Na pauta da reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (Codecon), realizada na manhã de hoje (20), no auditório do Planurb, foi analisado o pedido de implantação de uma empresa e de ampliação e relocalização de sete indústrias em Campo Grande. O presidente do Codecon, Edil Albuquerque, abriu os trabalhos informando aos conselheiros os investimentos que serão feitos na Capital com a aprovação dos oito pedidos de concessão de incentivos previstos no Programa Municipal de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social (Prodes).
“No total, os investimentos serão de 80 milhões de reais, além da geração de 830 empregos diretos com a implantação de uma nova empresa e a ampliação de sete indústrias”, confirmou Edil Albuquerque.
O secretário executivo do Codecon, Tito Vespaziano, sinalizou o principal critério para conceder o Prodes. “As empresas devem gerar, no mínimo, dez empregos. Também levamos em conta o valor do investimento, a capacidade produtiva, o número de produtos que serão produzidos, entre outros fatores”.
Tito destacou, ainda, a importância da parceria entre a administração municipal e a iniciativa privada. “O poder público não consegue criar empregos na mesma proporção de crescimento da população. Por isso, incentivamos a parceria com o setor da indústria, comércio e serviços”, esclareceu.
O Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico foi criado pela lei complementar nº 29, de outubro de 1999, com a competência para emitir parecer sobre a viabilidade de programas ou projetos de desenvolvimento econômico voltados para a Capital. Entre estes projetos, estão aqueles apresentados pelas empresas interessadas em receber os benefícios do Prodes.
As principais vantagens do Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande são isenção de ICMS, IPTU, das taxas e do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) sobre as obras de construção e doação de área da prefeitura para a instalação da indústria.
“O Prodes é um incentivo fiscal que facilita a vinda de novas empresas para o município e viabiliza a ampliação das que já estão instaladas, reduzindo os custos para os empreendedores”, opinou o vice-presidente da Federação das Indústrias (Fiems), Alonso Rezende do Nascimento.
Camila Bertagnolli/Fonte: CG Notícias
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