Na manhã desta quarta-feira, por volta das 10 horas (de Brasília), Andrés Sanchez entregou a sua carta de demissão do cargo de diretor de seleções ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, confirmando o que já se especulava nos dois últimos dias.
Andrés Sanchez foi pego de surpresa na última sexta-feira, quando o técnico Mano Menezes, um dos seus nomes de confiança na entidade máxima do futebol brasileiro, foi demitido da Seleção Brasileira. O diretor afirmou que não concordou com a decisão de Marin e deixou o seu futuro na CBF em aberto.
Na coletiva de imprensa sobre a demissão de Mano, Andrés Sanchez, visivelmente irritado e incomodado, revelou que foi "voto vencido" nesta decisão, mas que respeitou a ordem hierárquica da CBF. De acordo com o agora ex-diretor, Mano Menezes estava "no meio do trabalho" e não deveria sair.
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