A cesta básica em Campo Grande teve alta de 6,21% no preço, conforme divulgado nesta terça-feira (16) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre as capitais, a capital de Mato Grosso do Sul tem a 9ª cesta mais cara do Brasil.
O custo total da cesta foi de R$ 412,61. De dezembro de 2015 a janeiro de 2015, o trabalhador campo-grandense teve que desembolsar R$ 24,14 a mais para adquirir os produtos.
Entre os produtos que tiveram alta, o tomate volta a chamar a atenção, com aumento de 46,83%. Em seguida, aparece a batata (23,22%), o feijão (17,10%), o açúcar (10,29%), o óleo (7,24%), a manteiga (3,28%), o café (2,06%), a farinha de trigo (0,76%) e carne bovina (0,39%).
Por outro lado, quatro produtos registraram quedas nos preços. São eles a banana (-5,83%), pão francês (-5,74%), leite (-1,38%) e arroz (-1,18%). Todos eles interromperam uma trajetória de alta nos preços.
O campo-grandense comprometeu 50,96% do salário mínimo líquido para adquirir os 13 itens da cesta básica, sendo que a jornada de trabalho em janeiro para isso foi de 103 horas e nove minutos.
Já a cesta básica familiar custou R$ 1.237,83 em janeiro, um aumento de R$ 72,42 em comparação com dezembro. Esse custo equivale a 1,41 vezes o salário mínimo bruto atual.
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