O Som da Concha, especial em homenagem às mulheres, na tarde de domingo (10), com Grupo Sampri e Viviani Nunes, levaram duas mil pessoas à Concha Acústica Helena Meireles no Parque das Nações Indígenas, um recorde de público, de acordo com estimativa da Polícia Militar. O projeto Som da Concha é uma realização da Fundação de Cultura do governo do Estado.
Abrindo o evento, Viviane Nunes com todo o seu gingado e carisma levantou o público com ritmos marcantes, iniciou o show com “Reconvexo”, sucessos como “Loirinha Bombril”, “Olhos Coloridos”, “Joga Fora no Lixo", também foram interpretados pela cantora, que surpreendeu o público trazendo a participação especial da bateria da escola de samba Igrejinha que com a música “O Amanhã”, fez a galera vibrar e pedir bis. Viviane ficou surpresa com a presença da plateia, que já no inicio do espetáculo, muitas pessoas já marcavam presença. Viviani estreou no Som da Concha e ficou satisfeita com o resultado “O show foi muito especial, além de o projeto ser um incentivo para novos talentos de Campo Grande”, enfatizou.
Já o Grupo Sampri entrou no palco e proporcionou ao público um show surpreendente. Como forma de homenagear as mulheres denominaram o espetáculo “Sampri em Aquarelas”. Com um sincronismo perfeito, as três irmãs, Luciana no pandeiro, Renata no violão e Magally no cavaquinho soltaram suas vozes interpretando sucessos de ícones do samba e da MPB, bem como canções autorais que contagiaram o público presente. “Zazueira”, “De amor é bom”, “Aquarela do Brasil”, “As rosas não falam”, fizeram o público cantar junto. Ainda as músicas autorais “Menino Travesso”, “Escolheu e acabou sendo escolhido” e “Saudade vem correndo”, agradaram a plateia. Luciana do Sampri ficou satisfeita com a repercussão do show “A gente conseguiu que a galera do ano passado viesse a Concha e a repercussão foi bem maior. O samba precisa ser representado nesses espaços públicos” ressaltou.
A convite do Grupo Sampri, a Casa de Dança Tom Brasil, deu um espetáculo a parte, com bailarinos que coreografaram os sucessos cantados pelas irmãs. Os coreógrafos mostraram talento e criatividade, bem como muito samba nos pés.
Para Marcos Lomba, professor universitário, que prestigiou o evento disse que o projeto Som da Concha é importante para valorização e manutenção das culturas locais. Já Irene Crivelaria, assistente social, falou ter sido a primeira vez a ir ao evento e gostou do que viu e ouviu, “Gostei de conhecer a Viviani Nunes, é bom descobrir novos talentos em nossa cidade, fiquei feliz com a descoberta”, destacou Crivelaria.
O próximo Som da Concha será realizado no próximo dia 24/03 com as cantoras Lilian Maira e Marina Dalla
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