Com voz marcante e timbre único, influências musicais inspiradas em Etta James, Aretha Franklin e Joss Stone, assim foi a primeira atração do Som da Concha deste domingo, (17). A Banda Black Tie subiu ao Palco e trouxe pra galera a paixão pelo Soul Music e funk dos anos 70.
A vocalista da banda, Érika Espíndola morou nos Estados Unidos por três anos, e nos contou um pouco de sua experiência. “As Pubs de Seattle, e viver nos Estados Unidos, também foi uma grande influência no nosso estilo musical” Ressaltou.
Ela ainda falou sobre o grande desafio de cantar um estilo diferenciado, ainda mais em um Estado onde as raízes musicais do sertanejo predominam. A Banda também apresentou composições próprias, e disse que está em seus planos lançar um CD em breve.
Entre uma banda e outra, as famosas rodas de capoeira ao lado do palco, animavam todo o público durante os intervalos. Nossos artistas da casa também estavam lá, como Jerry Espíndola e o músico Rodrigo Martin Tozzette do Bando do Velho Jack prestigiaram as apresentações.
A segunda atração do Som da Concha foi a Banda Naip. Há dez anos atrás a banda resolveu parar, mas para alegria dos fãs, eles voltaram com uma nova roupagem, e também com uma grande novidade. “Agora temos as pitadas eletrônicas, com os efeitos digitais”. Destacou Guga Borba, vocalista da Banda. Para o delírio da galera, eles cantaram a música “Meiga Senhorita” em um novo formato musical, destacando os efeitos digitais.
O próximo Som da Concha será no Domingo, (24), com muito rock com as Bandas Ídis e Rhevan.
O Som da Concha é uma realização do Governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, com apoio da TV Brasil Pantanal, FM 104 Rádio MS e Fundação Manoel de Barros.
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