A partir de maio, o Ministério da Saúde começa a distribuir preservativos femininos como medida de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), incluindo a AIDS e as hepatites virais.
Ao longo do ano, serão distribuídos 20 milhões de preservativos femininos. No público-alvo, estão profissionais do sexo, mulheres em situações de violência doméstica e/ou sexual, pessoas com HIV/AIDS, usuárias de drogas e seus parceiros e pacientes do DST.
Também se enquadram pessoas de baixa renda e usuárias do serviço de atenção à saúde da mulher que tenham dificuldade em negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro.
Uma pesquisa feita pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais, em 2008, cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas no Brasil conhecem ou pelo menos já ouviram falar da camisinha feminina.
Os estudos demonstram ainda que saber onde conseguir a camisinha é um fator essencial para o seu uso e que mulheres que não sabem onde encontrar o preservativo têm 81% a menos de chance de fazerem sexo protegido.
Segundo o Ministério, esta é a primeira aquisição feita pelo governo de camisinhas femininas de terceira geração – fabricadas com borracha nitrílica. Foram gastos R$ 27,3 milhões, sendo o preço unitário R$ 1,36.
Adriana Oliveira/Com informações da Agência Brasil
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