Começa hoje e segue até sábado, em Campo Grande, o I Festival de Contação de Histórias. A programação totalmente gratuita conta com palestras, oficinas de contação de histórias, roda de contadores e apresentações em várias escolas da Rede Municipal de Ensino.
A curadoria do evento é do poeta douradense Emmanuel Marinho que percorrerá quatro escolas públicas de Campo Grande que terão oportunidade de conhecer vários de seus poemas como “Porã”, “Genocíndio”, entre outros. A abertura, nesta quarta-feira, no Instituto Sócio Cultural Curumins - localizado a rua Miguel Seba, 173.
O poeta Emmanuel Marinho apresentará poemas versando sobre as palavras, que é a matéria-prima da contação de histórias. Na sequência, ocorre a palestra “A Contribuição das Fábulas para o Desenvolvimento Físico-neuropsicológico da criança e do adulto”, que será ministrada por Nazira Scaffi (MS) que é médica homeopata, psicodramatista e terapeuta cognitivo-comportamental.
Hoje, às 13h30, tem início a oficina “A Arte de Contar Histórias”, com Augusto Pessoa (RJ), que é ator, arte-educador, dramaturgo e contador de histórias. A partir das 19h30, haverá a palestra “A Construção do Personagem na Contação de Histórias”, com o sul-mato-grossense, o ator e diretor de teatro Breno Moroni.
Na quinta-feira, das 7h30 às 17h, no Instituto Sócio-Cultural Curumins, o Festival continua com a oficina “A Arte de Contar Histórias”. Em seguida, será ministrada a palestra/mesa-redonda “Experiências com Contação de Histórias”, conduzida pela atriz e contadora de histórias do Mato Grosso do Sul, Ely Cicalise.
“Obrigada pela Parte que Me Conta” é a oficina que abre a programação de sexta-feira, às 7h30, com a musicista Beatriz Myrrha (MG). A partir das 19h30, está programada a palestra “Contação de Histórias e Saúde Mental”, com o médico e psiquiatra sul-mato-grossense Fábio Brandão. No sábado, a programação será realizada na Livraria Le Parole com contação de histórias e lançamento de livros.
O Festival é uma realização do Instituto Sócio-Cultural Curumins, com recursos do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (FMIC), através da Fundação Municipal de Cultura (Fundac) e Prefeitura Municipal de Campo Grande.
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