Mais uma vez a realização ou não da Expogrande volta a ser discutida por autoridades. O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Francisco Maia se reuniu com o governador André Puccinelli para pedir apoio para resolver alguns problemas e burocracias que interferem para que a festa aconteça.
Um dos assuntos discutidos na reunião foi o sistema de água, esgoto e destinação do lixo. Além disso, tem outro impasse, a negociação com a prefeitura e Ministério Público Estadual. O governador disse estar disposto a auxiliar os organizadores nestas questões.
A intenção dos organizadores é derrubar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado no ano passado, que proíbe a realização de eventos como a feira agropecuária no local a partir deste ano, e obter o licenciamento ambiental para realização da feira, mas a poluição sonora é a principal barreira para emissão do licenciamento.
“Ajudaremos na tentativa de resolver a questão do lixo e do esgoto, primeiramente, para que esta parte da licença seja liberada. Em relação à questão sonora estou disposto a auxiliar nesta negociação”, pontuou o governador André Puccinelli.
O presidente da Acrissul, Francisco Maia considerou positiva a reunião. “Tivemos uma boa conversa com o André, temos intenção e interesse de caminharmos juntos”.
Segundo ele, esse encontro poderá ajudar nos impedimentos para a realização da Expogrande. “Vamos ceder também, e buscar adequar às exigências locais”, completou Maia.
Questões ambientais
A Acrissul explicou que para resolver as questões ambientais, principalmente em relação aos shows, está trazendo uma grande empresa nacional com soluções aplicáveis.
Leilões
Conforme informou a associação, já está programada a realização de 48 leilões e cerca de R$ 120 milhões devem ser movimentados se o evento acontecer.
Karla Lyara
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A intenção é derrubar o TAC (Foto: Rachid Waqued)