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Política

Caminhão com placas de Coxim é apreendido com maconha em SP

7 maio 2013 - 03h36 Por Mariana Anjos / Com Informações Acontece Botucatu

 

Uma operação conjunta deflagrada pelo Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) da Polícia Militar Rodoviária e comando de Força Tática do 12º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM-I), de Botucatu, em São Paulo, na SP-280 Rodovia Presidente Castello Branco, resultou na apreensão de 840,6 kg de maconha e 6,8 kg de haxixe. A ação policial se deu no km 208, município de Itatinga, onde está instalado o pedágio.

Durante a operação os policiais interceptaram o caminhão “boiadeiro” (para transporte de gado), Mercedes Benz L-1218, placas HSA-6347, de Coxim, Mato Grosso do Sul. Na vistoria perceberam que o veículo tinha um fundo falso no assoalho da “gaiola” do caminhão, onde estava acondicionada a maconha dividida em centenas de tabletes (tijolos) e o haxixe (quatro tabletes).

No caminhão viajavam o carreteiro Mauro Lacerda, de 66 anos e seu filho que é vigilante bancário, Mauro Lacerda Filho, de 34 anos. Ambos receberam voz de prisão em flagrante e não tiveram tempo de esboçar nenhuma reação. Alegaram que vinham de Presidente Prudente e haviam sido contratados para levar o caminhão até São Paulo.

O Boletim de Ocorrência (BO) foi confeccionado pelo delegado Paulo Buchignani, da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Botucatu e que também responde pela delegacia de Itatinga. “Essa droga será apreendida e guardada em local adequado para que seja incinerada. Os dois homens (pai e filho) que conduziam o caminhão foram enquadrados em crime de tráfico de entorpecentes. Investigações serão feitas para detectar a origem desse entorpecente”, disse.

Participaram da operação os patrulheiros rodoviários tenente Maganha, sargento Pádua e Vendrametto e soldado Polo, Lima, Cristiano, Ribeiro e Correa e os policiais militares capitão Aleksander, tenente Cagliari, sargentos Francisco e Doni, cabo Fernando e soldados Winckler, Wilson, Edilton, Carlos Alberto e Cardoso.

Na delegacia os dois acusados de tráfico de entorpecentes contaram á reportagem a mesma história que não convenceu os policiais que estiveram envolvidos na operação no momento da prisão. Alegaram que entraram de “gaiatos” na história e não tinham conhecimento de que o caminhão estava “recheado” de maconha.

 

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