A pesquisa da cesta básica realizada mensalmente pelo Dieese em Campo Grande registrou discreta elevação nos preços dos alimentos. O trabalhador desembolsou R$ 265,81 para adquirir a cesta básica em agosto, valor R$ 0,96 superior ao custo observado no mês de julho, que foi de R$ 264,87.
O equilíbrio entre elevação e queda nos preços dos produtos, resultou em uma variação de preços da ordem de 0,35% no período. Novamente o leite foi o produto com maior variação positiva; o feijão apresentou a retração mais expressiva de preços no mês passado.
O valor da cesta básica apresentou queda em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento, com destaque para Goiânia (-4,04%). Além de Campo Grande, variações positivas foram registradas em Porto Alegre (1,83%), Brasília (0,72%), Curitiba (0,59%) e Florianópolis (0,11%).
No Centro-Oeste, o menor custo da cesta básica para os trabalhadores da região foi registrado na capital goiana, que apresentou uma diferença de R$ 7,36 a menor, em relação aos preços observados em Campo Grande.
A tênue elevação em 0,35% no custo total da cesta no mês de agosto refletiu o equilíbrio nos preços dos treze gêneros alimentícios que compõe a cesta básica. O leite foi o produto que apresentou maior alta de preços (5,6%), seguido por carne (3,25%), óleo de soja (2,88%), banana (1,74%), açúcar (0,7%) e batata (0,29%).
As variações negativas, em ordem crescente, foram notadas nos preços médios de sete itens, a saber, feijão (-3,46%), tomate (-3,23%), manteiga (-3,07%), pão francês (-2,95%), café (-2,62%), arroz (-1,42%) e farinha de trigo (-0,96%).
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