo de crescimento no gigante asiático.


Esse país é um dos maiores consumidores mundiais de commodities. Quando há expectativa de que a demanda por esses produtos não arrefeça, várias Bolsas de Valores tendem a subir, já que algumas das ações mais negociadas nessas praças são justamente de empresas baseadas em matérias-primas, a exemplo da brasileira Bovespa.


EMISSÕES


Importantes bancos brasileiros têm grandes captações externas programadas para o curto prazo. A agência Moody´s qualificou uma emissão de US$ 850 milhões em títulos do Bradesco, a vencer em 2014, e outros US$ 500 milhões em títulos para 2016. Já o banco Votorantim prevê lançar R$ 1 bilhão em títulos denominados em reais, para vencer em 2016.


INFLAÇÃO E JUROS


Entre outras notícias importantes do dia, o IPC da Fipe apontou inflação de 0,64%, na primeira quadrissemana de maio, ante uma expectativa de 0,69%. Os últimos índices de preços têm mostrado uma desaceleração consistente da alta dos preços, a exemplo do IPCA e do IGP-DI registrados em abril.


No segmento de juros futuros da BM&F, as taxas negociadas ficaram praticamente estáveis.


Para julho, a taxa prevista foi mantida em 11,99% ao ano; para janeiro de 2012, a taxa projetada passou de 12,28% para 12,29%. E no contrato para janeiro de 2013, a taxa prevista permaneceu em 12,55%. Esses números são preliminares e estão sujeitos a ajustes.


Helton Verão/Folha Online

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