Na noite da última sexta-feira (05) o ex-jogador do Corinthians Paulo Sérgio Rosa, 43, conhecido como Viola, foi detido por suspeita de desobedecer à ordem judicial, de ameaça contra a mulher e de posse de munição e acessório de uso restrito.
A Justiça expediu um mandado para que a mulher dele deixasse a residência com seus pertences e acompanhada do filho do casal, de 5 anos, no entanto, no momento em que o oficial de Justiça e policiais militares chegaram à residência para cumprir a determinação, Viola recusou-se a recebê-los.
O delegado Ronald Nascimento foi chamado ao local e diante da resistência, foi determinada a entrada dos policiais na residência, sendo encontrado um silenciador, arma e munições.
Na manhã deste sábado (06), o ex-jogador deixou o Distrito Policial de Santana de Paraíba, na Grande São Paulo, para fazer um exame no Instituto Médico Legal (IML) de Osasco. Ele negou ter arma irregular em casa. “Não vou falar mais nada agora. Tudo está sendo investigado. Depois eu vou falar a verdade”, disse Viola.
O delegado explicou que, de acordo com a legislação em vigor, a autoridade policial não pode arbitrar uma fiança, porque a soma das penas dos delitos praticados pelo suspeito supera quatro anos de prisão. Nesses casos, ele deve ficar detido enquanto aguarda uma decisão da Justiça, mas a Polícia Civil não informou em qual carceragem ele permaneceria apreendido.
Desde a última terça-feira (2), até 48 horas após o encerramento das eleições, nenhum eleitor pode ser detido ou preso, exceto em casos de flagrante ou mediante sentença condenatória.
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