Faltam menos de cinco meses para o pleito que vai eleger o novo diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, na gestão 2013-2017.
São nove candidatos, sendo um deles o embaixador brasileiro Roberto Carvalho de Azevêdo. O diplomata tenta garantir o apoio dos latino-americanos, dos africanos e de alguns asiáticos. Em sua luta, defende a busca pelo conselho nas negociações e o estímulo à integração das menores economias no órgão.
No próximo dia 29, os nove candidatos apresentarão suas propostas. A eleição acontece no dia 31 de maio. A OMC é a organização internacional que supervisiona o comércio entre os países e implementa os acordos negociados nas rodadas multilaterais, além de coordenar a negociação de novas regras de comércio. A sede da organização fica em Genebra, na Suíça.
Além de Azevêdo, concorrem à direção-geral da OMC Alan John Kwadwo Kyerematen, de Gana; Anabel González, da Costa Rica; Mari Elka Pangestu, da Indonésia; Tim Groser, da Nova Zelândia; Amina C. Mohamed, do Quênia; Ahmad Thougan Hindawi, da Jordânia; Herminio Blanco, do México, e Taeho Bark, da Coreia do Sul.
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