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Confira as 20 profissões que desaparecerão em 2020

8 julho 2012 - 14h00 Por Mariana Anjos / Com Informações Edição de Notícias

Costureiras, técnicos de computadores e agricultores. Você consegue imaginar o mundo sem esses profissionais? Pois essas carreiras estão com os dias — ou melhor, os anos — contados, segundo a revista norte-americana Forbes.

Com base em dados do U.S. Bureau of Labor Statistic, do governo americano, o veículo listou 20 profissões que terão redução gradativa no número de trabalhadores e provavelmente deixarão de existir até 2020.

O motivo? Essas carreiras exigem pouca qualificação profissional e sofrerão um desgaste muito grande com o tempo, o que faz com que sejam substituídas ou extinguidas. A eliminação de profissões chegou ao setor financeiro, que perderá, até 2020, 5.700 consultores financeiros e de empréstimos.

Confira quais são elas:

Operadores de refinarias e de extração de petróleo - Em 2020, o mercado deverá perder mais de 6.000 operadores de refinarias e de extração de petróleo, o que representa uma queda de 14% no total de empregados.

Floristas - Com um longo tempo de trabalho, ajudando na escolha de flores para boas e más notícias, os floristas vão desaparecer gradualmente do mercado. Acredita-se que mais de 6.000 desses profissionais já estarão fora em 2020.

Técnicos de produção da indústria têxtil - Outro caso em que as máquinas, cada vez mais inteligentes, substituirão o trabalho humano. Confeccionar uma roupa será uma atividade cada vez mais automatizada, como aponta a previsão de que 6.800 técnicos de produção da indústria têxtil estarão sem lugar no mercado em 2020.

Assistentes de escritório - Em um futuro não muito distante, fotocopiadoras e impressoras instaladas em escritórios não mais terão auxiliares. Até 2020, o mercado terá eliminado mais de 6.000 postos.

Gerentes e superintendentes de serviços postais - Substituídas continuadamente pelos e-mails, as cartas perdem espaço nos dias atuais e, com elas, superintendentes e gerentes de serviços postais perdem o emprego. A atividade terá quase 7.000 profissionais a menos em 2020, segundo o governo americano

Operadores de computador - O futuro não reserve boas novidades para os operadores de computador, responsáveis por tarefas como instalar e fazer atualizações em softwares, proteger dados e fazer pequenos reparos nos equipamentos. Estima-se que pelo menos 7.000 postos de trabalho terão desaparecido até 2020.

Técnicos de impressão - Com curso profissionalizante, esses profissionais são responsáveis pela qualidade de folhetos, livros, revistas, jornais e demais materiais gráficos que chegam às nossas mãos. Mas as máquinas cada vez mais inteligentes tendem a absorver as funções desses funcionários que, segundo estimativa do governo americano, terão uma redução de 15,9% até 2020.

Arquivologista - Essa é outra carreira administrativa com os anos contados. Classificar arquivos e mantê-los em ordem serão atividades cada vez mais raras; afinal, o papel vem perdendo espaço para o digital sucessivamente.

Montadores de equipamentos elétricos ou eletrônicos - Da mesma forma que os gerentes de restaurante, a pouca qualificação dos montadores de equipamentos elétricos ou eletrônicos, que geralmente têm apenas ensino médio, vai sacrificar a carreira desses profissionais.

Gerentes de restaurante - A baixa escolaridade, apenas o ensino médio, vai tirar muitos desses profissionais da ativa, de acordo com o governo norte-americano.

Vendedores de porta em porta, jornaleiro e vendedores de rua - Durante anos, essas figuras simpáticas fizeram-nos comprar até mesmo o que não precisávamos — tudo com o poder do convencimento. Em 2020, a previsão é de 13 mil destes profissionais não exerçam mais o cargo.

Digitadores - Aquele repetitivo treino de digitar A-S-D-F-G na maior velocidade possível não mais será uma qualificação para o mercado de trabalho. Estima-se que o mercado terá 13,2 mil digitadores a menos em 2020.

Processadores de dados - Quem trabalha em escritórios ou em serviço administrativo será duramente atingido nos próximos anos com os avanços tecnológicos. Com isso, os processadores de dados tendem a ter uma redução de quase 7% no mercado.

Trabalhadores da agricultura (inclui quem trabalha em fazendas, na pesca e nas madeireiras) - Mais uma vez, o campo sente o peso da indústria e do maquinário, e a tendência é que peões, trabalhadores da pesca e de madeireiras estejam em extinção em alguns anos.

Cozinheiros de restaurantes de fast-food - Até 2020, a previsão é de que 19 mil cozinheiros das cadeias de restaurantes e lanchonetes tenham “sumido” do mapa do trabalho.

Operadores de painel de controle - Uma das atividades desses profissionais é supervisionar instalações e o funcionamento de equipamentos. Mas com o mundo ficando cada vez mais automatizado e dependente de toques na tela ou de botões, vai faltar espaço para tais cargos. A previsão é que, até 2020, mais de 33 mil operadores terão desaparecido do mercado de trabalho.

Costureiras - Esqueça as linhas, agulhas e a incrível habilidade manual das costureiras. Em dez anos, a tendência é que pelo menos 42 mil profissionais desapareçam do mapa — uma redução de 25,8%. O que as leva para a extinção é a baixa ou total falta de qualificação. E aí, já aprendeu a costurar a barra comprida da calça?

Carteiros e atendentes e classificadores de serviço postal - De 2010 para 2020, a previsão é que haja quase 139 mil profissionais do serviço postal a menos, o que representa uma queda de 26,5%. A profissão também exige ensino médio como qualificação. Já pensou no que vai fazer com sua caixa de correspondências?

Fazendeiros, rancheiros e demais gerentes no setor rural - Com a previsão de quase 100 mil empregados a menos em 2020, os fazendeiros, rancheiros e demais gerentes no setor rural são as carreiras que mais terão baixas, considerando aquelas que estão listadas pela Forbes. Esses cargos exigem ensino médio ou curso técnico equivalente, e não resistirão à tendência de desaparecimento da agricultura industrial.

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