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“Queremos apagar a extrema pobreza do mapa”, diz secretária

14 maio 2011 - 13h14

Apesar de todos os avanços conquistados recentemente pelo país no combate à pobreza e à desigualdade social, cerca de 16 milhões de brasileiros ainda vivem em condições de miséria. São pessoas que, em suas famílias, passam o mês com menos de R$ 70 por mês - ou o dia com R$ 2,33.


Para dar a elas melhores condições de vida e cumprir um compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff ainda na campanha eleitoral do ano passado, o governo trabalha em um novo programa, o Brasil sem Miséria, a ser lançado em breve.


A novidade trazida pelo plano é a percepção de que o combate à pobreza envolve mais fatores que a pura e simples transferência de renda. A ideia, agora, é garantir ao beneficiado, além da ajuda financeira, acesso aos serviços públicos e oportunidades para que ele, aos poucos, consiga estabelecer meios próprios de sustento.


A secretária extraordinária de Erradicação da Pobreza do Ministério do Desenvolvimento Social, Ana Fonseca (foto), explica que o objetivo é “juntar essas três pernas” - a renda, os serviços públicos e a inclusão produtiva” - para levar um contexto de bem-estar a cada vez mais brasileiros.


- O Brasil cresce e a gente tem de aproveitar essas oportunidades de crescimento e encaixar os brasileiros nisso. Que a miséria seja uma coisa que a gente possa olhar para trás e ver o quanto melhoramos.


Camila Bertagnolli/Fonte: R7

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