Se o momento da Seleção Brasileira fosse bom, o Superclássico das Américas até poderia ser considerado um amistoso. Mas a realidade é outra. Portanto, o duelo desta quarta-feira (28), às 20h50 (horário de MS), contra a Argentina, no estádio Mangueirão, em Belém, tem cara, clima e jeito de decisão.
Os motivos para o Brasil considerar uma vitória nesse duelo tão importante são vários: seria o primeiro título da era Mano Menezes, ajudaria a minimizar o fracasso da eliminação precoce na Copa América, daria fôlego para os amistosos contra Costa Rica e México e acabaria com a sina de o time do treinador não vencer adversários de peso (perdeu da própria Argentina, da França e da Alemanha).
No primeiro jogo do Superclássico das Américas, em Córdoba, Brasil e Argentina fizeram uma partida aquém de suas tradições. Empataram por 0 a 0 em um duelo sem muitas emoções e no qual um lance isolado de Leandro Damião, que deu uma lambreta em Papa e acertou a trave, salvou a história do confronto. Ao final da partida, o técnico da Argentina, Alejandro Sabella, elogiou o jogador do Inter.
Sendo assim, quem vencer de Brasil e Argentina fica com a taça do Superclássico. Uma nova igualdade leva a decisão diretamente para os pênaltis.
Se para os jogadores o duelo com os argentinos parece Copa do Mundo, para a torcida também é desse jeito. Desde segunda-feira (26), os jogadores estão sendo assediados pelo povo paraense e têm recebido muito carinho dos fãs. Neymar e Ronaldinho Gaúcho, por exemplo, não param de receber cartas, mimos, presentes.
Camila Bertagnolli/Fonte: Globo Esporte.com
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