O clima é de sol e calor em todo o Mato Grosso do Sul, e a previsão é de temperaturas ainda mais elevadas para os próximos meses. A incidência de raios Ultravioletas (UV) também atinge condição extrema de radiação, situação que persistirá em toda a primavera e verão.
O alerta é da meteorologista Cátia Braga, do Centro de Monitoramento do Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul (Cemtec-MS). “O Índice Ultravioleta (IUV) é uma medida da intensidade da radiação UV, relevante aos efeitos sobre a pele humana, incidente sobre a superfície da Terra”, explica Cátia.
Segundo a meteorologista, a elevação do índice é calculada de acordo com a concentração do ozônio, posição geográfica, hora do dia, altitude, estação do ano e condições atmosféricas. O IUV é sempre apresentado para uma condição de céu claro, porém dias nublados também podem oferecer perigo.
Na escala existente, o índice máximo de radiação corresponde ao número 14, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os valores pela intensidade: IUV de 1 a 2 é considerado baixo; de três a cinco é apontado como moderado; seis e sete são altos; já entre oito e dez são considerados muito alto; enquanto os superiores a dez são apontados como extremos.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta que o alto índice de raios UV aumenta o risco de danos à pele, que podem variar de uma vermelhidão até o aparecimento de manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele.
Para evitar problemas tais problemas o ideal é evitar a exposição ao sol. E quando isso não for possível, é essencial o uso de protetores solares e roupas com cores claras, que refletem a radiação e diminuem seu contato com a pele.
Camila Bertagnolli
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