O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) registrou inflação de 0,37%, no mês de novembro, caindo um pouco em relação ao anterior, que foi de 0,41%. As duas maiores contribuições para a inflação foram as dos grupos Alimentação, com 44,74% e Transportes com 21,05%.
No grupo Alimentação, os produtos que mais pressionaram a inflação para cima foram: carne enlatada 7,49%, mamão 7,45% e melancia 6,15%. Por outro lado, alguns produtos desse grupo tiveram queda de preço significativa, tais como: abobrinha (-13,14%), milho verde (-9,14%), pimentão (-6,65%), manga (-6,41%) e limão (-6,39%)
No item carnes, alguns cortes sofreram aumento de preço, outros, queda destacando com forte aumento: picanha 6,24%, filé mignon 6,15% e patinho 4,27%. Queda de preço ocorreu com os cortes: músculo (-2,63%), fígado (-1,62%) e contra-filé (-1,15%).
A carne suína apresentou alta no corte bisteca, de 0,84% e baixa nos cortes pernil (-1,52%) e costeleta (-1,48%). O frango congelado teve baixa de (-1,25%) e miúdos teve alta de 0,39%.
Já no grupo de Transportes, foi registrada inflação moderada, pelos aumentos de preços de pneu novo 6,30%, diesel 0,46% e gasolina 0,27%. Reduções ocorreram com os seguintes produtos/serviços: automóvel novo (-0,53%) e etanol (-0,25%).
Todos os grupos apresentaram variações positivas: Alimentação 0,67%, Vestuário 0,67%, Transportes 0,55%, Educação 0,20%, Habitação 0,18%, Despesas Pessoais 0,17% e Saúde 0,14%.
O IPC/CG, calculado pela Universidade Anhanguera-Uniderp, busca medir o nível de variação dos preços mensais do consumo de bens e serviços, a partir da comparação da situação de consumo do mês atual em relação ao mês anterior, de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos.
Inflação acumulada
Neste ano de 2011, a inflação acumulada na cidade de Campo Grande é de 5,95%, acima do centro da meta do Conselho Monetário Nacional (CMN) que é de 4,5% para o ano de 2011. Já a inflação acumulada nos últimos 12 meses na cidade é de 6,5%, esta última justamente sobre o limite superior da meta inflacionária estabelecida pelo CMN que, para o ano de 2011, é de 6,5%.
Em novembro, os dez produtos que mais contribuíram para a elevação da inflação foram: pneu; impressora; acém; papelaria; patinho; sapato feminino; açúcar; café; diesel e alface. Já os dez produtos que menos contribuíram para a queda da inflação foram: queijo muçarela/prato; biscoito; blusa; automóvel novo; óleo de soja; contra-filé; fogão; camisa masculina; DVD e cebola.
Adriana Oliveira/Com informações da Ascom
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