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Engenheiro agrônomo é o novo presidente da Embrapa

10 outubro 2012 - 12h15 Por Mariana Anjos / Fonte: Agência Brasil

O pesquisador Maurício Antônio Lopes é o novo presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A nomeação do engenheiro agrônomo foi publicada nesta quarta-feira  (10) no Diário Oficial da União. Formado pela Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, Lopes é pesquisador da empresa desde 1989 e, há dois anos, assumiu a diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa.

Lopes assume o cargo, vago desde o final do mês passado, quando Pedro Antônio Arraes pediu exoneração. Em pouco mais de 20 anos na empresa, Lopes desenvolveu estudos em genética e melhoramento de plantas, foi líder do programa de melhoramento de milho e chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, Minas Gerais. É apontado também como um dos responsáveis pelo processo de aprimoramento do Sistema Embrapa de Gestão (SEG).

O engenheiro conduziu as atividades do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, em Brasília, e foi articulador internacional da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Coordenador responsável pela implantação do Labex Coreia - programa de cooperação internacional da Embrapa na Ásia, em Suwon, República da Coreia -, Lopes tem mestrado em genética pela Purdue University (Estados Unidos), doutorado em genética molecular pela University of Arizona (Estados Unidos) e pós-doutorado pelo Departamento de Agricultura da FAO-ONU (Roma-Itália).
 
Maurício Antônio Lopes também foi pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, gerente de agricultura da Kieppe Agropecuária (Bahia) e gerente de território da Purina Alimentos, no Rio de Janeiro.o ex-presidente do PT e ex-deputado federal José Genoino anunciou nesta quarta-feira (10) que deixará o governo. Genoino ocupava, desde março do ano passado, o cargo de assessor especial do Ministério da Defesa.
 
Ele foi condenado por envolvimento no esquema de compra de apoio parlamentar nos anos de 2003 e 2004, no governo Lula, que ficou conhecido como mensalão. O ex-presidente do PT foi considerado um dos responsáveis pelo esquema. A Ação Penal 470, que trata do caso, ainda está sendo julgada pelo STF.
 
Genoino anunciou a saída do governo em carta aberta, divulgada em São Paulo, na qual comenta sua condenação no Supremo. Na carta, ele afirma que foi condenado sem provas. “A Corte errou. A Corte foi, sobretudo, injusta. Condenou um inocente. Condenou-me sem provas”, protestou.
 

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