Menu
Busca quarta, 12 de agosto de 2026
Justiça

Destino de jornalista será decidido por por quatro mulheres e três homens

29 novembro 2011 - 05h44 Por Markito

Com auditório lotado, começam os depoimentos no julgamento do jornalista Agnaldo Ferreira Gonçalves, acusado pela morte de Rogério Mendonça Pedra, Rogerinho, que morreu atingido por um tiro após uma briga de trânsito envolvendo o seu tio em 18 de novembro de 2009, na Capital.

A mãe do menino, Ariana Pedra será testemunha de acusação contra o jornalista. A defesa de Agnaldo é feita pelo advogado Valdir Custódio.

O júri é formado por quatro mulheres e três homens. Duas testemunhas também serão ouvidas. Na acusação, estão o promotor Fernando Martins Zaupa e o advogado Ricardo Trad. 

A informação repassada para a imprensa presente no julgamento é de que o réu não autorizou a divulgação de sua imagem.

Ontem (28), em entrevista ao MSREPÓRTER a avó de Rogerinho, Adriana Medonça Pedra disse que “o momento é de esperança e que a família acredita na justiça”. 

Agnaldo responderá pela prática de homicídio (crime previsto no art. 121) em relação ao garoto, tentativa de homicídio em relação aos demais parentes que estavam no veículo, além de porte ilegal de arma.

Por mais que Agnaldo não tenha focado na criança para matar, ele efetuou vários disparos em via pública e contra o veículo, por isso, assumiu o risco de morte das pessoas, o que caracteriza o “dolo eventual” do homicídio, eliminando a hipótese de ser culposo, quando não há intenção de matar.

Karla Lyara e Ana Maria Assis

Leia Também

Detran de Mato Grosso do Sul passa a oferecer opção de CNH exclusivamente digital
Detran de Mato Grosso do Sul passa a oferecer opção de CNH exclusivamente digital
Equipamentos e 522 viaturas:
Equipamentos e 522 viaturas:
Projeto de IA do Detran-MS
Projeto de IA do Detran-MS
Detran-MS alerta sobre golpe:
Detran-MS alerta sobre golpe: