As Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA) e Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Ordem dos Advogados do Brasil/Seccional de Mato Grosso do Sul (OAB/MS) vão acompanhar as investigações da morte do menino Maikon Correia de Andrade, de 10 anos, soterrado na tarde da última quarta-feira (28), depois de desmoronamento em um lixão de Campo Grande.
A determinação é do presidente da OAB/MS, Leonardo Duarte. Embora a instituição esteja em período de recesso, a ordem da diretoria da OAB de Mato Grosso do Sul é acompanhar de perto as investigações e dar todo o apoio às autoridades encarregadas dos procedimentos, que sem encontram em fase pericial.
Maikon Correia de Andrade foi soterrado em desmoronamento de parte do lixão na saída para Sidrolândia, em Campo Grande. A presença de crianças no local é proibida, embora as denúncias sejam frequentes. Onze trabalhadores estavam no barranco, que é considerado lugar perigoso do lixão, e por isso poucas pessoas se arriscam a trabalhar no local.
De acordo com Leonardo Duarte, não se pode permitir que cidadãos, principalmente crianças, sejam vítimas de situações perigosas, que poderiam ser evitadas se houvesse mais segurança e cuidado.
Adriana Oliveira/Com informações da assessoria
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