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Economia

Tomate volta a ser o vilão e puxa alta na cesta básica da Capital

4 novembro 2013 - 10h37 Por Ana Paula Duarte

O custo da Cesta Básica Individual em outubro em Campo Grande registrou a importância de R$ 277,56, valor com variação alta de 1,12% em relação a setembro. Os dados são da pesquisa realizada mensalmente pela Secretaria Estadual de Planejamento (Semac).

O acumulado nos últimos 12 meses assinala 5,98% de variação; nos últimos seis meses, 8,80 %; e na análise deste ano (janeiro a maio) a variação no custo é de 2,72%.

Dentre os 15 produtos que compõem a Cesta Alimentar, sete registraram alta nos preços: tomate 13,88%; banana 9,88%; carne 3,90%; macarrão 2,44%; sal 2,27%; laranja 1,53% e leite 0,44%. Os produtos que registraram queda de preços: feijão 7,15%; alface 4,27%; batata 1,61% e açúcar 0,79%. Mantiveram seus preços inalterados: margarina, óleo, pão (francês) e arroz.

Segundo a equipe técnica da Semac responsável pela pesquisa, com a incidência de pragas nas lavouras de tomate, nas principais regiões produtoras, sua produtividade foi reduzida, o que provocou alta de preço 13,88%.

Na Cesta Básica Familiar, composta por um painel fixo de produtos, que deve preencher as necessidades de higiene (5 produtos), limpeza (7) e alimentação (32) também houve alta. No mês de outubro, essa cesta de produtos apresentou alta de 0,68% em relação ao mês anterior, registrando a importância de R$ 1.263,26. O tomate liderou os produtos alimentícios com alta de 13,98%.

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