Nem só de marchinhas, serpentina e fantasias se faz o Carnaval. Essa época do ano também é conhecida pelos romances-relâmpagos de quem curte a festa na avenida ou em blocos de rua. Além de ser divertida, a paquera faz parte da folia, mas o problema é que os solteiros ficam mais expostos à mononucleose, também conhecida como “a doença do beijo”.
O vírus, que é da mesma família do herpes, apresenta sintomas que podem ser confundidos com uma gripe ou resfriado, como dor de garganta, febre e gânglios inchados. O nome popular surgiu com a forma de transmissão da doença, que acontece principalmente pelo contato íntimo e troca de saliva.
“É uma doença benigna, mas pessoas que têm leucemia, linfoma ou usam corticoides podem apresentar quadros mais graves”, disse Marcos Antonio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia.
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