Os bancários, insatisfeitos com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), começaram nesta terça-feira (27) uma greve nacional. A paralisação vai durar por tempo indeterminado, e a principal reivindicação da categoria, conforme a presidente do Sindicato dos Bancários em Campo Grande, Iaci Terezinha Rodrigues de Azamor Torres, é o aumento salarial, em que os Bancos ofereceram 0.6%, enquanto que a classe quer 5% de aumento real.
Já possível perceber a paralisação nos bancos do centro de Campo Grande, e conforme Benício Pereira, diretor de relações sindicais do Sindicato dos Bancários da Capital, a greve deverá ser “geral”. “Ainda não há como dizer quantas agências estão participando da greve, mas teremos este levantamento amanhã. Pode ser que em alguma agência os bancários resolvam trabalhar, mas de início, a totalidade da categoria aderiu a greve”, afirmou.
A greve é de caráter nacional, e conforme Iaci, em Mato Grosso do Sul a paralisação deverá prevalecer também no interior. “Nós esperamos que todas as agências participem da greve. E as agências do interior também estão incluídas”, afirmou. Em Campo Grande há 100 agências bancárias, e no interior, aproximadamente 35.
Ela explicou que o dia 1º de setembro é a data base da categoria, e que no dia 12 de agosto foi entregue a minuta de reivindicações à Fenabam, no entanto, após três semanas de negociação, não houve qualquer evolução.
Ana Maria Assis
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