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Inflação do aluguel tem alta de 10,06% em 12 meses, diz FGV

12 maio 2011 - 11h15

Taxa acumulada é referente à primeira prévia de maio. Alimentos seguem pressionando Índice de Preços ao Consumidor. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), chamado de inflação do aluguel e usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, acelerou para 0,70% na primeira prévia de maio, contra 0,55% no mesmo período do mês anterior, conforme informações divulgadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), nessa quarta-feira (11). No ano, o indicador acumula alta de 3,61% e, em 12 meses, de 10,06%.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que faz parte do IGP-M, registrou variação de 0,60%, diante de alta de 0,63% no mesmo período de abril. A taxa de variação do índice referente a bens finais recuou de 0,87% para 0,14%, com contribuição do subgrupo alimentos processados (de 1,05% para -1,04%). O índice referente a matérias-primas brutas ficou em 0,87%, contra 0,29% no mês anterior, com maior influência partindo de minério de ferro (de -0,72% para 8,57%), cana-de-açúcar (de 3,89% para 14,16%) e mandioca (de -6,81% para -1,65%).


Para o consumidorNa primeira prévia de maio, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,87%. No mesmo período de abril, a taxa ficara em 0,46%. Das sete classes de despesa que fazem parte do índice, seis tiveram aceleração de preços.


A maior influência partiu do grupo de despesas com alimentação (de 0,28% para 0,75%). Os destaques ficaram com hortaliças e legumes (de 1,60% para 4,26%), panificados e biscoitos (de -0,36% para 0,80%) e laticínios (de 1,16% para 2,18%).Também apresentaram acréscimos em suas taxas de variação os grupos vestuário (de 1,14% para 1,91%), saúde e cuidados pessoais (de 0,61% para 1,29%), transportes (de 1,12% para 1,78%), despesas diversas (de -0,04% para 0,48%) e habitação (de 0,30% para 0,51%).


Os destaques partiram de roupas (de 1,41% para 2,06%), medicamentos em geral (de 0,72% para 3,69%), gasolina (de 2,20% para 6,25%), cigarro (de 0,00% para 1,13%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,03% para 1,61%).Na contramão, subiram menos os preços relativos aos gastos com educação, leitura e recreação (de 0,40% para 0,38%). A maior influência foi exercida pelo item hotel, cuja taxa passou de 3,54% para 1,55%.


 


Fonte: G1

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