Na manhã desta quinta-feira (17) o deputado estadual, Pedro Kemp (PT), ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, durante sessão ordinária, para denunciar que vários trabalhadores em educação de Mato Grosso do Sul, que participaram da mobilização dos administrativos da educação nos dias 9, 10, 14 e 15 de maio estão sendo pressionados pelos diretores de escola e pela Secretaria de Educação do Estado que afirma que irá cortar o ponto e descontar os dias em que estes trabalhadores faltaram, pois estavam participando da moblilização.
Após a denuncia de Pedro Kemp o deputado, Eduardo Rocha (PMDB), da bancada de apoio ao Governo do Estado, uso a palavra e reafirmou que já está acordado com o governador, André Puccinelli (PMDB), que o ponto dos trabalhadores em educação que participaram da mobilização não será cortado em hipótese alguma e que esta informação foi dada pelo líder de bancada, o deputado estadual, Júnior Mochi (PMDB) que foi pessoalmente na governadoria tratar do assunto.
O presidente da Assembleia Legislativa, Jerson Domingos (PMDB), já havia afirmado para a FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação do Mato Grosso do Sul) que iria intervir com o Governo do Estado e não permitiria que o ponto dos trabalhadores fosse cortado, pois eles estavam exercendo o seu direito de lutar pela valorização profissional.
O presidente da FETEMS, Roberto Magno Botareli Cesar, afirma que espera o bom senso por parte do Governo do Estado e diz que a Federação já tomou as providencias necessárias para que isso não aconteça. "Temos o compromisso dos 24 deputados estaduais de MS e do próprio governador, que garantiu a sua bancada de apoio na Assembleia Legislativa, que não irá cortar o ponto dos trabalhadores em educação que participaram da mobilização. Isto seria um absurdo e nós não ficaríamos quietos, afinal de contas ganhar R$ 622 e ainda ter dias descontados, por ir a luta por seus direitos e valorização profissional é inadmissível", afirma.
Mariana Anjos / Com Informações Nova News
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