A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul realiza no dia 1º de outubro (terça-feira), a partir das 19 horas, a 29ª edição do Sarau Cultural celebrando os 29 anos do Centro Cultural José Octávio Guizzo reunindo pessoas e divulgando a rica identidade sul-mato-grossense. A participação é livre e o evento é gratuito.
O evento contará com a participação da Colônia Paraguaia Danças Folclóricas, da Orquestra Camerata Violeira, do músico Lucas Brandão e uma intervenção do artista plástico Galvão Pretto. A apresentação fica por conta de Leandro Faria. Além dos artistas convidados, o Sarau abre espaço também para intervenções do público.
O Sarau Cultural vem se fortalecendo a cada mês e ganhando espaço na noite campo-grandense, sempre na primeira terça-feira do mês, durante duas horas, das 19h às 21 horas. Intervenções de música, poesia, dança e teatro se espalham nas instalações do Centro Cultural apresentando a produção de artistas locais e visitantes com o intuito de mostrar e trocar experiências nas variadas artes.
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1795 ou no Centro Cultural José Octávio Guizzo, que fica localizado na rua 26 de Agosto, 453, entre as ruas Calógeras e a 14 de Julho.
Relembrando
O Centro Cultural de Mato Grosso do Sul foi fundado através de decreto do Governador Wilson Barbosa Martins em 11 de outubro de 1984 e está localizado na Rua 26 de Agosto, antiga Rua Velha, considerada a primeira de Campo Grande. Segundo Idara Duncan foi de grande importância o empenho de Nelly Martins, artista plástica e à época primeira dama do Estado, no sentido de materializar o primeiro espaço físico exclusivamente destinado à cultura em Mato Grosso do Sul.
O Centro Cultural abriga salas com nomes de personalidades relacionadas à cultura como Teatro Aracy Balabanian, Sala Rubens Corrêa, Sala Conceição Ferreira, Galerias Wega Nery e Ignez Corrêa da Costa. Funcionou também no Centro Cultural a Biblioteca Isaías Paim, atualmente instalada no Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho, a Pinacoteca Estadual, que deu origem ao Museu de Arte Contemporânea (MARCO) e a Filmoteca, que funciona hoje no Museu de Imagem e do Som (MIS).
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